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	<title>Jogo de Área</title>
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	<description>Artigos de opinião e Análise desportiva</description>
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		<title>A emoção do Casino online!</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 09:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente abordámos a loucura do Poker na internet e aquilo que levou este jogo de cartas até à ribalta. Hoje iremos tentar compreender o que é o Casino online e porque razão tem ganho um enorme número de novos adeptos de todas as idades.
A realidade é que o mundo actual se tornou dependente da internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente abordámos a loucura do Poker na internet e aquilo que levou este jogo de cartas até à ribalta. Hoje iremos tentar compreender o que é o Casino online e porque razão tem ganho um enorme número de novos adeptos de todas as idades.</p>
<p>A realidade é que o mundo actual se tornou dependente da internet, e mesmo os tempos livres são por vezes associados à vida online. O Casino, como local físico, é por vezes associado a um lado menos positivo da sociedade, mas a verdade é que a internet veio rejuvenescer esta clássica actividade praticada por tantas pessoas. Actualmente a oferta é imensa, e as casas de Casino na internet são hoje mais do que tudo uma diversão, em que a  &#8220;pay rate&#8221; (percentagem do montante apostado que retorna aos bolsos dos jogadores) é surpreendentemente superior a 98%. Isto faz do casino online um dos jogos com maior probabilidade de ganho do mundo virtual. <a href="http://www.blackjackpt.net/" target="_blank">Blackjack</a>, dados, <a href="http://www.slotmachinesportugal.com/" target="_blank">slots</a>,  raspadinha, video poker, <a href="http://www.roletaportuguesa.com/" target="_blank">roleta</a>, bingo, são alguns exemplos da quase interminável lista de jogos oferecidos por estas casas nos dias que correm.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3490 alignleft" style="margin-top:4px;margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/09/CasinoPT_image.jpg" alt="A emoção do Casino online!" width="250" height="200" align="left" title="A emoção do Casino online!" />Outro elemento estimulante para aqueles que sonham fazer uma fortuna online é o facto de quase todos os sites ofereceram vantajosos bónus de boas-vindas (com montantes que podem chegar aos 3.000€,  como no Casino Tropez, ou até 2.400$ como no Casino Europa).</p>
<p>Dada a vasta oferta, pode ser difícil escolher um  casino e um jogo. E numa tentativa de organizar essa  informação já existem portais de casino em português. O Casino.pt é um desses exemplos. Trata-se de um guia de <a href="http://www.casino.pt/" target="_blank">casino online</a> que analisa os diferentes sites, os vários jogos, disponibiliza artigos sobre regras e estratégias dos diferentes jogos  (muito úteis para iniciantes mas também para jogadores mais avançados,  que podem assim melhorar o seu jogo), fornece notícias actualizadas sobre o  mundo do casino online, compara os bónus e promoções oferecidas  pelos vários casinos e oferece também bónus exclusivos. Para além  disso, é um site que se preocupa com os problemas de jogo e tem também  uma secção em que alerta os jogadores para a importância do jogo  responsável.</p>
<p>Para aqueles que por ventura não têm tempo ou paciência para dominar um novo jogo online, o Casino surge como uma boa alternativa para apostar algum dinheiro, ocupar algum tempo, e quem sabe ganhar uma fortuna sem muito esforço. Para alguns ainda visto como um jogo perigoso, a realidade é que esta actividade está a ganhar força e promete continuar a premiar muitos portugueses. Experimente!</p>
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		<title>A importância dos &#8220;estrangeiros&#8221; no futebol europeu</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 09:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manu Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema não é novo e não se restringe apenas ao nosso país. Estou a falar do excesso de “estrangeiros” a actuar no nosso futebol. Este problema surge um pouco por toda a Europa e com especial incidência em Inglaterra. E é precisamente deste país que vou falar.
Em Inglaterra sofre-se do mesmo mal que em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema não é novo e não se restringe apenas ao nosso país. Estou a falar do excesso de “estrangeiros” a actuar no nosso futebol. Este problema surge um pouco por toda a Europa e com especial incidência em Inglaterra. E é precisamente deste país que vou falar.</p>
<p>Em Inglaterra sofre-se do mesmo mal que em Portugal quanto ao número exagerado de “estrangeiros”. Os motivos são bem diferentes, mas as consequências semelhantes. A selecção inglesa, tal como a portuguesa, revela uma clara falta de escolhas em termos de talento o que pode à primeira vista parecer estranho. Estamos a falar de um dos campeonatos mais ricos e competitivos do mundo, de equipas recheadas de excelentes jogadores e sucesso futebolístico. Ora aqui está um dos principais motivos da falta de talento caseiro em Inglaterra. Os clubes têm um poder económico tal que, ao invés de apostarem na formação, recorrem à compra dos melhores jogadores por esse mundo. De tal forma que poucos jogadores ingleses têm espaço nas equipas do seu país. Ou de qualquer outra selecção de topo, para sermos sinceros.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3477 alignleft" style="margin-top:4px;margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/08/anelka_chelsea.jpg" alt="Anelka, Chelsea" width="280" height="180" align="left" title="A importância dos estrangeiros no futebol europeu" />As fracas prestações da selecção inglesa nos últimos anos, em contraste com o grande sucesso das suas equipas, veio alertar os responsáveis e desencadear uma procura para solucionar o problema. Juntamente com uma solução para o talento inglês, procura-se também uma solução para o incrível endividamento e caos financeiro em que muitos clubes britânicos se encontram. Nesta ordem de ideias, foram criadas uma série de regras que serão aplicadas na época que se está a iniciar. Regras essas que visam garantir uma cota mínima de jogadores caseiros, ou “home-grown players” como por lá são designados. As regras são relativamente simples: todos os clubes terão que inscrever, num plantel de 25 jogadores, pelo menos 8 jogadores “home-grown”. E o que são estes jogadores? São jogadores que estiveram inscritos num clube inglês (ou galês) pelo menos por 3 épocas entre as idades de 16 a 21 anos. De ressalvar que os jovens não necessitam de ser obrigatoriamente britânicos, podem ser estrangeiros.</p>
