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	<title>Jogo de Área</title>
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	<description>Artigos de opinião e Análise desportiva</description>
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		<title>Na falta de uma equipa, sobressai o talento</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 16:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
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		<description><![CDATA[É um Porto que tem estado nas mãos das suas peças mais talentosas, e onde a força da equipa e do colectiva é cada vez menos preponderante. E isso é obviamente dramático. Depois de uns longos 3 meses de declínio mais ou menos evidente, mas que culminou com as  humilhantes derrotas com a Académica, para a taça, e com o APOEL, para a liga dos campeões, poucos viam o treinador do Porto sentado no banco...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um Porto que se reduz às suas peças mais talentosas, e onde a força da equipa e do colectivo é cada vez menos preponderante. E isso é obviamente dramático. Depois de uns longos 3 meses de declínio mais ou menos evidente, e que culminou com as humilhantes derrotas com a Académica, para a taça, e com o APOEL, para a liga dos campeões, poucos viam o treinador do Porto sentado no banco de suplentes por muito mais tempo.</p>
<p>Mas Vítor Pereira tem-se aguentado, e depois da célebre (e já confirmada) visita do Presidente portista ao balneário, a realidade é que a equipa encontrou algum ânimo e &#8211; apesar da clara desorientação táctica, instabilidade emocional e falta de liderança no balneário &#8211; parece-me evidente que as pedras basilares deste Porto compreenderam que era necessário garantir um standard competitivo e emocional condizente com a valia deste plantel (um dos mais caros plantéis da história do Porto, na ressaca de um triunfo europeu + 3 títulos internos). E isso é igualmente preocupante. O Porto entra em campo sem um líder, e os resultados surgem maioritariamente das rotinas geradas na época anterior e da enorme qualidade de alguns dos seus jogadores.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3636 alignleft" style="margin-right: 12px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2012/01/hulk.jpg" alt="Hulk" width="289" height="193" align="left" title="Na falta de uma equipa, sobressai o talento" />A instabilidade emocional, essa mantém-se presente no dia a dia dos jogadores. Fruto de um campeonato pouco competitivo e onde Benfica e Porto apresentam plantéis &#8220;demasiadamente&#8221; fortes, o futebol forçado e nervoso que este Porto apresenta tem chegado para que a equipa continue a lutar pelo título. E neste plano desportivo, estou convencido que o mês de Janeiro irá ditar muito do futuro azul e branco para o que resta da temporada. A inacreditável carência de um ponta de lança digno desse nome tem chocado o universo portista, especialmente quando quase todos os outros sectores foram &#8220;excessivamente&#8221; reforçados (entre Alex Sandro, Danilo, Mangala e Defour &#8211; defesas ou médios de cariz mais defensivo &#8211; o Porto esbanjou uns exorbitantes 37 milhões de euros). E um pouco na linha do que tem sido este Porto &#8211; uma equipa que vive da magia de Hulk, James, Moutinho e pouco mais &#8211; a aquisição de um bom finalizador torna-se ainda mais relevante e crucial. Este Porto não é uma equipa sólida, mas apresenta contudo uma razoável produção ofensiva, e falta quem &#8220;empurre a bola lá para dentro&#8221;.</p>
<p>No que a Vitor Pereira diz respeito, considero que o Presidente do FC Porto está fragilizado pelo enorme erro de casting que operou, e fará de tudo para provar ao universo futebolístico português que não se tratou de um erro, mesmo que todo o mundo já o tenha como certo. É a teimosia de Pinto da Costa, que aliás já levou o Porto a conquistas tremendas. Nada o irá demover se o seu objectivo é tornar Vitor Pereira como o mais  fraco (a larga distância) técnico do Porto a vencer um campeonato nacional. Ao mesmo tempo, pergunto-me se a fraqueza de Vítor Pereira não é vista com agrado pela SAD, que sem a pressão de um técnico exigente pode gerir o relacionamento com empresários e a contratação de jogadores a seu belo prazer. Pois bem, sem um técnico duro e intransigente, dificilmente se cria uma equipa e se valorizam jogadores. Erro crasso.</p>
<p>E não havia pior alturar para errar. Enormes conquistas, um fardo enorme para carregar, uma equipa recheada de talentos. O Porto tinha que comprar de forma criteriosa, teria de transaccionar 2 ou 3 peças para equilibrar as finanças e para trazer sangue novo ao plantel, sob o risco de criar um clima de fim de ciclo entre a equipa. Foi precisamente isso que sucedeu, algo que se agravou na opção por Vítor Pereira, o «treinador que nunca antes havia treinado na primeira liga». Que esperar da segunda metade?</p>
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		<title>Porto: O Iniciar de Uma Época Atípica</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 13:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Vários elementos me chamaram à atenção durante este defeso portista, e alguns deles, inéditos, fazem olhar para este Porto actual como um clube diferente daquele que, por exemplo, em 2004 vencia o maior título europeu da modalidade.
A partida da Supertaça Europeia, disputada contra a melhor equipa do mundo e quiçá da história do futebol, jogada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários elementos me chamaram à atenção durante este defeso portista, e alguns deles, inéditos, fazem olhar para este Porto actual como um clube diferente daquele que, por exemplo, em 2004 vencia o maior título europeu da modalidade.</p>
<p>A partida da Supertaça Europeia, disputada contra a melhor equipa do mundo e quiçá da história do futebol, jogada num período da temporada que é sempre instável e logo após a perda de Falcao, revelou ao mundo como o Porto é seguramente uma das melhores equipas europeias da actualidade. E este facto não se resume apenas a um punhado de bons jogadores, mas sim a um clube e a uma estrutura fortíssima e super-adaptável que, creio eu, se assume cada vez mais como um clube apenas menor que tubarões como Real Madrid, Barcelona ou Manchester United.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3625 alignleft" style="margin-right: 12px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/09/james.jpg" alt="James Rodriguez" width="281" height="190" align="left" title="Porto: O Iniciar de Uma Época Atípica" />Repare-se que o Porto, além da perda de Falcao, jogou também sem Alvaro Pereira e James (talvez 3 dos pilares da época mágica que a esta equipa conseguiu rubricar na temporada passada), estando já Fernando &#8220;ultrapassado&#8221; por um Souza que apresenta maior dinâmica, e Bellushi, outrora titular, bem longe do seu melhor momento.</p>
<p>Este Porto de Vítor Pereira, é portanto já bastante diferente daquele que Villas Boas levou ao sucesso, sendo que algumas das medidas tomadas pelo novo técnico português revelam algo de muito positivo, que é um acreditar nas suas ideias e capacidades. Fucile, por exemplo, pouco utilizado em 2010, tem-se apresentado em grande estilo e foi um dos obreiros da belíssima composição táctica que os azuis-e-brancos apresentaram frente ao Barça.</p>
<p>Outro facto diz respeito a contratações. E se por ventura a falta de um ponta de lança poderá vir a manchar toda uma pré-temporada caso o Porto não o consiga recrutar em tempo útil, a realidade é que este Porto parece ter-se reforçado em força, isto apesar do ano de sucessos que culminou com um poker de troféus. Há alguns anos seria inédito ver o Porto fechar os negócios de Danilo e Alex Sandro da forma audaz como o fez, desembolsando montantes que são bastante relevantes para a indústria europeia de futebol.</p>
<p>Não obstante a óbvia participação de outras entidades nestes negócios (como os habituais fundos de investimento) a realidade é que o Porto parece não ter dificuldade em efectuar investimentos avultados, os apoios parecem surgir naturalmente, e isto deve-se obviamente à facilidade que este clube tem em lançar jovens jogadores e catapultá-los para outros palcos, alguns anos mais tarde, e a troco de somas milionárias. E num ano em que disputa a Liga dos Campeões como cabeça de série, certamente que esta situação se potenciará de forma ainda mais evidente.</p>
<p>O que esperar então deste Porto? A surpresa faz parte do futebol, e certamente que o Porto as terá esta temporada, quer por erro próprio quer por mérito alheio &#8211; basta olhar-se para um Benfica que se apresenta bem forte, um Braga que está em crescendo e um Sporting que necessitará de algum tempo mas que certamente incomodará muita gente -, mas estou convicto de que os dragões conseguirão assumir-se novamente como o grande favorito para vencer mais uma liga nacional. Jovens como Iturbe, James, Alex Sandro e até Kleber serão fortes apostas de Vítor Pereira, e a falta de um &#8220;Falcao&#8221; poderá até ser colmatada com um tridente ofensivo mais dinâmico e menos dependente de um homem de área. A grande questão é: conseguirá o Porto atingir a magia e o poderio revelados na época que terminou?</p>
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		<title>Um Benfica sem portugueses</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 11:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>

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		<description><![CDATA[O facto é um pouco entristecedor, o Benfica apresentou-se na Turquia, para a segunda mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, sem qualquer jogador português na equipa titular. Nem mesmo as substituições trouxeram qualquer luso para dentro das quatro linhas, já que Ruben Amorim e Fábio Faria não saíram do banco.