<p>Tudo isto vem de acordo com as recomendações da UEFA para se apostar mais na formação e apoiar aos jovens jogadores nacionais. As contrapartidas são evidentes, aumenta-se o valor dos jovens nacionais, diminui-se os gastos com as contratações milionárias e, equilibrando-se as finanças dos clubes. Todos ganham. Bem, todos não. Os empresários não devem gostar muito disto. Sabe-se bem que o dinheiro e interesse em volta do mercado de transferências são poderosos. A resistência, por parte daqueles que têm bastante a perder, será feroz e poderá bloquear noutras paragens as mesmas medidas. Além disso, os clubes sul-americanos irão sofrer muito, pois são a principal fonte de fornecimento de jogadores para a toda-poderosa Europa. Parece-me mesmo que estes clubes vivem muito destas “exportações”. Talvez por este facto a FIFA, ao contrário da UEFA, tenha avanços e recuos nesta matéria.</p>
<p>Em Portugal temos as duas faces desta moeda, temos um excesso gritante de jogadores estrangeiros, o Braga será o exemplo melhor com os portugueses a representarem menos de 20% do seu plantel. Também por cá se encontram dificuldades em recrutar para a selecção nacional a um nível que todos desejaríamos, recorrendo-se a nacionalização de atletas de outros países e ainda assim com sectores nitidamente pobres em soluções, nomeadamente o sector atacante. Pauleta terá sido o último dos ponta-de-lanças portugueses com real sucesso. Na outra face, temos clubes que ganham muito dinheiro com boas compras e melhores vendas. Sendo esse factor, de resto, uma das soluções para equilibrar orçamentos e aumentar a competitividade.</p>
<p>Estarão os ingleses certos na <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">aposta</a> que estão a fazer? Eu creio que sim e acredito ainda que se Platini conseguir fazer prevalecer as suas ideias, muito em breve toda a Europa se vai pautar pelas mesmas regras. Anjo ou demónio o tempo o dirá, mas o que é certo é que os problemas são reais e o estado financeiro dos clubes caótico.<br />
Uma última ideia para o nosso país, a legalização das apostas. Já muitos sites de <a href="http://apostas.betfair.pt/" target="_blank">apostas</a> ganham dinheiro à custa do nosso campeonato, porque não ganharem também os clubes e  as entidades ligadas ao futebol a sua parte?</p>
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		<title>Poker, desporto ou modo de vida?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fora de Área]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, o Poker tem vindo a ganhar uma mais alargada presença no dia-a-dia dos portugueses, nomeadamente naqueles com uma maior ligação ao mundo virtual. O Poker veio para ficar, e segundo os especialistas isto é apenas o começo. Mas afinal qual será a explicação para este crescimento descontrolado? Será esta apenas mais uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Poker tem vindo a ganhar uma mais alargada presença no dia-a-dia dos portugueses, nomeadamente naqueles com uma maior ligação ao mundo virtual. O Poker veio para ficar, e segundo os especialistas isto é apenas o começo. Mas afinal qual será a explicação para este crescimento descontrolado? Será esta apenas mais uma tendência global &#8211; como por exemplo as comunidades sociais &#8211; ou haverá algo mais? A realidade é que o Poker não apenas é uma actividade estimulante e divertida, mas é também um exigente exercício intelectual, e são cada vez mais aqueles que fazem dele profissão.</p>
<p>Este é o nosso primeiro artigo no dossier &#8220;Fora de Área&#8221;, uma rubrica onde pretendemos analisar inovações e tendências da nossa sociedade. A loucura do Poker pareceu-nos o tema ideal para fazer esta nossa estreia. Iremos abordar a evolução deste desporto em Portugal e fora de portas, assim como as casas de <a href="http://www.onlinepokerinfo.com.pt/" style="text-decoration: underline;" target="_blank">poker online</a> onde poderá mostrar os seus dotes a partir do conforto da sua casa. Acompanhe-nos nos próximos parágrafos e não deixe de escrever a sua opinião no final.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3446 alignleft" style="margin-top: 5px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/08/poker_big.jpg" alt="Poker" align="left" title="Poker, desporto ou modo de vida?" />Como começou o Poker? Existe um enorme debate sobre onde tudo se iniciou, contudo parece unânime que o &#8220;Poque&#8221; francês foi o primeiro impulsionador daquilo que actualmente é o Poker. O jogo terá chegado aos Estados Unidos no século XVIII, sendo mais tarde alvo de uma forte expansão até ao Oeste no séc. XIX &#8211; daí a habitual associação do jogo ao Wild West. Na América é há muito considerado um jogo de massas, especialmente desde a primeira edição do World Series of Poker, em 1970, cuja vitória sorriu ao mítico Johnny Moss.</p>
<p>A proibição das mesas na internet travou o crescimento natural do jogo, e a solução encontrada foi a expansão para território europeu. Actualmente, Portugal é um dos países europeus onde o Poker atinge maiores níveis de popularidade, contando com mais de 100.000 jogadores activos distribuídos pelas mesas online que se encontram a operar em Portugal. E este crescimento não deverá abrandar.</p>
<p>O Poker não é apenas aliciante devido ao desejo de ganhar dinheiro, mas é também um desporto que exige perícia e conhecimento. Os melhores jogadores dominam toda a matemática associada às mãos, algo que os permite decidir (<em>check</em>, <em>fold</em> ou <em>raise</em>) com uma maior dose de certeza. Até mesmo o famoso <em>bluff</em> está totalmente dependente do conhecimento que o jogador tem das suas cartas, e está longe de ser a jogada de sorte que muitas vezes lhe é associada.</p>