Curiosamente o Benfica até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O facto é um pouco entristecedor, o Benfica apresentou-se na Turquia, para a segunda mão da terceira pré-eliminatória da <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">Liga dos Campeões</a>, sem qualquer jogador português na equipa titular. Nem mesmo as substituições trouxeram qualquer luso para dentro das quatro linhas, já que Ruben Amorim e Fábio Faria não saíram do banco.</p>
<p>Curiosamente o Benfica até 1979 jogara sempre sem estrangeiros, reunindo nos seus planteis velhas glórias do futebol nacional. Mas os tempos mudam e a tendência é de vender os bons jogadores nacionais e <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">apostar </a>em atletas estrangeiros baratos e com margem de progressão.</p>
<p>Nessa perspectiva, esta quarta-feira o Benfica apresentou pela primeira vez na sua história uma equipa sem portugueses nas competições europeias. Quando confrontado com esta situação, Jorge Jesus afirmou que escolhe os melhores jogadores independentemente da sua nacionalidade.</p>
<p>Michel Platini já havia criticado a final da Liga Europa, onde as duas equipas portuguesas, FC Porto e Braga, apresentaram poucos jogadores nacionais. Mas existem mais exemplos, o Arsenal será um dos mais comuns, com Arséne Wenger a apresentar diversas vezes a sua equipa sem qualquer jogador inglês.</p>
<p>Esta tendência é evidente em campeonatos como o português e o inglês, mas quando olhamos para os nossos vizinhos, a Espanha, a realidade é diferente. Clubes como o Barcelona apostam fortemente na formação e têm no seu plantel principal muitos talentos nacionais. A selecção espanhola é de resto grandemente constituída por jogadores a actuar em Espanha.</p>
<p>Em contraste, na última convocatória de Paulo Bento para o particular com o Luxemburgo, 10 dos 21 convocados alinham no estrangeiro e  se olharmos para a possível equipa titular dificilmente veremos mais de quatro jogadores que actuam em Portugal.</p>
<p>No exemplo dado neste artigo figura a equipa portuguesa, entre as equipas maiores, que menor investimento faz na formação, o Benfica. Sendo o Sporting largamente a que mais talento vê surgir dos seus escalões mais jovens e da sua academia.</p>
<p>A esperança vai-se renovando a cada ano para que esta situação se altere, mas para já não parece haver muito progresso.</p>
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		<title>Barcelona e Fábregas</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2011 15:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A &#8220;novela&#8221; Fábregas está a prolongar-se no tempo de uma forma estranha e quase irritante. De um lado o Arsenal e Arséne Wenger que teimam em querer manter o jogador à força, do outro o Barcelona e o próprio Fábregas a tentarem uma união já há muito desejada.
Pergunto-me. Precisa o Barcelona mesmo de Fábregas? O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A &#8220;novela&#8221; Fábregas está a prolongar-se no tempo de uma forma estranha e quase irritante. De um lado o Arsenal e Arséne Wenger que teimam em querer manter o jogador à força, do outro o Barcelona e o próprio Fábregas a tentarem uma união já há muito desejada.</p>
<p>Pergunto-me. Precisa o Barcelona mesmo de Fábregas? O jogador vai custar uma fortuna, o Arsenal não o quer deixar sair, e se eventualmente o fizer os catalães terão que abrir os cordões à bolsa. Depois, mais importante ainda, será Fábregas assim tão necessário à mecânica do futebol catalão?</p>
<p>Não me interpretem mal, Cesc Fábregas é um excelente jogador e sem dúvida que traria algo de bom aos blaugrana, mas neste momento há tanto talento naquele clube que parece redundante a contratação do ainda jogador do Arsenal.</p>
<p><a href="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/07/cesc_fabregas_1423535c.jpg" title=""><img src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/07/cesc_fabregas_1423535c.jpg" alt="Cesc Fabregas" align="left" width="280" height="193" class="attachment wp-att-3608 " title="Barcelona e Fábregas" /></a>Outro ponto a acrescentar é que o Barcelona tem neste momento um jovem jogador pronto a explodir em talento e produtividade. Quem sabe até com mais potencial que o Fábregas. Falo de Thiago Alcántara. Uma <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">aposta segura</a> e de futuro. Este jovem jogador de 20 anos está a fazer uma pré-época soberba no Barcelona. Thiago é um jogador espanhol, nascido em Itália e filho de Mazinho, estrela do futebol brasileiro. Confuso? Um pouco.</p>
<p>O nome deste jovem esteve associado a rumores que o colocavam no Manchester United primeiro, depois que estaria envolvido no negócio Fábregas e acabou por renovar o contrato com o clube catalão até 2015. Mais ainda, com uma cláusula de rescisão de 90 milhões de euros.</p>
<p>Por último, olhemos para o meio campo do Barcelona, Xavi, Iniesta e Sergio Busquets, aos quais se juntam ainda Javier Mascherano e Thiago Alcántara, e perguntemo-nos onde entra Fábregas? É certamente a questão que muitos aficionados dos blaugrana estão a colocar neste preciso momento.</p>
<p>De qualquer das formas, o Barcelona está também a levar o seu tempo nas negociações, jogando com a vontade do médio espanhol em sair e naturalmente com a situação pouco ideal do Arsenal em ter um jogador contrariado no seu plantel. </p>
<p>A ver vamos o que acontecerá a seguir no <a target="_blank" href="http://apostas.betfair.pt/">mercado de transferências</a>.</p>
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		<title>Owen Hargreaves no You Tube</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 17:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não está recordado, Owen Hargreaves foi um médio internacional por Inglaterra que jogou no Manchester United, ou melhor, que praticamente não jogou no Manchester United.
Hargreaves brilhou no Bayern Munique, clube que representou durante 10 anos, tinha 16 quando ingressou na equipa secundária dos bávaros. Com 19 anos chega à equipa principal e durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não está recordado, Owen Hargreaves foi um médio internacional por Inglaterra que jogou no Manchester United, ou melhor, que praticamente não jogou no Manchester United.</p>
<p>Hargreaves brilhou no Bayern Munique, clube que representou durante 10 anos, tinha 16 quando ingressou na equipa secundária dos bávaros. Com 19 anos chega à equipa principal e durante sete anos brilhou na Bundesliga.</p>
<p>Venceu, durante esses anos, quatro títulos de campeão da Alemanha e uma Liga dos Campeões, em 2000/01. A sua carreira proliferava de tal forma que chamou a atenção do Manchester United.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3603 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/07/OwenHargreaves.jpg" alt="Owen Hargreaves no You Tube" width="280" height="188" align="left" title="Owen Hargreaves no You Tube" />O jogador era precioso para o Bayern e as negociações estenderam-se por quase um ano. Finalmente em Julho de 2007 é anunciado por Sir Alex Ferguson como <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">aposta na sua equipa</a>. Curiosamente ao mesmo tempo que Nani. Hargreaves custou 17 milhões de libras (aproximadamente 19.5 milhões de euros).</p>
<p>Com uma primeira época em que apareceu regularmente na equipa, quer como suplente utilizado quer como titular, Hargreaves conquistou a <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">Premier League e a Liga dos Campeões</a>. Era um jogador útil para a equipa de Alex Ferguson e o seu futuro na equipa inglesa parecia brilhante.</p>
<p>Contudo, o contributo do atleta nascido no Canadá não teve continuidade nas épocas que se seguiram. Apesar de tudo, Hargreaves representou a selecção inglesa por diversas vezes e até esteve presente nos mundiais de 2002 e 2006.</p>
<p>Em 2008 começa o calvário de lesões do médio. Primeiro uma lesão nos ligamentos do joelho, mais tarde num ombro, fizeram com que nas últimas três épocas tenha apenas jogado cinco jogos. Sendo que na última época jogou apenas cinco minutos em Novembro de 2010.</p>
<p>No final da última época com o contrato a terminar, o Manchester United comunica-lhe que não vai renovar deixando-o sem equipa.</p>
<p>Segue-se um facto no mínimo curioso. Hargreaves cria um canal no You Tube chamado &#8220;Owen Hargreaves comeback&#8221;, com o objectivo de se autopromover. Com cerca de 20 vídeos já divulgados, o jogador mostra os seus treinos por forma a assegurar que as lesões no joelho e ombro já estão ultrapassadas.</p>
<p>Para um jogador que já experimentou grande sucesso, esta fase será talvez um pouco menos dignificante, mas ao mesmo tempo poderá ser a melhor forma de retomar a carreira que ele não quer ver já terminada.</p>
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		<title>3 Dicas para as Apostas Desportivas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 21:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se gosta de desporto e as apostas desportivas o cativam, é crucial que se cultive um pouco sobre esta actividade antes de efectuar a sua primeira aposta. Deixa-lhe 3 dicas que considerofundamentais:
1. Controle o seu saldo
Este é o elemento essencial das apostas desportivas, e provavelmente o mais ignorado pelos jogadores. Se pretende apostar numa determinada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se gosta de desporto e as apostas desportivas o cativam, é crucial que se cultive um pouco sobre esta actividade antes de efectuar a sua primeira aposta. Deixa-lhe 3 dicas que considerofundamentais:</p>
<p><strong>1. Controle o seu saldo</strong><br />
Este é o elemento essencial das apostas desportivas, e provavelmente o mais ignorado pelos jogadores. Se pretende apostar numa determinada partida, nunca corra o risco de colocar o seu saldo a zero. Isto é, nunca aposte a totalidade dos seus fundos numa partida ou evento, pois correrá o risco de ficar sem quaisquer fundos para prosseguir com as suas actividades desportivas. </p>
<p>Ao distribuir os seus fundos por diversas apostas mais curtas, terá maiores probabilidades de sair a ganhar no médio prazo, e estará a apostar com maior segurança. Irá sempre perder e ganhar, como tal importa adoptar um plano de estabilidade que lhe permita maximizar os montantes que tem disponíveis para apostar.</p>
<p><strong>2. As Quotas</strong><br />
As quotas são a base de qualquer actividade desportiva. Quanto mais próxima esta estiver de 1.00, maior a probabilidade de essa equipa ou jogador vencer a partida. Não existe contudo um limite máximo para o valor das quotas. As apostas múltiplas consistem na multiplicação das quotas das várias partidas seleccionadas, e são geralmente as quotas mais vantajosas para o jogador. </p>
<p>Devido à enorme competição entre os vários bookmakers, como por exemplo a inglesa <a target="_blank" href="http://apuestas.betfair.es/">Betfair</a>, as quotas não variam grandemente entre as várias casas de apostas, estando quase sempre muito próximo de 1.00 quando se trata de uma equipa com grande favoritismo &#8211; sendo portanto os ganhos quase inexistentes. As apostas desportivas tornaram-se portanto uma actividade que exige jogadores informados, consistentes, e cujo ganho não está ao virar da esquina!</p>
<p><strong>3. Factor Psicológico</strong><br />
Apostar na sua equipa favorita é geralmente bastante perigoso. Os apostadores mais antigos costumam dizer &#8220;não aposte com o seu coração&#8221;. Se gosta de desporto, certamente que poderá apostar em outras equipas e em outros eventos.</p>
<p>Boa sorte!</p>
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		<title>Poker: Teoria ou Instinto?</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 14:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fora de Área]]></category>

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		<description><![CDATA[Os conceitos teóricos de poker estão por vezes de mãos dadas com a realidade do jogo, mas também poderão colidir inteiramente. Excelentes jogadores sabem quando devem jogar &#8220;by the book&#8221;, e quando pelo contrário deverão utilizar o seu instinto.
A teoria pode ser aprendida sem enorme dificuldade, e qualquer jogador poderá sentar-se a uma mesa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os conceitos teóricos de poker estão por vezes de mãos dadas com a realidade do jogo, mas também poderão colidir inteiramente. Excelentes jogadores sabem quando devem jogar &#8220;by the book&#8221;, e quando pelo contrário deverão utilizar o seu instinto.</p>
<p>A teoria pode ser aprendida sem enorme dificuldade, e qualquer jogador poderá sentar-se a uma mesa e jogar sem cometer um erro grave. Mas apenas um grande jogador saberá com clareza avaliar as suas cartas e os seus adversários para tomar a melhor decisão baseada no seu <em>feel</em>. Alguns jogadores aplicam um jogo extremamente mental, por vezes adivinhando a mão do seu adversário. </p>
<p>É uma questão de abilidade natural, e nada mais. Todos os grandes jogadores conhecem a matemática do poker e são capazes de avaliar mentalmente as percentagens de vitória para cada situação. Mas sem uma capacidade real para encontrar fraquezas no adversário e um instinto para aplicar a cada decisão, o jogador de poker está destinado ao insucesso.</p>
<p>Alguns jogadores são fantásticos no aproveitamento de uma &#8220;onda de sorte&#8221;. Outros parecem não ser capazes de a reconhecer devidamente. Há alguns anos, um jogador venceu alguns <a href="https://poker.bwin.com/pt/poker.aspx?content=tournamentbasics">torneios de poker</a> com uma vaga de sorte que durou mais de 3 dias. Os seus adversários, aliás, pouco poderiam fazer para contrariar a vantagem do seu adversário. Neste caso, a abilidade de pouco servirá, pois a realidade do jogo e das cartas acaba por ser totalmente decisivo.</p>
<p>Um jogador experiente utiliza ambas para vencer. O jogador inexperiente acredita maioritariamente na sorte, colocando o skill e a teoria para um segundo plano. Um novo jogador deverá ser aconselhado a estudar a teoria e a matemática do jogo antes de se sentar a qualquer mesa de poker. Deixado à sua sorte, o seu destino será seguramente sair da mesa de mãos vazias. </p>
<p>O conhecimento do jogo irá motivar o jogador de poker numa fase de maior azar, e poderá permitir dar a volta a uma situação de azar. Aliás, a verdadeira marca de um excelente jogador de poker é a capacidade de vencer um pot sem apresentar a melhor mão da mesa. Faça já o <a href="https://www.bwin.com/pt/poker-online-gratuito">poker download</a> de um software de poker e comece a sua aventura no mundo do poker.</p>
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		<title>A sorte e o azar de Stuart Holden</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 15:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Sorte também escreve direito por linhas tortas. É aí que entra o ‘azar’ de Stuart Holden.
Inglaterra. “Estrela emergente norte-americana foi detectada pelo radar bracarense”. Poderia ter sido o título de uma notícia do mercado de transferências há bem pouco tempo. O interesse, pouco noticiado na altura, transformou-se agora numa das agradáveis surpresas mais faladas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sorte também escreve direito por linhas tortas. É aí que entra o ‘azar’ de Stuart Holden.</p>
<p>Inglaterra. “Estrela emergente norte-americana foi detectada pelo radar bracarense”. Poderia ter sido o título de uma notícia do mercado de transferências há bem pouco tempo. O interesse, pouco noticiado na altura, transformou-se agora numa das agradáveis surpresas mais faladas por terras futebolísticas de Sua Majestade.</p>
<p>Stuart Holden. O nome dirá pouco, ou talvez nada a quem acompanha o futebol português. O seu destaque seria justificado pelo interesse que o Sporting de Braga demonstrou na sua contratação. Mas a sua história é mais do que isso.<br />
Stuart preferiu umas semanas de experiência em Inglaterra aos quatro anos de contrato vantajoso oferecidos pelos bracarenses. Os testes conduziram à sorte, desta feita em garantir um contrato até 2013 com o Bolton Wanderers e o seu regresso à Premier League.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3581 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/02/holden.jpeg" alt="Stuart Holden" width="280" height="157" align="left" title="A sorte e o azar de Stuart Holden" />Fala-se em regresso, e, apesar de tudo, é o azar que retorna à memória. Na sua primeira passagem por Inglaterra,  em Janeiro de 2005, ao serviço do Southampton, Holden fora atacado à saída de um pub enquanto esperava por um taxi, do qual resultou um corte profundo no sobrolho e dois meses de ausência. Como se tal não bastasse, pouco tempo depois sofre uma lesão grave no tornozelo. Paragem até ao final da época. Resultado: foi dispensado do clube do Norte de Inglaterra sem ter realizado um único jogo oficial.</p>
<p>Retornou à pátria para encetar a sua recuperação. Integrou a equipa do Houston Dinamo entre 2006 e 2009, e 103 partidas depois e com o título de campeão, a sua carreira dirigia-se novamente para um impasse. Mas este não seria tão azarento, antes pelo contrário. Em Janeiro de 2010, o actual treinador do Bolton Wanderers, Owen Coyle, notou a pujança e vontade de Holden em várias partidas a contar para a Major League Soccer americana.</p>
<p>Um telefonema bastou para pôr novamente na órbita do jogador o espectro do passado azarento. Ao mesmo tempo entrava em cena o Sporting de Braga. A coincidência apenas fortaleceu o desejo de regressar e perseguir o sonho de triunfar na Premier League. O azar, esse ficava para depois. Embora não faltasse muito. Ignorou uma mais vantajosa proposta, em termos económicos, do nosso recente candidato a quarto “grande”. A vontade de triunfar e saborear a eventual ementa de sucesso falava mais alto. Aquela que em 2005 não tinha passado sequer da entrada principal.<br />
Regressava, agora com 24 anos, à ribalta do futebol europeu. O seu destino: Bolton Wanderers, tradicionalmente um clube de meio da tabela, que ano após ano dirige esforços na luta contra a despromoção, veio a assumir-se como uma agradável surpresa na corrente época. Mas antes disso, o azar, velho amigo, voltou a abraçar Holden. Num amigável contra a Holanda, em Março, o bárbaro Nigel de Jong (actualmente no Machester City) partiu-lhe a perna. Recuperou a tempo para ir ao Mundial, mas apenas pisou os relvados durante cinco minutos.</p>
<p>No último fim-de-semana, o Tottenham, actual quinto classificado, teve de suar muito para levar os três pontos da sua própria casa, e só o conseguiram no minuto 90. O Bolton foi derrotado, sim, mas as dificuldades que impôs ao cada vez mais gigante londrino não eram, digamos, costume. Porventura ainda estivesse na memória dos londrinos os 4-2 impostos no jogo da primeira no Norte de Inglaterra.</p>
<p>O soccer de Holden na Premier League era, em Dezembro, premiado pelos adeptos ingleses com a inclusão na equipa ideal da meia-época. Conceito original? Talvez, mas deveras motivador. O 8.º lugar do clube e as exibições de Stuart Holden certamente justificam a nomeação.</p>
<p>Verdade seja dita, há males que vêem por bem. E não é só Deus que escreve direito por linhas tortas. Pelos vistos, a sorte, e também o azar, apanharam-lhe o jeito.</p>
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		<title>Cosmos de Pelé abre busca a novas estrelas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 17:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Cerca de 100 jovens brasileiros encontram-se no Itu Spa Sport, em São Paulo. Disputam o legado de fama deixado pelo Rei, onde o seu brilho já distante chama pelo despontar de novas estrelas.