<p>No universo de poker online em Portugal distinguem-se algumas salas, desde logo a espectacular <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.pkrpokerpt.com/" target="_blank">PKR</a>, pioneira na oferta de mesas totalmente em 3D e que tem vindo a revolucionar o mundo do Poker pela sua abordagem inovadora. A <a style="text-decoration: underline;" href="http://pt.everestpokerbonus.com/" target="_blank">Everest Poker</a> é outra das célebres operadoras de poker no nosso país, com mais de 15.000 jogadores activos mensalmente, distribuídos por centenas de mesas.</p>
<p>O Poker está para ficar, e é algo que vai cativando mais e mais portugueses. Experimente!</p>
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		<title>Walter Henrique da Silva: diamante ou problema?</title>
		<link>http://www.jogodearea.com/2010/07/walter-henrique-da-silva-diamante-ou-problema/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
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		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Zon Sagres 10/11]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram diversas as semanas de indefinição no futuro deste jovem de 20 anos. E foi muita a paciência apresentada pelos dirigentes portistas, algo que não é muito usual de verificar no universo do dragão. Mas afinal o que levou a tanto esforço negocial? Será Walter um activo que apresenta desde já condições válidas para vingar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram diversas as semanas de indefinição no futuro deste jovem de 20 anos. E foi muita a paciência apresentada pelos dirigentes portistas, algo que não é muito usual de verificar no universo do dragão. Mas afinal o que levou a tanto esforço negocial? Será Walter um activo que apresenta desde já condições válidas para vingar no FC Porto? Conseguirão os elementos da estrutura técnica portista moldar o jovem craque à realidade do futebol europeu?</p>
<p>O futuro o dirá, mas a realidade é que Walter poderá ser o primeiro craque com o dedo de Villas Boas a vingar no dragão. Natural de Recife, Walter Henrique da Silva começou desde cedo a brilhar fruto da sua capacidade física e remate fulminante. Actualmente com apenas 20 anos e 1.76m, o jovem pernambucano apresenta um peso médio de 87 kg, e apesar de já ter sido apelidado de &#8216;Gordinho&#8217;, o que é facto é que isso não lhe retira poder de explosão e a capacidade para furar defesas contrárias. Foi no Esporte Clube São José, clube da Série D brasileira, que Walter despontou. Em 2007, assinou pelo Internacional de Porto Alegre, percorrendo alguns escalões de formação e surpreendendo tudo e todos com a sua habilidade.</p>
<p>No início de 2009 Walter era chamado para participar no Sudamericano Sub-20. É conhecida a história de diversos craques sul-americanos que se deram a conhecer ao mundo em troféus de selecções mais jovens. Pois bem, o brasileiro foi o melhor marcador da prova com 5 golos, conquistou o troféu, sendo considerado unanimamente como a figura da competição. As semelhanças com o &#8220;Gladiador&#8221; Adriano eram mais que muitas, começando na força física e na excelente técnica individual, e terminando no faro de golo e no inevitável potente remate aplicado com a perna direita. Cada partida era uma batalha para o jovem jogador, que era o primeiro defesa da equipa na luta pela conquista da bola. Uma qualidade que certamente revelará nos relvados portugueses.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3420 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/07/interwalter.jpg" alt="Walter" width="300" height="189" align="left" title="Walter Henrique da Silva: diamante ou problema?" />Mas a história de Walter tem tanto de brilhante como de dramática. É que o &#8220;Bigorna&#8221; já passou por quase tudo, desde problemas disciplinares, a conflitos com a &#8220;torcida&#8221;, até uma grave lesão. Segundo o seu empresário, a explicação para todos estes problemas tem uma base familiar. As dificuldades vividas pela família do atleta são sobejamente conhecidas.</p>
<p>Sem qualquer tipo de formação escolar, Walter sempre dependeu do futebol para sustentar a sua família, um fardo difícil de suportar para um miúdo de apenas 20 anos. Foi necessária uma forte actuação do seu empresário e clube para colocar esta jovem pérola no trilho certo, mas a realidade é que para o Inter já era tarde demais. Cansados de tanto problema, os dirigentes do clube aceitaram negociar o seu passe.</p>
<p>Outra curiosidade prende-se com a ligação do uruguai Juan Figger ao FC Porto. O agente de Walter é também responsável pela carreira de Hulk, uma das mais recentes jóias a aterrar nas Antas. Desde cedo que o empresário FIFA se especializou em atletas de nacionalidade brasileira. Foi um dos primeiros agentes a desenvolver a co-propriedade de talentos, sendo na altura investigado pelas suas actividades invulgares, acções que no entanto se tornariam perfeitamente comuns na indústria de futebol do século XXI, algo que assegura maior segurança e elasticidade financeira aos clubes de futebol na hora de adquirir novos talentos.</p>
<p>Walter é assim a 7ª compra portista neste defeso, chegando ao Porto por 6 milhões de euros (75% do passe) e prefazendo já mais de 25 milhões em aquisições para a temporada que se avizinha. Trata-se de mais uma aposta recheada de risco, mas um investimento que segundo os responsáveis azuis se exige para fazer frente a uma época fracassada. James Rodriguez é outro dos diamantes que cabem a esta jovem equipa técnica moldar e tornar como activos válidos no contexto do nosso futebol. O que esperar deste Porto?</p>
<p><br/></p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qtID5TKNgI8&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/qtID5TKNgI8&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="color: #888888;"> Melhores momentos de Walter </span></div>
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		<title>Khouma El Babacar, o novo talento Viola!</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 12:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos dezasseis anos, Khouma El Babacar, um senegalês de imponente porte físico, encanta o Artemio Franchi. Ao lado de outro jovem com o mundo a seus pés &#8211; o montenegrino Stevan Jovetic &#8211; resgatam a esperança de os viola poderem voltar a contar com uma dupla do nível de Rui Costa e Batistuta!
Ademais, diga-se que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos dezasseis anos, Khouma El Babacar, um senegalês de imponente porte físico, encanta o Artemio Franchi. Ao lado de outro jovem com o mundo a seus pés &#8211; o montenegrino Stevan Jovetic &#8211; resgatam a esperança de os viola poderem voltar a contar com uma dupla do nível de Rui Costa e Batistuta!</p>
<p>Ademais, diga-se que este jovem senegalês tem tudo para ter um radioso futuro no glamouroso mundo do calcio.. talento, velocidade e frieza na finalização são alguns dos predicados que tornam este verdadeiro talento no menino querido dos <em>tifosi viola</em>, num registo de jogo semelhante à gazela nerazurri, Balotelli. Mas distintamente de Super Mário, aqui termo de comparação, a aptidão natural que demonstra é proporcional à abnegação que coloca em cada lance. Ao desejo de tacticamente ser útil, o que o faz por vezes descair na faixa esquerda do seu ataque, alia-se a sua velocidade&#8230; a capacidade de desequilibrar em situações de confronto individual, tudo com o mesmo sorriso que tinha quando chegou aos treze anos a Pescara, seu primeiro clube em Itália, provindo do Senegal natal.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3394 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/03/Khouma-Babacar.jpg" alt="Khouma El Babacar, o novo talento Viola!" width="280" height="198" align="left" title="Khouma El Babacar, o novo talento Viola!" />Aí, as suas imensas qualidades falaram mais alto&#8230; e o departamento de prospecção da Fiorentina haveria de o resgatar, juntamente com o suíço Seferovic, o grande obreiro de uma conquista inédita para o futebol helvético: o campeonato mundial de Sub-17. Efectivamente, tudo tem acontecido rápido na carreira do jovem, desde que chegou a Florença&#8230; desde os cintilantes desempenhos na Equipa Primavera, à estreia frente ao Chievo num jogo da Taça de Itália foi um repente. O primeiro golo pela equipa principal surgiria nesse mesmo prélio e tornava-se óbvio que em Babacar residia um diamante por lapidar!</p>
<p>Com a suspensão de Mutu por problemas ligados ao doping, o seu espaço na equipa principal escancarava-se definitivamente e ele haveria de aproveitar a chance, tornando-se numa espécie de arma secreta de uma equipa que só não foi mais longe na Champions porque não a deixaram!</p>
<p>Aos dezasseis anos é para ser acompanhado com muita atenção. Real Madrid, Manchester United e Chelsea já quiseram observar<em> in loco</em> as qualidades do jovem&#8230; todavia, já receberam uma resposta inequívoca: quer ele, quer Jovetic, este já na rampa de lançamento para ser um dos melhores jogadores do mundo, são inegociáveis e intransferíveis, pois em Florença há o sonho de fazer reviver uma das mais vetustas alianças do mundo do futebol: a perfeita simbiose entre o playmaker e o ponta de lança&#8230; ou, como se diz em Firenze, após Rui Costa e Batistuta, o futuro será Jovetic e Babacar. A ver vamos!</p>
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		<title>Individualidades “Madrileñas”</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Após todos os encontros desta semana europeia, de entre todos os resultados que se registaram, uns mais inesperados que outros, há um facto que sobressai claramente: as duas equipas da capital espanhola que participavam nas provas europeias apresentavam mais um conjunto de individualidades do que uma verdadeira equipa. Embora com características distintas, Real e Atlético [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após todos os encontros desta semana europeia, de entre todos os resultados que se registaram, uns mais inesperados que outros, há um facto que sobressai claramente: as duas equipas da capital espanhola que participavam nas provas europeias apresentavam mais um conjunto de individualidades do que uma verdadeira equipa. Embora com características distintas, Real e Atlético denotaram nos seus respectivos jogos estarem dependentes em demasia de alguns elementos nas suas equipas, onde mecanismos e processos de conjunto revelam ausência de rotina e entrosamento, demonstrando níveis insuficientes para equipas que competem anualmente em provas da UEFA.</p>
<p>Começando pelo Atlético de Madrid, sem discutir as fraquezas da equipa em termos do seu plantel, é de realçar a inoperância evidenciada pelos seus dois médios-centro no jogo a contar para a Liga Europa contra o Sporting. Num sistema de 4-4-2 clássico e linear desenhado por Quique Flores, pressupõe-se que o duplo-pivot formado no meio campo seja capaz de acompanhar os restantes sectores na equipa quer nos momentos defensivos quer naqueles em que a equipa se encontra em ataque rápido ou continuado. E várias lacunas saltam à vista em ambos os momentos. Na transição ofensiva rápida ou em movimentos de contra-ataque, verificou-se uma grande tendência em colocar prontamente bolas nas laterais para os extremos (Reyes ou Simão, depois Salvio), ou directamente num dos avançados (Aguero ou Forlán) para que estes retessem a bola esperando a aproximação de apoios. O problema consistiu na constante demora destes em chegar rapidamente para dar esse apoio, ou, para ganhar eventuais segundas-bolas. Os ataques dos colchoneros basearam-se sobretudo nos raides de Reyes ou na inspiração de Aguero. Se porventura a bola não chegava a um destes jogadores, as acções da equipa resumiam-se a tentar manter a posse de bola, sem revelar qualquer dinamismo ou processos e movimentos estudados.</p>
<p>Parece faltar à equipa um médio box-to-box, com visão de jogo, sentido táctico, mais pulmão e técnica de modo a ser como um pêndulo para a equipa, para ser um ponto de referência no meio campo quando a equipa tem a posse de bola, para no passe mudar o flanco de jogo ou as áreas do campo onde incidir nas acções atacantes. Daí talvez a importância que se deu à impossibilidade de Tiago poder jogar. Por exemplo, por diversas vezes durante o encontro com o Sporting se viu Reyes a fazer passes de um flanco ao outro, ou a tentar encontrar outros jogadores em zonas menos congestionadas do campo. Tal deveu-se à falta de apoio dos médios centro – Paulo Assunção e Raul Garcia, &#8211; que muitas vezes se encontravam posicionados em linha ou demasiado no seu meio-campo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3386 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/03/real-madrid-lyon-cissokho-raul.jpg" alt="Cissokho e Raul" width="280" height="186" align="left" title="Individualidades “Madrileñas”" />No caso do Real Madrid, a dependência nas suas individualidades não é tão evidente pois a qualidade dos seus jogadores é muito mais elevada comparativamente aos seus rivais da cidade, em todos os sectores da equipa. Tal permite “disfarçar” até certo ponto a ausência de mecanismos bem trabalhados e entrosados, particularmente quando defrontam equipas com um nível mais elevado, como se viu esta época contra o AC Milan, Barcelona, Sevilha e agora contra o Lyon. Ao ser alvo de uma pressão mais alta ou ao jogar contra um meio-campo adversário mais povoado, a equipa revela uma incapacidade para sair a jogar com uma troca de passes curtos ou para se libertar de situações de inferioridade numérica. Nesses jogos, por vezes sobressai o trio Káká – Higuain – Cristiano Ronaldo, se a bola lhes chegar em condições, pois a sua qualidade individual intercalada permite muitas vezes decidir ou virar o resultados de uma partida. Repare-se no jogo contra o Sevilha: dois grandes golos de Higuain, mas sem uma grande exibição da equipa, apenas um grande espírito de luta e vontade em virar um resultado de desvantagem.</p>