Treinadores do distante soccer norte-americano aguardam para observarem momentos do mais genuíno, técnico e descontraído estilo de futebol do mundo. E exportador, também. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 100 jovens brasileiros encontram-se no Itu Spa Sport, em São Paulo. Disputam o legado de fama deixado pelo Rei, onde o seu brilho já distante chama pelo despontar de novas estrelas.</p>
<p>Treinadores do distante soccer norte-americano aguardam para observarem momentos do mais genuíno, técnico e descontraído estilo de futebol do mundo. E exportador, também. O futuro, não só futebolístico como igualmente académico, é disputado por todos os moleques que pisam hoje o relvado, cheios de ambição em seguir o caminho que outrora o Rei Pelé desbravou.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3575 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top: 3px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/02/pele-197x-new-york-cosmos.jpg" alt="Pelé" width="280" height="177" align="left" title="Cosmos de Pelé abre busca a novas estrelas" />A iniciativa, promovida pela empresa 2SV, já apresentou resultados no primeiro semestre de 2010, onde 45 jovens brasileiros usufruíram de bolsas de estudo fruto do seu desempenho sob os olhares atentos de treinadores norte-americanos. A oportunidade de aliar os estudos com o desporto é aliciante para qualquer jovem, onde o seu talento lhe pode abrir portas e reduzir despesas, a troco de emigrarem para os EUA, onde serão acolhidos por uma das 15 universidades que marcam presença na sessão com o intuito de recrutar jovens potenciais. Apesar de assimilar objectivos primordiais de desenvolvimento académico e linguístico (sim, a aprendizagem de inglês é fulcral), a maioria dos jovens encara esta ocasião como uma enorme oportunidade de “atacar” uma carreira de jogador profissional.</p>
<p>A proliferação de jogadores canarinhos no estrangeiro constituiu-se como algo banal. Portugal lidera, por razões óbvias. Em Setembro, com a Liga a dar os primeiros pontapés, eram 143 os jogadores que tratavam a bola com ginga e sotaque. Dos 204 jogadores contratados no mercado de transferências de Verão, 81 são originários de Terras de Vera-Cruz, quase 40% da importação futebolística do nosso campeonato. Quanto aos EUA, contabilizaram na última época 16 brasileiros na Major League Soccer, todos no encalço do legado deixado por Pelé.</p>
<p>Decorria o ano de 1975 quando o New York Cosmos retira o Rei da sua reforma de dois anos numa áurea tentativa de incutir ao futebol nos EUA o título que já na Europa usufruía e que até Pelé juntava ao seu nome – desporto Rei. Cinco anos após o início das competições oficiais, o soccer nunca tinha conseguido verdadeiramente angariar interesse suficiente e o consequente público para sustentar a sua existência. Mas com Pelé tudo viria a mudar. A notícia da sua contratação foi estrondosa e com efeitos imediatos. A equipa de Nova Iorque (que antes era obrigada a distribuir bilhetes junto com a compra de um hambúrguer no Burguer King) viu a afluência aos seus jogos aumentar desmesuradamente, até ao ponto de ter que bloquear os acessos ao estádio em dias de jogo, que então apenas albergava 22,500 pessoas. Na despedida oficial de Pelé, eram já 77,000 pessoas extasiadas por assistirem aos últimos pedaços de magia do Rei.</p>
<p>Os jovens que disputam as scholarships norte-americanas representam uma nova aposta dos EUA no rejuvenescimento do seu soccer, onde o incremento tanto de qualidade como de popularidade parece ser uma obsessão. Mas desencantar outro Pelé será, com certeza, uma tarefa utópica.</p>
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		<title>Pressão Alta: A Qualidade Perdida</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 20:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting CP]]></category>
		<category><![CDATA[Zon Sagres 10/11]]></category>

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		<description><![CDATA[Futebol. A linha intermediária do Sporting tem vindo a evidenciar uma incapacidade em acompanhar as exigências, em termos de transições defesa-ataque, e vice-versa, que a equipa necessita ao longo de determinados momentos de jogo. Esta insuficiência pode explicar-se pela excessiva preocupação em manter o equilíbrio posicional das suas unidades em campo.
O meio-campo titular mais vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Futebol. A linha intermediária do Sporting tem vindo a evidenciar uma incapacidade em acompanhar as exigências, em termos de transições defesa-ataque, e vice-versa, que a equipa necessita ao longo de determinados momentos de jogo. Esta insuficiência pode explicar-se pela excessiva preocupação em manter o equilíbrio posicional das suas unidades em campo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3570 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/01/maniche_mendes_santos.jpeg" alt="Maniche, Pedro Mendes, André Santos" width="280" height="196" align="left" title="Pressão Alta: A Qualidade Perdida" />O meio-campo titular mais vezes apresentado esta época tem contado com a dupla André Santos-Maniche, ou, quando o treinador opta pelo 4-3-3, posiciona-se à sua frente, normalmente, Jaime Valdés. Abordando especificamente a dupla referida, é aqui que os ritmos de jogo da equipa são pautados, tanto a defender, quanto a atacar. A pressão alta, por exemplo, elemento tantas vezes prezado por Paulo Sérgio no início da época, veio gradualmente a desaparecer das rotinas evidenciadas pela equipa. Tal situação verifica-se, presumivelmente, pelo enorme desgaste que esta opção provoca nos jogadores ao longo da partida pois, se não for realizada com a equipa como um bloco e correctamente interpretada, em termos de movimentos, por todos os jogadores, rapidamente o cansaço se apodera dos elementos mais pressionantes, face a outros jogadores que porventura não cumpram as exigências posicionais desta vertente do momento defensivo.</p>
<p>Apenas nos primeiros jogos da temporada se viu um Sporting a exercer pressão alta sem bola, enquanto o seu treinador apostou mais no 4-3-3 como táctica predilecta. A presença de três elementos no eixo central e de dois extremos a fechar nos corredores permitia um bom preenchimento zonal a defender, de modo a dificultar a saída atacante da equipa adversária. Porém, as exigências físicas parecem ter levado Paulo Sérgio a abdicar deste modelo.</p>
<p>A crescente aposta na linearidade do 4-4-2 (também fruto da longa paragem de Pedro Mendes), retirou a eficiência da aposta na pressão alta no momento da transição ataque-defesa. A juventude e inexperiência de André Santos levam a que muitas vezes prefira reter o equilíbrio posicional, mais junto à retaguarda defensiva. Assistimos, por diversas vezes, a Maniche a tentar juntar-se à dupla de avançados e pressionar logo quando a equipa perde a bola, ou nos momentos em que a equipa adversária opte por sair a jogar desde trás. Contudo, as pernas e stamina do internacional português já não são aquelas que encantaram os adeptos nas suas épocas no FC Porto e na Selecção Nacional. Maniche tem hoje um futebol mais estático e cerebral, privilegiando a qualidade de passe e circulação de bola.</p>
<p>A aposta no 4-3-3 foi-se perdendo, e, consequentemente, a pressão alta como elemento-base do momento defensivo. A profícua forma de Hélder Postiga, a lesão de Pedro Mendes e a aparente obrigatoriedade de Liedson em ser titular, cimentaram o 4-4-2 como modelo táctico mais rotinado. O bom futebol tem sofrido com isso, embora as eventuais explicações não se limitem apenas a este aspecto. Longe disso. Ao inconstante desempenho da equipa acresce agora a crise administrativa, provocada pela demissão de José Eduardo Bettencourt. No último encontro, a equipa bateu o Penafiel por 4-0, apesar de uma exibição pouco entusiasmante.</p>
<p>Cabe a Paulo Sérgio segurar as rédias motivacionais da equipa, e tentar devolver a qualidade exibicional que, a espaços, o Sporting já mostrou esta temporada.</p>
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		<title>Roleta, o clássico jogo de Casino</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 16:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Jogada por milhões de pessoas em todo o planeta, tanto online como nos casinos tradicionais, a Roleta é certamente o mais popular e emblemático dos jogos de casino. Mas afinal como nasceu este famoso jogo?
Bem mais antigo do que se julga, a Roleta tradicional é originária da França, inventada por Blaise Pascal em 1665. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jogada por milhões de pessoas em todo o planeta, tanto online como nos casinos tradicionais, a Roleta é certamente o mais popular e emblemático dos jogos de casino. Mas afinal como nasceu este famoso jogo?</p>
<p><img class="attachment wp-att-3559 alignleft" style="margin-top: 4px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2011/01/roulette_big.jpg" alt="Roleta, o clássico jogo de Casino" width="280" height="175" align="left" title="Roleta, o clássico jogo de Casino" />Bem mais antigo do que se julga, a Roleta tradicional é originária da França, inventada por Blaise Pascal em 1665. Quando desenvolveu a sua primeira versão, Pascal pretendia inventar um instrumento de movimento perpétuo, algo que contudo não seria bem sucedido.</p>
<p>E curiosamente, a Roulette haveria de nascer com o mesmo conceito daquele que é actualmente o jogo mais popular nas casas de casino. Jogada nos conventos de forma a combater a rotina do dia-a-dia, cedo este jogo ganhou notoriedade, sendo inserido nos casinos de Paris, sendo maioritariamente um jogo de elites.</p>
<p>Mais tarde haveria de se alargar a todas as classes sociais, sendo amplamente jogado nos casinos europeus e americanos. Em 1842, os irmãos François e Louis Blanc decidiram adicionar o número zero à roleta, aumentando assim os ganhos para o seu casino.</p>
<p>E a lenda conta que os irmãos fizeram um pacto com o diabo de modo a conhecer os segredos da roleta, lenda que provavelmente terá a ver com o facto de a soma de todos os números da roda ser 666, aquele que é considerado o número da besta.</p>
<p>A realidade é que a simplicidade parece ser a palavra-chave deste jogo, aliada à emoção de todo o processo de rotação da pequena bola até ao momento em que esta fica imóvel e o seu número é conhecido.</p>
<p>A Roleta poderá ser jogada em diversas plataformas online, como no <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.casino.pt/betclic-casino" target="_blank">BetClic Casino</a> ou no <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.casino.pt/bwin-casino" target="_blank">Bwin Casino</a>, e continua a cativar pessoas de todas as idades e meios.</p>
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		<title>River Plate, do futebol para a universidade</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Sep 2010 15:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[É uma acção no mínimo surpreendente. O River Plate avança para algo de inédito no mundo do futebol: a fundação de duas faculdades onde irão ser leccionados cursos, como seria de esperar, relacionados com o desporto. Os «milionários», famosos pela espantosa capacidade de formação e lançamento de atletas de enorme valia &#8211; como Saviola, Aimar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma acção no mínimo surpreendente. O <a target="_blank" href="http://www.maisfutebol.iol.pt/jornal-do-incrivel/river-plate-universidade-argentina-maisfutebol/1192416-1473.html">River Plate</a> avança para algo de inédito no mundo do futebol: a fundação de duas faculdades onde irão ser leccionados cursos, como seria de esperar, relacionados com o desporto. Os «milionários», famosos pela espantosa capacidade de formação e lançamento de atletas de enorme valia &#8211; como Saviola, Aimar, Belluschi, Falcao, apenas para mencionar alguns &#8211; tomam assim mais um caminho incrível na história do futebol.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3540 alignleft" style="margin-top: 4px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/09/RIVER-UNIVERSITY.jpg" alt="Universidad River Plate" width="280" height="189" align="left" title="River Plate, do futebol para a universidade" />A partir de Agosto de 2011 serão cinco os cursos disponibilizados pela Universidade de River, divididos entre duas faculdades: Educação e Desporto, e Economia e Administração Desportiva. Na primeira será possível tirar as Licenciaturas de Educação Física e Educação Física ramo educacional. Na segunda os cursos de Administração, Administração Desportiva e Marketing Desportivo. A Universidade terá como reitor Juan Carlos Pugliese, antigo secretário de estado das Políticas Universitárias entre 2003 e 2007, e terá como principal objectivo &#8220;capitalizar os atributos do desporto, abordando o ensino, administração e o espectáculo desportivo&#8221;.</p>
<p>Mas afinal a que se deve uma decisão como esta? Na realidade, o ensino associado ao clube desportivo é algo de recorrente na Argentina, e o próprio River até já dispõe de ensino básico e secundário, algo que surgiu naturalmente da necessidade de garantir que a sua academia de futebolistas recebia o devido acompanhamento educativo e pedagógico.</p>
<p>Outros exemplos de futebol associados o ensino superior poderão ser encontrados no México, Peru, e até na China. Mas o River é o primeiro a garantir uma Universidade própria e autónoma. E se a Universidade também poderá oferecer aos seus atletas uma nova mais valia nas suas vidas profissionais, trata-se especialmente de uma nova &#8220;ferramenta&#8221; de marketing poderosa e que, bem trabalhada, poderá trazer ao clube de futebol uma nova vaga de associados, simpatizantes e de uma forma geral uma maior visibilidade à já emblemática formação «milionária».</p>
<p>Na belíssima cidade de Buenos Aires, este será certamente mais um tema de discussão e rivalidade entre <a href="http://www.jogodearea.com/2008/08/observatorio-classicos-de-sempre-ii-boca-juniors-x-river-plate/">Boca e River</a>. Se as coisas no campo de futebol não têm saído bem, o River consegue finalmente &#8220;festejar&#8221; um projecto que levou 4 anos e que permitirá levar o nome do clube para outros palcos. Poderá visitar <a href="http://www.fundacioncarp.org.ar/index.php" target="_blank">aqui</a> o sítio oficial da fundação.</p>
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		<title>As 10 Transferências Mais Sonantes Em Inglaterra</title>
		<link>http://www.jogodearea.com/2010/09/as-10-transferencias-mais-sonantes-em-inglaterra/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 09:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado de transferências está agora firmemente encerrado pelo que vos deixo aqui as consideradas 10 transferências mais sonantes em Inglaterra. Poderão ou não concordar, pelo que deixo em aberto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de transferências está agora firmemente encerrado pelo que vos deixo aqui as consideradas 10 transferências mais sonantes em Inglaterra. Poderão ou não concordar, pelo que deixo em aberto a possibilidade de comentarem.</p>
<p>10. Pablo Barrera, Universidad Nacional para o West Ham (£4 milhões)<br />
Ligado ao interesse de vários clubes, após ter dado nas vistas no mundial pelo México, acabou com uma certa surpresa por escolher o West Ham (há quem diga que por causa de Avram Grant). Apesar do mau inicio dos hammers, Barrera tem-se mostrado como um bom dinamizador do ataque, sendo já considerado uma grande compra por apenas £4 milhões.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3520 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/09/joe-cole-liverpool.jpg" alt="Joe Cole, Liverpool" width="270" height="182" align="left" title="As 10 Transferências Mais Sonantes Em Inglaterra" />9. <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1178767&amp;div_id=1488&amp;psec_id=46" target="_blank">Joe Cole</a>, do Chelsea para o Liverpool (custo zero)<br />
Outrora uma das pérolas do Chelsea e “perseguido“ por Tottenham, Arsenal e Manchester United, Joe Cole acabou em Liverpool. Com um inicio desastrado de temporada, expulso no primeiro jogo da Premier League e falhando uma grande penalidade para a Liga Europa, não deixa de ser uma grande contratação tendo em conta que nada custou.</p>
<p>8. Moussa Dembele, do AZ Alkmar para o Fulham (£5 milhões)<br />
Um ilustre desconhecido até o Birmingham City o ter andado a “farejar“. O jogador disse não a outros emblemas e seguiu para Londres para se juntar à equipa de Mark Hughes onde já mostrou o seu impacto. Em dois jogos marcou um golo e deu dois a marcar. Mais uma “pechincha“ ao que parece.</p>
<p>7. Jerome Boateng, do Hamburgo para o Manchester City (£11.5 milhões)<br />
Contratado pelo Manchester City antes do mundial, onde ajudou a Alemanha a atingir as meias finais. Um defesa forte e determinado que facilmente se adaptará à Premier League e reforçará a defesa dos “citizens“, muitas vezes considerada demasiado frágil.</p>
<p>6. Hatem Ben Arfa, do Marselha para o Newcastle (empréstimo)<br />
O “bad boy“ do futebol francês é aposta do Newcastle no regresso ao escalão maior em Inglaterra. Ligado a vários gigantes do futebol europeu, acaba emprestado por uma época para ajudar a equipa de Chris Hughton. Certamente um muito bom negócio para os Geordies.</p>
<p>5. Alexander Hleb, do Barcelona para o Birmingham City (empréstimo)<br />
Alex McLeish estará muito satisfeito com o empréstimo deste jogador. Deu nas vistas no Arsenal o que lhe valeu a transferência para Barcelona. Perdeu espaço na equipa catalã e recusou vários clubes, entre eles o Benfica, para voltar a Inglaterra. Dotado de enorme versatilidade no meio campo ofensivo, o empréstimo por um ano com opção de compra mostra-se uma jogada de génio.</p>
<p>4. Ramires, do Benfica para o Chelsea (£18 milhões)<br />
<a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">Apostado na renovação do título</a>, Carlo Ancelotti recebe na sua equipa um dos jovens futebolistas mais prometedores do momento. Um jogador que todos conhecemos, vem trazer sangue novo a uma equipa um tanto envelhecida. De notar que o Chelsea gastou £3o milhões no mercado, sendo mais de metade desse montante investido no passe do atleta canarinho.</p>
<p>3. Marouane Chamakh, do Bordéus para o Arsenal (custo zero)<br />
Pode não ser o terceiro melhor jogador a ser contratado neste verão, mas o facto de ter chegado aos “Gunners“ a custo zero parece ser mais uma jogada de perícia de Arsene Wenger. Vem aumentar a legião francesa do Arsenal mas com créditos firmados. Atacante possante para tentar dar eficácia ao futebol maravilha dos londrinos. Já marcou em jogos oficiais e já se faz notar.</p>
<p>2. Javier Hernandez, do Guadalajara para o Manchester United (£7 milhões)<br />
Mais um jovem desconhecido contratado antes do mundial, onde deu nas vistas e se valorizou, e que Sir Alex Ferguson descobriu. Já entrou na equipa, marcando golos, e é uma promessa para o futuro dos “red devils“.</p>
<p>1. <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1188690&amp;div_id=1486&amp;psec_id=46" target="_blank">Rafael van der Vaart</a>, do Real Madrid para o Totteham (£8 milhões)<br />
Parecia estar a caminho do Bayern por mais do dobro do dinheiro o que faz com que o tão desejado atleta holandês seja a “pechincha“ deste verão. Redknapp estará completamente radiante por poder contar com a talentoso atacante, adicionando mais uma solução ofensiva ao já demolidor ataque dos spurs.</p>
<p>Estas são consideradas as 10 mais sonantes transferências, mas porque não acrescentar mais algumas: <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/inglaterra/liverpool-raul-meireles-steve-gerrard-fc-porto-inglaterra-maisfutebol/1191710-1488.html" target="_blank">Raúl Meireles</a>, um dos ícones do Porto dos últimos anos (a ver vamos se fará falta no próximo <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">Porto x Braga</a>) e também um jogador que despontou neste mundial, contratado pelo Liverpool para substituir Mascherano; <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1183971&amp;div_id=1458&amp;psec_id=46" target="_blank">Bebé</a>, contratado por uma verba milionária ao Vitória de Guimarães sem nunca se ter estreado na Liga Portuguesa, e a quem se antevê um futuro brilhante. Com uma adaptação inicialmente conturbada, é agora opção para a Liga dos Campeões; <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1188534&amp;div_id=1490&amp;psec_id=46" target="_blank">Balotelli</a>, contratado pelo Manchester City, controverso, lesionado mas pleno de talento em bruto já faz correr muita tinta.</p>
<p>Em Janeiro o processo recomeçará, tendo certamente alguns destes nomes brilhado e outros desiludido os seus adeptos. Trata-se de uma temporada em que as carências financeiras que se fazem sentir afastaram possíveis transferências milionárias, mas que contudo não impediu os vários emblemas ingleses de se reforçar com atletas que certamente trarão maior espectacularidade ao já emocionante campeonato inglês.</p>
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		<title>NFL: A paixão do futebol americano</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 12:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol Americano]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se do desporto mais popular nos EUA, deixando para trás na lista nomes como basebol, basquetebol e obviamente futebol. A liga profissional, National Football League (NFL), composta por 32 equipas, é dividida em duas outras ligas, a NFC e a AFC. As equipas campeãs de cada uma delas enfrentam-se no emblemático Super Bowl, considerado por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se do desporto mais popular nos EUA, deixando para trás na lista nomes como basebol, basquetebol e obviamente futebol. A liga profissional, National Football League (NFL), composta por 32 equipas, é dividida em duas outras ligas, a NFC e a AFC. As equipas campeãs de cada uma delas enfrentam-se no emblemático <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1137831&amp;div_id=1493&amp;psec_id=46" target="_blank">Super Bowl</a>, considerado por muitos o maior espectáculo do mundo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3499 alignleft" style="margin-top: 7px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/09/Indianapolis-Colts.jpg" alt="Indianapolis Colts" width="280" height="193" align="left" title="NFL: A paixão do futebol americano" />Estima-se no Super Bowl uma audiência anual de quase metade dos lares com TV norte-americanos, sendo a prova igualmente emitida para 150 outros países em cerca de 30 idiomas diferentes. Prova disso é que as quinze maiores audiências da história da TV americana foram em jogos de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1137554&amp;div_id=1493&amp;psec_id=46" target="_blank">Super Bowl</a>. A edição XLIV, disputada em Fevereiro de 2010, tornou-se o programa com maior audiência de sempre nos Estados Unidos, alcançando uma média de 106.5 milhões de telespectadores (num universo de aproximadamente 300 milhões de habitantes).</p>