<p>Esta incapacidade  da equipa nota-se ainda mais quando está ausente da equipa o jogador que, apesar de algo lento, detém melhor qualidade de passe e capacidade de gerir os ritmos de jogo: Xabi Alonso. Contudo, a capacidade mais importante do centrocampista espanhol é o seu passe longo, pois é por esta via que a equipa tem de recorrer quando se vê apertada no seu meio-campo ou incapaz de sair a jogar. Contra o Lyon, com Xabi Alonso lesionado, coube a Guti ocupar a sua posição, e as deficiências da equipa ficaram por demais evidentes. Apesar de possuir uma grande visão de jogo, a frescura física e sentido posicional a defender e atacar permitiram à equipa francesa anular facilmente os seus movimentos e os de Diarra, anulando assim os principais elementos que poderiam direccionar bolas para os desequilibradores da equipa. Como tal, os lances de destaque dos merengues resumiram-se aos falhanços de Higuain e aos raides de Cristiano Ronaldo, nada mais.</p>
<p>Guti disse, após a eliminação da Champions que o Real Madrid não sabe jogar os grandes jogos e que a equipa não podia lutar como se não fosse uma equipa. Uma das referências do clube parece já ter entendido o que se passa com a equipa, resta saber se os restantes jogadores e Manuel Pellegrini querem depositar os esforços pela conquista da Liga na soma das individualidades da equipa. Para os lados do Atlético de Madrid, a recente melhoria de resultados e classificação no campeonato (10º), parece ser o suficiente para evitar que se gerem mais indícios de descontentamento pela óbvia dependência da equipa nas suas estrelas.</p>
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		<title>A transfiguração do Sporting</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 10:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se tem falado ultimamente, fruto dos mais recentes resultados do clube de alvalade, da recuperação não só anímica, mas igual e fundamentalmente das evidentes melhorias em termos exibicionais do futebol praticado pelo Sporting. Após largos meses onde a qualidade exibicional era fortemente criticada, acompanhada por resultados negativos e até humilhantes, é importante analisar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado ultimamente, fruto dos mais recentes resultados do clube de alvalade, da recuperação não só anímica, mas igual e fundamentalmente das evidentes melhorias em termos exibicionais do futebol praticado pelo Sporting. Após largos meses onde a qualidade exibicional era fortemente criticada, acompanhada por resultados negativos e até humilhantes, é importante analisar o significado deste novo momento do futebol leonino e exteriorizá-lo desta esfera de euforia e, de certo modo, alívio que tem envolvido o Sporting nos últimos tempos.</p>
<p>Apesar de ser louvável o actual momento do Sporting, é fulcral ter em conta que esta “viragem”  é baseada unicamente em duas partidas, ambas disputadas em casa: 3-0 ao Everton, decidindo a passagem à fase seguinte da Liga Europa, e igual resultado contra o FC Porto, a contar para a Liga Portuguesa. Não é aqui pretendido retirar qualquer mérito aos jogadores e equipa técnica, mas a solução do que vinha sendo veiculado como uma crise não pode, nem deve, ser tida como resolvida apenas pelo súbito aumento de qualidade que estes dois jogos vieram representar. A importância de ambos os confrontos era enorme no contexto do futebol leonino, sendo que a equipa soube crescer proporcionalmente aquilo que lhe era exigido, mas será isto finalmente fruto do trabalho tantas vezes destacado por Carlos Carvalhal, ou apenas uma subida geral de forma dos jogadores face às necessidades que estas partidas apresentavam?</p>
<p><img class="attachment wp-att-3378 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top:5px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/03/pedro-mendes-falcao.jpg" alt="Porto x Sporting" width="280" height="207" align="left" title="A transfiguração do Sporting" />Em termos de futebol praticado, antes de se destacarem princípios de jogo e mecanismos tácticos mais consolidados e interiorizados, notou-se maioritariamente a subida de forma de vários jogadores da equipa titular. Pedro Mendes parece ter-se adaptado à equipa e alcançado novamente um ritmo competitivo sustentado depois da lesão que contraiu ainda ao serviço do Glasgow Rangers, sendo um jogador experiente e que aparenta ser uma nova voz de comando no meio-campo. Completa com Miguel Veloso um duplo-pivot, ao seu lado no 4-2-3-1 de Carvalhal, agora na posição onde rende mais e onde a equipa usufrui mais da sua qualidade de passe, capacidade de pautar os ritmos de jogo e condução de bola, podendo chegar a zonas frontais no último terço do campo que lhe permitam finalizar jogadas ou tirar partido de segundas-bolas. Marat Izmailov na direita evidencia novamente a consistência e solidez que lhe são reconhecidas, enquanto que na esquerda Yannick Djaló parece ser a solução para esticar a equipa no terreno de jogo e proporcionar soluções de passe nas alas, conferindo à equipa um carácter de irreverência, técnica e imprevisibilidade mas, acima de tudo, velocidade na condução de jogo, algoque Simon Vukcevic não tem vindo a conseguir esta época.</p>
<p>Quanto ao capitão João Moutinho, actuando agora como médio ofensivo de apoio a Liedson, revelou maior dinamismo nas suas movimentações, percorrendo livremente o campo, sendo ela a principal referência nos momentos de criar triangulações e tabelas em zonas mais avançadas do terreno. É agora, a par de Liedson, a primeira unidade de contenção defensiva da equipa, ao invés de se preocupar com marcações e coberturas quando actuava mais recuado no terreno, estando portanto mais solto nos momentos em que a equipa recupera a bola e tem que se lançar para o ataque. Em termos defensivos, de destacar a estabilização de Leandro Grimi, que exibiu segurança posicional e concentração semelhantes aos níveis que havia apresentado nos primeiros seis meses em que esteve ao serviço do Sporting após a sua vinda do AC Milan, o que, aliado à subida de formas dos restantes companheiros de sector, parece ter conferido alguma estabilidade defensiva à equipa, que não sofreu golos neste últimos dois encontros.</p>