<p>E devido ao poder económico do Super Bowl, não apenas se trata do evento com as <em>rates</em> mais elevadas de todo o ano, como as próprias empresas fazem questão de canalizar verbas milionárias para desenvolver anúncios especiais relacionados com o Super Bowl. Na verdade, a análise e discussão das manobras publicitárias da grande final tornou-se quase uma tradição. Outro elemento a ter em consideração são as apostas desportivas. Milhões de dólares são investidos pelos norte-americanos no fenómeno <em><a href="http://www.betus.com/sports-betting/nfl-football/" target="_blank">NFL betting</a></em>, sendo no entanto os ganhos um elemento secundário. O que importa é a emoção e a adrenalina que as apostas representam.</p>
<p>Uma das questões mais comuns é o porquê deste desporto se chamar futebol, quando na realidade de futebol não tem quase nada, sendo no entanto assim conhecido por quase todo o mundo. Na verdade, é do râguebi que o futebol americano surgiu. Este, por sua vez, apareceu a partir do futebol quando os jogadores começaram a carregar a bola com as mãos. E até hoje o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1134036&amp;div_id=1493&amp;psec_id=46" target="_blank">futebol americano</a> ainda mantém semelhanças facilmente reconhecíveis com o râguebi.</p>
<p>O futebol americano é uma modalidade de contrastes. Junta a acção e a estratégia em cada jogada. Tem atletas grandes e pesados, e outros pequenos e ágeis. O objectivo principal do jogo é o de avançar com a bola até ao final do terreno de jogo (<em>end zone</em>) adversário para assim somar pontos. O campo de jogo possui cerca de 92 metros de comprimento e 53 metros de largura. A partida é dividida em 4 <em>quarters</em> de 15 minutos cada. E a obsessão por este desporto é de tal ordem, que o futebol universitário atinge popularidades comparáveis à liga profissional. A grande maioria das universidades participa na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/National_Collegiate_Athletic_Association" target="_blank">NCAA</a> (National Collegiate Athletic Association), primeira divisão de futebol universitário, lotando constantemente enormes estádios.</p>
<p>Quando na Europa se discute o afastamento das pessoas dos estádios de futebol (a nossa prova rainha), os Estados Unidos continuam a mostrar deter a receita para o sucesso das suas modalidades desportivas, feitas a pensar no espectáculo, na diversão, e considerando apenas um essencial ingrediente: o espectador.</p>
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		<title>A emoção do Casino online!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 09:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente abordámos a loucura do Poker na internet e aquilo que levou este jogo de cartas até à ribalta. Hoje iremos tentar compreender o que é o Casino online e porque razão tem ganho um enorme número de novos adeptos de todas as idades.
A realidade é que o mundo actual se tornou dependente da internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente abordámos a loucura do Poker na internet e aquilo que levou este jogo de cartas até à ribalta. Hoje iremos tentar compreender o que é o Casino online e porque razão tem ganho um enorme número de novos adeptos de todas as idades.</p>
<p>A realidade é que o mundo actual se tornou dependente da internet, e mesmo os tempos livres são por vezes associados à vida online. O Casino, como local físico, é por vezes associado a um lado menos positivo da sociedade, mas a verdade é que a internet veio rejuvenescer esta clássica actividade praticada por tantas pessoas. Actualmente a oferta é imensa, e as casas de Casino na internet são hoje mais do que tudo uma diversão, em que a  &#8220;pay rate&#8221; (percentagem do montante apostado que retorna aos bolsos dos jogadores) é surpreendentemente superior a 98%. Isto faz do casino online um dos jogos com maior probabilidade de ganho do mundo virtual. <a href="http://www.blackjackpt.net/" target="_blank">Blackjack</a>, dados, <a href="http://www.slotmachinesportugal.com/" target="_blank">slots</a>,  raspadinha, video poker, <a href="http://www.roletaportuguesa.com/" target="_blank">roleta</a>, bingo, são alguns exemplos da quase interminável lista de jogos oferecidos por estas casas nos dias que correm.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3490 alignleft" style="margin-top:4px;margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/09/CasinoPT_image.jpg" alt="A emoção do Casino online!" width="250" height="200" align="left" title="A emoção do Casino online!" />Outro elemento estimulante para aqueles que sonham fazer uma fortuna online é o facto de quase todos os sites ofereceram vantajosos bónus de boas-vindas (com montantes que podem chegar aos 3.000€,  como no Casino Tropez, ou até 2.400$ como no Casino Europa).</p>
<p>Dada a vasta oferta, pode ser difícil escolher um  casino e um jogo. E numa tentativa de organizar essa  informação já existem portais de casino em português. O <a title="Casino.pt" href="http://www.casino.pt/" target="_blank">Casino.pt</a> é um desses exemplos. Trata-se de um guia de casino online que analisa os diferentes sites, os vários jogos, disponibiliza artigos sobre regras e estratégias dos diferentes jogos  (muito úteis para iniciantes mas também para jogadores mais avançados,  que podem assim melhorar o seu jogo), fornece notícias actualizadas sobre o  mundo do casino online, compara os bónus e promoções oferecidas  pelos vários casinos e oferece também bónus exclusivos. Para além  disso, é um site que se preocupa com os problemas de jogo e tem também  uma secção em que alerta os jogadores para a importância do jogo  responsável.</p>
<p>Para aqueles que por ventura não têm tempo ou paciência para dominar um novo jogo online, o Casino surge como uma boa alternativa para apostar algum dinheiro, ocupar algum tempo, e quem sabe ganhar uma fortuna sem muito esforço. Para alguns ainda visto como um jogo perigoso, a realidade é que esta actividade está a ganhar força e promete continuar a premiar muitos portugueses. Experimente!</p>
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		<title>A importância dos &#8220;estrangeiros&#8221; no futebol europeu</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 09:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema não é novo e não se restringe apenas ao nosso país. Estou a falar do excesso de “estrangeiros” a actuar no nosso futebol. Este problema surge um pouco por toda a Europa e com especial incidência em Inglaterra. E é precisamente deste país que vou falar.
Em Inglaterra sofre-se do mesmo mal que em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema não é novo e não se restringe apenas ao nosso país. Estou a falar do excesso de “estrangeiros” a actuar no nosso futebol. Este problema surge um pouco por toda a Europa e com especial incidência em Inglaterra. E é precisamente deste país que vou falar.</p>
<p>Em Inglaterra sofre-se do mesmo mal que em Portugal quanto ao número exagerado de “estrangeiros”. Os motivos são bem diferentes, mas as consequências semelhantes. A selecção inglesa, tal como a portuguesa, revela uma clara falta de escolhas em termos de talento o que pode à primeira vista parecer estranho. Estamos a falar de um dos campeonatos mais ricos e competitivos do mundo, de equipas recheadas de excelentes jogadores e sucesso futebolístico. Ora aqui está um dos principais motivos da falta de talento caseiro em Inglaterra. Os clubes têm um poder económico tal que, ao invés de apostarem na formação, recorrem à compra dos melhores jogadores por esse mundo. De tal forma que poucos jogadores ingleses têm espaço nas equipas do seu país. Ou de qualquer outra selecção de topo, para sermos sinceros.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3477 alignleft" style="margin-top:4px;margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/08/anelka_chelsea.jpg" alt="Anelka, Chelsea" width="280" height="180" align="left" title="A importância dos estrangeiros no futebol europeu" />As fracas prestações da selecção inglesa nos últimos anos, em contraste com o grande sucesso das suas equipas, veio alertar os responsáveis e desencadear uma procura para solucionar o problema. Juntamente com uma solução para o talento inglês, procura-se também uma solução para o incrível endividamento e caos financeiro em que muitos clubes britânicos se encontram. Nesta ordem de ideias, foram criadas uma série de regras que serão aplicadas na época que se está a iniciar. Regras essas que visam garantir uma cota mínima de jogadores caseiros, ou “home-grown players” como por lá são designados. As regras são relativamente simples: todos os clubes terão que inscrever, num plantel de 25 jogadores, pelo menos 8 jogadores “home-grown”. E o que são estes jogadores? São jogadores que estiveram inscritos num clube inglês (ou galês) pelo menos por 3 épocas entre as idades de 16 a 21 anos. De ressalvar que os jovens não necessitam de ser obrigatoriamente britânicos, podem ser estrangeiros.</p>
<p>Tudo isto vem de acordo com as recomendações da UEFA para se apostar mais na formação e apoiar aos jovens jogadores nacionais. As contrapartidas são evidentes, aumenta-se o valor dos jovens nacionais, diminui-se os gastos com as contratações milionárias e, equilibrando-se as finanças dos clubes. Todos ganham. Bem, todos não. Os empresários não devem gostar muito disto. Sabe-se bem que o dinheiro e interesse em volta do mercado de transferências são poderosos. A resistência, por parte daqueles que têm bastante a perder, será feroz e poderá bloquear noutras paragens as mesmas medidas. Além disso, os clubes sul-americanos irão sofrer muito, pois são a principal fonte de fornecimento de jogadores para a toda-poderosa Europa. Parece-me mesmo que estes clubes vivem muito destas “exportações”. Talvez por este facto a FIFA, ao contrário da UEFA, tenha avanços e recuos nesta matéria.</p>
<p>Em Portugal temos as duas faces desta moeda, temos um excesso gritante de jogadores estrangeiros, o Braga será o exemplo melhor com os portugueses a representarem menos de 20% do seu plantel. Também por cá se encontram dificuldades em recrutar para a selecção nacional a um nível que todos desejaríamos, recorrendo-se a nacionalização de atletas de outros países e ainda assim com sectores nitidamente pobres em soluções, nomeadamente o sector atacante. Pauleta terá sido o último dos ponta-de-lanças portugueses com real sucesso. Na outra face, temos clubes que ganham muito dinheiro com boas compras e melhores vendas. Sendo esse factor, de resto, uma das soluções para equilibrar orçamentos e aumentar a competitividade.</p>
<p>Estarão os ingleses certos na <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">aposta</a> que estão a fazer? Eu creio que sim e acredito ainda que se Platini conseguir fazer prevalecer as suas ideias, muito em breve toda a Europa se vai pautar pelas mesmas regras. Anjo ou demónio o tempo o dirá, mas o que é certo é que os problemas são reais e o estado financeiro dos clubes caótico.<br />
Uma última ideia para o nosso país, a legalização das apostas. Já muitos sites de <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">apostas</a> ganham dinheiro à custa do nosso campeonato, porque não ganharem também os clubes e  as entidades ligadas ao futebol a sua parte?</p>
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		<title>Poker, desporto ou modo de vida?</title>
		<link>http://www.jogodearea.com/2010/08/poker-desporto-ou-modo-de-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fora de Área]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, o Poker tem vindo a ganhar uma mais alargada presença no dia-a-dia dos portugueses, nomeadamente naqueles com uma maior ligação ao mundo virtual. O Poker veio para ficar, e segundo os especialistas isto é apenas o começo. Mas afinal qual será a explicação para este crescimento descontrolado? Será esta apenas mais uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.ionline.pt/conteudo/58458-quer-fazer-desporto-jogue-poker" target="_blank">Poker </a>tem vindo a ganhar uma mais alargada presença no dia-a-dia dos portugueses, nomeadamente naqueles com uma maior ligação ao mundo virtual. O Poker veio para ficar, e segundo os especialistas isto é apenas o começo. Mas afinal qual será a explicação para este crescimento descontrolado? Será esta apenas mais uma tendência global &#8211; como por exemplo as comunidades sociais &#8211; ou haverá algo mais? A realidade é que o Poker não apenas é uma actividade estimulante e divertida, mas é também um exigente exercício intelectual, e são cada vez mais aqueles que fazem dele profissão.</p>
<p>Este é o nosso primeiro artigo no dossier &#8220;Fora de Área&#8221;, uma rubrica onde pretendemos analisar inovações e tendências da nossa sociedade. A loucura do Poker pareceu-nos o tema ideal para fazer esta nossa estreia. Iremos abordar a evolução deste desporto em Portugal e fora de portas, assim como as casas de <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.poker.pt/" target="_blank">poker online</a> onde poderá mostrar os seus dotes a partir do conforto da sua casa. Acompanhe-nos nos próximos parágrafos e não deixe de escrever a sua opinião no final.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3446 alignleft" style="margin-top: 5px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/08/poker_big.jpg" alt="Poker" align="left" title="Poker, desporto ou modo de vida?" />Como começou o Poker? Existe um enorme debate sobre onde tudo se iniciou, contudo parece unânime que o &#8220;Poque&#8221; francês foi o primeiro impulsionador daquilo que actualmente é o <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.ionline.pt/conteudo/76829-european-poker-tour-em-busca-do-premio-mais-desejado-vilamoura" target="_blank">Poker</a>. O jogo terá chegado aos Estados Unidos no século XVIII, sendo mais tarde alvo de uma forte expansão até ao Oeste no séc. XIX &#8211; daí a habitual associação do jogo ao Wild West. Na América é há muito considerado um jogo de massas, especialmente desde a primeira edição do World Series of Poker, em 1970, cuja vitória sorriu ao mítico Johnny Moss.</p>
<p>A proibição das mesas na internet travou o crescimento natural do jogo, e a solução encontrada foi a expansão para território europeu. Actualmente, Portugal é um dos países europeus onde o Poker atinge maiores níveis de popularidade, contando com mais de 100.000 jogadores activos distribuídos pelas mesas online que se encontram a operar em Portugal. E este crescimento não deverá abrandar.</p>
<p>O Poker não é apenas aliciante devido ao desejo de ganhar dinheiro, mas é também um desporto que exige perícia e conhecimento. Os melhores jogadores dominam toda a matemática associada às mãos, algo que os permite decidir (<em>check</em>, <em>fold</em> ou <em>raise</em>) com uma maior dose de certeza. Até mesmo o famoso <em>bluff</em> está totalmente dependente do conhecimento que o jogador tem das suas cartas, e está longe de ser a jogada de sorte que muitas vezes lhe é associada.</p>
<p>No universo de poker online em Portugal distinguem-se algumas salas, desde logo a espectacular <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.pkrpokerpt.com/" target="_blank">PKR</a>, pioneira na oferta de mesas totalmente em 3D e que tem vindo a revolucionar o mundo do Poker pela sua abordagem inovadora. A <a style="text-decoration: underline;" href="http://pt.everestpokerbonus.com/" target="_blank">Everest Poker</a> é outra das célebres operadoras de poker no nosso país, com mais de 15.000 jogadores activos mensalmente, distribuídos por centenas de mesas.</p>
<p>O Poker está para ficar, e é algo que vai cativando mais e mais portugueses. Experimente!</p>
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		<title>Walter Henrique da Silva: diamante ou problema?</title>
		<link>http://www.jogodearea.com/2010/07/walter-henrique-da-silva-diamante-ou-problema/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Zon Sagres 10/11]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram diversas as semanas de indefinição no futuro deste jovem de 20 anos. E foi muita a paciência apresentada pelos dirigentes portistas, algo que não é muito usual de verificar no universo do dragão. Mas afinal o que levou a tanto esforço negocial? Será Walter um activo que apresenta desde já condições válidas para vingar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram diversas as semanas de indefinição no futuro deste jovem de 20 anos. E foi muita a paciência apresentada pelos dirigentes portistas, algo que não é muito usual de verificar no universo do dragão. Mas afinal o que levou a tanto esforço negocial? Será Walter um activo que apresenta desde já condições válidas para vingar no FC Porto? Conseguirão os elementos da estrutura técnica portista moldar o jovem craque à realidade do futebol europeu?</p>
<p>O futuro o dirá, mas a realidade é que <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1188723&amp;div_id=1304&amp;psec_id=46" target="_blank">Walter </a>poderá ser o primeiro craque com o dedo de Villas Boas a vingar no dragão. Natural de Recife, Walter Henrique da Silva começou desde cedo a brilhar fruto da sua capacidade física e remate fulminante. Actualmente com apenas 20 anos e 1.76m, o jovem pernambucano apresenta um peso médio de 87 kg, e apesar de já ter sido apelidado de &#8216;Gordinho&#8217;, o que é facto é que isso não lhe retira poder de explosão e a capacidade para furar defesas contrárias. Foi no Esporte Clube São José, clube da Série D brasileira, que Walter despontou. Em 2007, assinou pelo Internacional de Porto Alegre, percorrendo alguns escalões de formação e surpreendendo tudo e todos com a sua habilidade.</p>
<p>No início de 2009 <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1181691&amp;div_id=1304&amp;psec_id=46" target="_blank">Walter </a>era chamado para participar no Sudamericano Sub-20. É conhecida a história de diversos craques sul-americanos que se deram a conhecer ao mundo em troféus de selecções mais jovens. Pois bem, o brasileiro foi o melhor marcador da prova com 5 golos, conquistou o troféu, sendo considerado unanimamente como a figura da competição. As semelhanças com o &#8220;Gladiador&#8221; Adriano eram mais que muitas, começando na força física e na excelente técnica individual, e terminando no faro de golo e no inevitável potente remate aplicado com a perna direita. Cada partida era uma batalha para o jovem jogador, que era o primeiro defesa da equipa na luta pela conquista da bola. Uma qualidade que certamente revelará nos relvados portugueses.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3420 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/07/interwalter.jpg" alt="Walter" width="300" height="189" align="left" title="Walter Henrique da Silva: diamante ou problema?" />Mas a história de Walter tem tanto de brilhante como de dramática. É que o &#8220;Bigorna&#8221; já passou por quase tudo, desde problemas disciplinares, a conflitos com a &#8220;torcida&#8221;, até uma grave lesão. Segundo o seu empresário, a explicação para todos estes problemas tem uma base familiar. As dificuldades vividas pela família do atleta são sobejamente conhecidas.</p>
<p>Sem qualquer tipo de formação escolar, Walter sempre dependeu do futebol para sustentar a sua família, um fardo difícil de suportar para um miúdo de apenas 20 anos. Foi necessária uma forte actuação do seu empresário e clube para colocar esta jovem pérola no trilho certo, mas a realidade é que para o Inter já era tarde demais. Cansados de tanto problema, os dirigentes do clube aceitaram negociar o seu passe.</p>
<p>Outra curiosidade prende-se com a ligação do uruguai Juan Figger ao FC Porto. O agente de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1181002&amp;div_id=1304&amp;psec_id=46" target="_blank">Walter </a>é também responsável pela carreira de Hulk, uma das mais recentes jóias a aterrar nas Antas. Desde cedo que o empresário FIFA se especializou em atletas de nacionalidade brasileira. Foi um dos primeiros agentes a desenvolver a co-propriedade de talentos, sendo na altura investigado pelas suas actividades invulgares, acções que no entanto se tornariam perfeitamente comuns na indústria de futebol do século XXI, algo que assegura maior segurança e elasticidade financeira aos clubes de futebol na hora de adquirir novos talentos.</p>
<p>Walter é assim a 7ª compra portista neste defeso, chegando ao Porto por 6 milhões de euros (75% do passe) e prefazendo já mais de 25 milhões em aquisições para a temporada que se avizinha. Trata-se de mais uma aposta de <a title="Casino" href="http://www.spinpalace.com/portugues/" target="_blank">casino</a>, mas um investimento que segundo os responsáveis azuis se exige para fazer frente a uma época fracassada. James Rodriguez é outro dos diamantes que cabem a esta jovem equipa técnica moldar e tornar como activos válidos no contexto do nosso futebol. O que esperar deste Porto?<br />
<br/><br/></p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qtID5TKNgI8&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/qtID5TKNgI8&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="color: #888888;"> Melhores momentos de Walter </span></div>
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		<title>Khouma El Babacar, o novo talento Viola!</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 12:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos dezasseis anos, Khouma El Babacar, um senegalês de imponente porte físico, encanta o Artemio Franchi. Ao lado de outro jovem com o mundo a seus pés &#8211; o montenegrino Stevan Jovetic &#8211; resgatam a esperança de os viola poderem voltar a contar com uma dupla do nível de Rui Costa e Batistuta!