<p>Aliado a esta melhoria individualizada dos jogadores leoninos, os processos de jogo parecem estar finalmente assimilados e a acontecer em jogo mais naturalmente, notável principalmente nos momentos em que a equipa se vê pressionada com bola  ou quando exerce pressão à saída do meio-campo adversário. Outro aspecto evidente foi a subida dos indíces de qualidade de passe, bastante evidentes principalmente no encontro com o Everton.</p>
<p>Resta agora esperar pelos próximos jogos e observar a reacção da equipa em encontros onde, previsivelmente, a motivação será menor, e onde a pressão será igualmente não tão elevada, embora a equipa saiba que após estes dois jogos, os adeptos esperam uma continuidade estável da qualidade exibicional e dos resultados. Terão sido estes resultados um acaso nesta época do Sporting? Cabe à equipa continuar a provar que eles foram um ponto de viragem.</p>
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		<title>Porque não se impõe Nani em Manchester?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdo Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns de nós vimos ou ouvimos falar da estrondosa forma de Nani no Manchester United. Uma rara estrondosa fase de Nani. Desde que se encontra na terras de sua majestade, fez talvez dois, três bons jogos por ano, número que é significativamente insuficiente para um jogador com as suas características. Mas para entendermos o actual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns de nós vimos ou ouvimos falar da estrondosa forma de Nani no Manchester United. Uma rara estrondosa fase de Nani. Desde que se encontra na terras de sua majestade, fez talvez dois, três bons jogos por ano, número que é significativamente insuficiente para um jogador com as suas características. Mas para entendermos o actual Nani temos que recuar ao Nani dos tempos de Alvalade.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3369 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/02/nani_manchester_united.jpg" alt="Nani" width="280" height="176" align="left" title="Porque não se impõe Nani em Manchester?" /><a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1138189&amp;div_id=1488&amp;psec_id=46" target="_blank">Nani</a>, no já longínquo losango de Paulo Bento, era um interior que dava largura, profundidade e verticalidade ao jogo, partindo de zonas mais interiores. Era dos únicos, se não o único, a ter autorização de anarquizar o jogo, dando-lhe esticões. Para que se entenda melhor a sua posição em campo era um pouco de Di Maria no actual Benfica.</p>
<p>Com a partida para Manchester, Ferguson procurou nele mais um elemento para jogar bem encostado às linhas, comportando-se como um típico extremo. O problema de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1137601&amp;div_id=1488&amp;psec_id=46" target="_blank">Nani</a> é que o United é uma equipa que na maior parte do tempo joga em ataque continuado, com circulação de bola, e o Português nos jogos em que era / é chamado a participar pouco ou nada se envolve nessa circulação, não procura espaços interiores, logo pouca bola tem. Normalmente, quando o vejo jogar no United sinto-o um corpo estranho na equipa, tal como o Coreano Park, que disfarça pela sua disponibilidade para as tarefas colectivas defensivas.</p>
<p>Nos chamados jogos grandes fora de casa, pela experiência grande que tem, o United aprendeu a sofrer, a ter de repartir mais a posse de bola com o adversário, e se tiver que jogar sem ela, também o faz com algum conforto. É neste tipo de jogo que actualmente Nani e curiosamente Park se sentem mais confortáveis no Manchester, quando a equipa joga longe da baliza da equipa adversária e após a recuperação de bola, tem espaço nas costas da defesa, para com e sem bola, se lançarem embalados em correria loucas, tirando adversários da frente. Foi assim o grandioso jogo de <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/46165-nani-nunca-pensei-em-desistir-e-voltar-portugal" target="_blank">Nani</a>, recentemente, no Emirates.</p>
<p>Porém, penso que Ferguson não manterá jogadores no plantel com o qual possa contar só para determinados jogos. Afinal de contas, são muito poucos os jogos por ano em que os Red Devils se deixem aparentemente dominar. Se no passado o tempo corria a favor do ex-leão, parece-me que actualmente já não. É urgente <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1422100" target="_blank">Nani </a>se afirmar em definitivo com peça importante do United, é urgente que não faça apenas e só 3/4 bons jogos por ano, é urgente que desequilibre mais em ataque continuado, é urgente que dê uma outra dimensão ao seu futebol. Assim, teremos mais Nani para o United, mas também para a equipa das quinas.</p>
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		<title>A nova identidade do meio-campo portista</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Porto mudou com a entrada de Ruben Micael&#8230; mudou e para melhor! Com efeito, a colocação do madeirense no meio campo possibilitou que a amplitude de movimentos dos portistas se alargasse. Assim, era um facto que desde a saída do argentino Lucho inexistia alguém que pegasse na batuta e organizasse o jogo, que servisse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1421009" target="_blank">Porto</a> mudou com a entrada de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/ruben-micael-sporting-fc-porto-porto-classico-taca-de-portugal/1136328-1304.html" target="_blank">Ruben Micael</a>&#8230; mudou e para melhor! Com efeito, a colocação do madeirense no meio campo possibilitou que a amplitude de movimentos dos portistas se alargasse. Assim, era um facto que desde a saída do argentino Lucho inexistia alguém que pegasse na batuta e organizasse o jogo, que servisse de placa giratória, fazendo circular o esférico e sem necessidade de carteiros.</p>
<p>Nisso reside a especificidade da interpretação do futebol moderno, algo que distingue as grandes equipas das não tão grandes. Olhamos o Barcelona, um exemplo supremo de posse em progressão; toques curtos, mas sempre com destino ao golo. Vislumbramos a colocação do tridente medular; Xavi, Iniesta e Touré fazem a bola correr mais do que eles correm!</p>
<p><img class="attachment wp-att-3359 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/02/porto-sporting-falcao.jpg" alt="Porto X Sporting" width="280" height="204" align="left" title="A nova identidade do meio campo portista" />Nesse imenso carrossel, há quase uma obrigação de os laterais se movimentarem para receberem o esférico numa zona mais recuada de construção, permitindo que ganhem a necessária embalagem para apoiarem os homens que fazem de extremos&#8230; e esse é um dos princípios basilares do sistema e a razão do engrandecimento de forma de homens como <a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1421447" target="_blank">Álvaro Pereira</a>, no Porto.</p>