Ademais, diga-se que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos dezasseis anos, Khouma El Babacar, um senegalês de imponente porte físico, encanta o Artemio Franchi. Ao lado de outro jovem com o mundo a seus pés &#8211; o montenegrino Stevan Jovetic &#8211; resgatam a esperança de os viola poderem voltar a contar com uma dupla do nível de Rui Costa e Batistuta!</p>
<p>Ademais, diga-se que este jovem senegalês tem tudo para ter um radioso futuro no glamouroso mundo do calcio.. talento, velocidade e frieza na finalização são alguns dos predicados que tornam este verdadeiro talento no menino querido dos <em>tifosi viola</em>, num registo de jogo semelhante à gazela nerazurri, Balotelli. Mas distintamente de Super Mário, aqui termo de comparação, a aptidão natural que demonstra é proporcional à abnegação que coloca em cada lance. Ao desejo de tacticamente ser útil, o que o faz por vezes descair na faixa esquerda do seu ataque, alia-se a sua velocidade&#8230; a capacidade de desequilibrar em situações de confronto individual, tudo com o mesmo sorriso que tinha quando chegou aos treze anos a Pescara, seu primeiro clube em Itália, provindo do Senegal natal.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3394 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/03/Khouma-Babacar.jpg" alt="Khouma El Babacar, o novo talento Viola!" width="280" height="198" align="left" title="Khouma El Babacar, o novo talento Viola!" />Aí, as suas imensas qualidades falaram mais alto&#8230; e o departamento de prospecção da Fiorentina haveria de o resgatar, juntamente com o suíço Seferovic, o grande obreiro de uma conquista inédita para o futebol helvético: o campeonato mundial de Sub-17. Efectivamente, tudo tem acontecido rápido na carreira do jovem, desde que chegou a Florença&#8230; desde os cintilantes desempenhos na Equipa Primavera, à estreia frente ao Chievo num jogo da Taça de Itália foi um repente. O primeiro golo pela equipa principal surgiria nesse mesmo prélio e tornava-se óbvio que em Babacar residia um diamante por lapidar!</p>
<p>Com a suspensão de Mutu por problemas ligados ao doping, o seu espaço na equipa principal escancarava-se definitivamente e ele haveria de aproveitar a chance, tornando-se numa espécie de arma secreta de uma equipa que só não foi mais longe na Champions porque não a deixaram!</p>
<p>Aos dezasseis anos é para ser acompanhado com muita atenção. Real Madrid, Manchester United e Chelsea já quiseram observar<em> in loco</em> as qualidades do jovem&#8230; todavia, já receberam uma resposta inequívoca: quer ele, quer Jovetic, este já na rampa de lançamento para ser um dos melhores jogadores do mundo, são inegociáveis e intransferíveis, pois em Florença há o sonho de fazer reviver uma das mais vetustas alianças do mundo do futebol: a perfeita simbiose entre o playmaker e o ponta de lança&#8230; ou, como se diz em Firenze, após Rui Costa e Batistuta, o futuro será Jovetic e Babacar. A ver vamos!</p>
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		<title>Individualidades “Madrileñas”</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Após todos os encontros desta semana europeia, de entre todos os resultados que se registaram, uns mais inesperados que outros, há um facto que sobressai claramente: as duas equipas da capital espanhola que participavam nas provas europeias apresentavam mais um conjunto de individualidades do que uma verdadeira equipa. Embora com características distintas, Real e Atlético [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após todos os encontros desta semana europeia, de entre todos os resultados que se registaram, uns mais inesperados que outros, há um facto que sobressai claramente: as duas equipas da capital espanhola que participavam nas provas europeias apresentavam mais um conjunto de individualidades do que uma verdadeira equipa. Embora com características distintas, Real e Atlético denotaram nos seus respectivos jogos estarem dependentes em demasia de alguns elementos nas suas equipas, onde mecanismos e processos de conjunto revelam ausência de rotina e entrosamento, demonstrando níveis insuficientes para equipas que competem anualmente em provas da UEFA.</p>
<p>Começando pelo Atlético de Madrid, sem discutir as fraquezas da equipa em termos do seu plantel, é de realçar a inoperância evidenciada pelos seus dois médios-centro no jogo a contar para a Liga Europa contra o Sporting. Num sistema de 4-4-2 clássico e linear desenhado por Quique Flores, pressupõe-se que o duplo-pivot formado no meio campo seja capaz de acompanhar os restantes sectores na equipa quer nos momentos defensivos quer naqueles em que a equipa se encontra em ataque rápido ou continuado. E várias lacunas saltam à vista em ambos os momentos. Na transição ofensiva rápida ou em movimentos de contra-ataque, verificou-se uma grande tendência em colocar prontamente bolas nas laterais para os extremos (Reyes ou Simão, depois Salvio), ou directamente num dos avançados (Aguero ou Forlán) para que estes retessem a bola esperando a aproximação de apoios. O problema consistiu na constante demora destes em chegar rapidamente para dar esse apoio, ou, para ganhar eventuais segundas-bolas. Os ataques dos colchoneros basearam-se sobretudo nos raides de Reyes ou na inspiração de Aguero. Se porventura a bola não chegava a um destes jogadores, as acções da equipa resumiam-se a tentar manter a posse de bola, sem revelar qualquer dinamismo ou processos e movimentos estudados.</p>
<p>Parece faltar à equipa um médio box-to-box, com visão de jogo, sentido táctico, mais pulmão e técnica de modo a ser como um pêndulo para a equipa, para ser um ponto de referência no meio campo quando a equipa tem a posse de bola, para no passe mudar o flanco de jogo ou as áreas do campo onde incidir nas acções atacantes. Daí talvez a importância que se deu à impossibilidade de Tiago poder jogar. Por exemplo, por diversas vezes durante o encontro com o Sporting se viu Reyes a fazer passes de um flanco ao outro, ou a tentar encontrar outros jogadores em zonas menos congestionadas do campo. Tal deveu-se à falta de apoio dos médios centro – Paulo Assunção e Raul Garcia, &#8211; que muitas vezes se encontravam posicionados em linha ou demasiado no seu meio-campo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3386 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/03/real-madrid-lyon-cissokho-raul.jpg" alt="Cissokho e Raul" width="280" height="186" align="left" title="Individualidades “Madrileñas”" />No caso do Real Madrid, a dependência nas suas individualidades não é tão evidente pois a qualidade dos seus jogadores é muito mais elevada comparativamente aos seus rivais da cidade, em todos os sectores da equipa. Tal permite “disfarçar” até certo ponto a ausência de mecanismos bem trabalhados e entrosados, particularmente quando defrontam equipas com um nível mais elevado, como se viu esta época contra o AC Milan, Barcelona, Sevilha e agora contra o Lyon. Ao ser alvo de uma pressão mais alta ou ao jogar contra um meio-campo adversário mais povoado, a equipa revela uma incapacidade para sair a jogar com uma troca de passes curtos ou para se libertar de situações de inferioridade numérica. Nesses jogos, por vezes sobressai o trio Káká – Higuain – Cristiano Ronaldo, se a bola lhes chegar em condições, pois a sua qualidade individual intercalada permite muitas vezes decidir ou virar o resultados de uma partida. Repare-se no jogo contra o Sevilha: dois grandes golos de Higuain, mas sem uma grande exibição da equipa, apenas um grande espírito de luta e vontade em virar um resultado de desvantagem.</p>
<p>Esta incapacidade  da equipa nota-se ainda mais quando está ausente da equipa o jogador que, apesar de algo lento, detém melhor qualidade de passe e capacidade de gerir os ritmos de jogo: Xabi Alonso. Contudo, a capacidade mais importante do centrocampista espanhol é o seu passe longo, pois é por esta via que a equipa tem de recorrer quando se vê apertada no seu meio-campo ou incapaz de sair a jogar. Contra o Lyon, com Xabi Alonso lesionado, coube a Guti ocupar a sua posição, e as deficiências da equipa ficaram por demais evidentes. Apesar de possuir uma grande visão de jogo, a frescura física e sentido posicional a defender e atacar permitiram à equipa francesa anular facilmente os seus movimentos e os de Diarra, anulando assim os principais elementos que poderiam direccionar bolas para os desequilibradores da equipa. Como tal, os lances de destaque dos merengues resumiram-se aos falhanços de Higuain e aos raides de Cristiano Ronaldo, nada mais.</p>
<p>Guti disse, após a eliminação da Champions que o Real Madrid não sabe jogar os grandes jogos e que a equipa não podia lutar como se não fosse uma equipa. Uma das referências do clube parece já ter entendido o que se passa com a equipa, resta saber se os restantes jogadores e Manuel Pellegrini querem depositar os esforços pela conquista da Liga na soma das individualidades da equipa. Para os lados do Atlético de Madrid, a recente melhoria de resultados e classificação no campeonato (10º), parece ser o suficiente para evitar que se gerem mais indícios de descontentamento pela óbvia dependência da equipa nas suas estrelas.</p>
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