<p>Com Ruben, o meio campo ganhou equilíbrio. Mesmo órfão de Meireles, conseguiu o que o internacional português este ano não houvera conseguido. Graças à sua melhor condição física &#8211; algo que o antigo jogador do Boavista, por estranho que pareça, ainda não aprimorou &#8211; consegue ser o elo que Lucho sempre foi, a âncora que se torna em mais uma unidade defensiva mas um temível municiador atacante&#8230; e isso tem feito toda a diferença!</p>
<p>E aí se entende como os jogadores do Porto, no fim do jogo para a Taça de Portugal, tendo corrido na sua totalidade menos quase seis quilómetros que os do Sporting, jogaram mais&#8230; muito mais! Com alguém que chega com maior facilidade ao seu lado, ou, que pelo menos, consegue endossar a bola bem redondinha, até Belluschi está outro jogador. Aquela indesejada posição de interior começa a fazer sentido, pois com o apoio dos laterais, com as maiores soluções de passe para o outro interior e com a resolução óbvia de colocar nos extremos, os carteiros parecem que, passe a metáfora, este é o tempo dos telemóveis e dos emails&#8230; que não a carta já não é mais entregue à mão, mas que, electronicamente ela chegará mais eficazmente!</p>
<p>Guardiola percebeu isso a época passada. <a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1421011" target="_blank">Jesualdo</a>, com esta peça do puzzle de nome Ruben Micael, parece igualmente ter compreendido qual é o rumo a tomar.</p>
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		<title>Mariga, o reforço queniano de José Mourinho</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 12:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Mourinho pretendia um médio para suprir a venda de Patrick Vieira ao City… tentou Veloso por empréstimo e levou uma óbvia nega do Sporting; fez Manuel Fernandes viajar até Milão para, surpreendentemente, chumbar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mourinho pretendia um médio para suprir a venda de Patrick Vieira ao City&#8230; tentou Veloso por empréstimo e levou uma óbvia nega do Sporting; fez Manuel Fernandes viajar até Milão para, surpreendentemente, chumbar nos exames médicos; mas nas últimas horas surpreendeu meio mundo ao reforçar-se com um queniano&#8230; não, não é para a equipa de atletismo, mas sim um verdadeiro valor acrescentado para o meio campo nerazurri. O seu nome é McDonald Mariga e encantava no meio campo do Parma, onde controlava a área como quem controla a imensidão da savana africana, onde corria como os seus compatriotas o fazem nas planícies, com o sonho de um qualquer observador provindo de Nairobi os tornar uma estrela no mundo do atletismo!</p>
<p>Nascido em 1987, haveria de se revelar no Kamukunji High School Golden Boys, jogando ao lado do outro nome mais conhecido da actualidade do futebol queniano, o ponta de lança Dennis Oliech que actualmente joga nos franceses do Auxerre. Após dois títulos nacionais, mais propriamente em 2002 e 2003, partiria à aventura&#8230; da tórrida e inóspita Nairobi até à glaciar e cosmopolita Suécia foi um passo, um curto passo!</p>
<p>Mas não se pense que o longilíneo (1,88m) queniano teve como destino um clube fadado a uma qualquer presença na Champions. Não, ele foi aterrar ao terceiro escalão sueco, aos desconhecidos Enkopings SK. Aí, todo o seu potencial físico e técnico refulgiu! Usando uma expressão corrente, poderemos dizer que no meio-campo era tudo dele e ninguém passava.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3350 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/02/McDonald-Mariga-2.jpg" alt="McDonald Mariga" width="280" height="195" align="left" title="Mariga, o reforço queniano de José Mourinho" />Com tamanho impacto físico ao qual se aliava o seu carácter exótico, haveria de ter a publicidade necessária para dar mais um passo em frente na carreira. Assim, assinaria pelo Helsingborgs, um dos melhores clubes suecos, chegando mesmo a ser companheiro de equipa da lenda de seu nome Henrik Larsson. Num campeonato em que a vertente física é o vector essencial, com o seu imenso pulmão tornou-se peça chave de uma equipa que ambicionava os títulos&#8230; num campeonato em que a técnica por vezes é olvidada, fez-se notado pelo seu reportório que lhe permitia, também, apoiar os avançados.</p>
<p>Harry Redknapp, na altura boss do Portsmouth lançou-lhe o canto da sereia. Porém, questões com a sua autorização de trabalho obstaram a que se transferisse para a Premier League, já que além do Quénia não se encontrar numa posição respeitável do Ranking FIFA, McDonald não tinha os 75% de jogos efectuados pela sua selecção na época em curso e necessários para o departamento responsável dar o aval à transferência.</p>
<p>Já que Inglaterra se afigurava como um Kilimanjaro inultrapassável, outro sonho começou a tomar conta de si: o maravilhoso mundo do Calcio. Chegaria a Parma em 2007, por essas alturas um colosso em decomposição. O escândalo da falência da Parmalat abalara e de que maneira e o clube haveria de descer à Série B. Ainda assim, na época de adaptação ao futebol italiano e ao seu tradicional tacticismo, realizou dezoito jogos e deixou boa imagem!</p>
<p>No ano seguinte, no segundo escalão transalpino, faria trinta e cinco jogos, apontaria três golos e seria a cabeça de cartaz de um clube parmesão de volta aos principais palcos italianos. Daria seguimento a essa espiral de sucesso, sendo a pedra base, enquanto não se lesionou, de uma equipa que este ano sob o comando de Guidolin &#8211; um guru dos meandros do futebol italiano &#8211; tem feito uma carreira bem agradável.</p>
<p>Surgiu agora ligado a uma transferência para o Manchester City. Mancini conhece-o bem e sabia com quem contar. Porém, novamente, o fantasma da autorização de trabalho abortou o sonho&#8230; sabendo disso e sagaz como sempre, após perder Veloso e Fernandes, Mourinho não hesitou. Enviou para Parma o jovem francês Jonathan Biabiany e emprestou o chileno Luis Jimenez após a fracassada aventura deste no West Ham, e garantiu um dos mais promissores médios da actualidade&#8230; que, apesar, do exotismo, compreende todos os cânones do Calcio.</p>
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		<title>Robinho &#8211; Yes, he can!</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 20:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Rocha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
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		<description><![CDATA[Robinho está de volta ao Santos, após quase cinco anos na Europa, com o estigma do fracasso. Afinal, para quem assegurava que seria o melhor jogador do mundo, as passagens sem brilho por Real Madrid e Manchester City, apesar dos dois títulos nacionais no time merengue, foram decepcionantes e deixaram a sensação de que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Robinho está de volta ao Santos, após quase cinco anos na Europa, com o estigma do fracasso. Afinal, para quem assegurava que seria o melhor jogador do mundo, as passagens sem brilho por Real Madrid e Manchester City, apesar dos dois títulos nacionais no time merengue, foram decepcionantes e deixaram a sensação de que o ex-menino da Vila exagerara em suas pretensões quando saiu do Brasil.</p>
<p>Mais do que isso, a postura pouco profissional e a forma descompromissada com que conduziu sua carreira “queimaram” sua imagem, a ponto da tão sonhada transferência para o Barcelona ter sido brecada, segundo fontes de dentro do clube, por Xavi e Puyol, líderes do elenco blaugrana, que não queriam um jogador problemático e de altíssimo salário para conturbar o ambiente.</p>
<p>O cenário, inegavelmente, não é dos mais animadores. No entanto, por mais paradoxal que possa parecer, é neste período de ocaso na carreira que o brasileiro tem as maiores chances de pegar um “atalho” e chegar ao topo do planeta bola faturando os principais prêmios individuais.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3340 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/01/robinho-volta-santos.jpg" alt="Robinho, Santos" width="291" height="218" align="left" title="Robinho   Yes, he can!" />Pode parecer loucura deste que escreve, mas a linha de raciocínio tem a sua lógica. Vejamos:</p>
<p>Jogando regularmente e contando com o carinho de todos no clube que o revelou e ainda o tem como ídolo pelos títulos brasileiros de 2002 e 2004, o atacante pode ganhar a motivação que vinha faltando nos últimos tempos. E considerando o ritmo cadenciado e o nível técnico mais modesto do futebol jogado no Brasil, suas chances de se destacar são enormes.</p>
<p>Em forma e com ritmo de jogo, certamente Dunga não vai deixá-lo de fora da lista para o Mundial e, muito provavelmente, ele será o titular. Nos jogos, a tendência é que seja menos marcado do que Kaká e Luís Fabiano, os jogadores que fazem a diferença em equipe bem montada, mas que sofre em muitas partidas pelo estilo previsível, baseado em jogadas de bola parada e contragolpes. Robinho pode dar o “toque brasileiro”, com sua capacidade de improviso e habilidade acima da média, e desmontar os fortes esquemas defensivos que o time canarinho enfrentará.</p>
<p>Além disso, Robinho vai à África do Sul “mordido” pelas críticas (a grande maioria bem justas) e tentará esfregar seu talento e capacidade de superação no rosto de seus detratores. Neste cenário, atletas costumam tirar forças do fundo da alma para vencer e dar a volta na própria história. Além disso, ele chegará menos cansado, sem o esgotamento da cada vez mais estafante temporada europeia, já que não vinha atuando regularmente pelo City e passará por um período de recondicionamento no Santos.</p>
<p>Por fim, o seu grande trunfo: ano de Mundial é especialíssimo. Qualquer jogador, em sete jogos, pode se eternizar se arrebentar pelo time campeão. E as últimas premiações deixaram claro que o melhor da Copa, independente do desempenho no clube, é sempre o destaque do ano.</p>
<p>Aí está a chance de Robinho. Com 26 anos, pode-se dizer que efetivamente é sua última oportunidade. Um brilho efêmero, mas no momento certo, pode driblar a dura realidade e realizar o sonho que parecia inatingível.</p>
<p>A receita? Deixar de lado o agito da vida noturna, se concentrar no trabalho até Junho, exigir menos regalias em Santos e, principalmente, acreditar que tudo que foi descrito acima não é apenas um devaneio deste colunista.</p>
<p>Sim, você pode, Robinho!</p>
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		<title>Diego, um artista incompreendido</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 16:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Itália]]></category>
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		<description><![CDATA[Vida difícil a de Diego, no exigente mundo do calcio. Efectivamente, o playmaker canarinho tem encontrado dificuldades para se impor no complicado mundo das amarras tácticas que tolhem os jogadores, no mundo transalpino.
Esta temporada, Diego tem sido o espelho da Vecchia Signora&#8230; um início forte, em que o estratega além de alimentar a vontade goleadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vida difícil a de Diego, no exigente mundo do calcio. Efectivamente, o playmaker canarinho tem encontrado dificuldades para se impor no complicado mundo das amarras tácticas que tolhem os jogadores, no mundo transalpino.</p>
<p>Esta temporada, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/italia/zidane-diego-juventus/1133354-1489.html" target="_blank">Diego</a> tem sido o espelho da Vecchia Signora&#8230; um início forte, em que o estratega além de alimentar a vontade goleadora de Trezeguet, Iaquinta, ou Del Piero, também marcava golos, para posteriormente tornar-se mais um símbolo do ocaso bianconeri. Poder-se-à alvitrar que tal se deveu ao choque nas competições europeias, e que esse embate estará a comprometer toda uma época. Na verdade, este ano os homens de Turim acreditavam ser possível chegar longe na Champions e o grupo potenciava esse sonho&#8230; porém, além das dificuldades, já consabidas, que foram causadas pelo Bayern, um surpreendente Bordeaux estragou umas contas que se anteviam acessíveis&#8230; e a partir daí tudo correu mal!</p>
<p><img class="attachment wp-att-2670 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/09/diego-juventus.jpg" alt="Diego" width="300" height="210" align="left" title="Diego, um artista incompreendido" />Aliado a esses factores, o brasileiro não se encontra, ainda, preparado para arcar como todas as responsabilidades de construção no jogo juventino, e neste momento, assemelha-se a Rhodes a carregar o globo terrestre sobre os seus ombros!</p>
<p>Felipe Melo tem sido uma desilusão, quase ganhando o Bidão de Ouro. Tiago, por desempenhos similares ao brasileiro, partiu sem honra nem glória. Sissoko é um mero destruidor, que ainda para mais teve a CAN no presente ano. Poulsen, não obstante a sua generosidade, nunca há-de ser um suporte para as tarefas de construção. Marchisio, apesar do talento, é um jovem ainda à procura do seu espaço, o mesmo sucedendo com o rato atómico Giovinco, que não obstante todo o talento e a velocidade ainda carece de efectividade e regularidade!</p>
<p>Com tantos problemas na zona central, seria óbvio que o brasileiro não poderia resolver as partidas&#8230; nem sentir-se seguro para criar os desequilíbrios que criava no Santos, ao lado de Robinho, ou no Bremen! E, agora, lembremo-nos do sucedido no Porto, onde em iguais momentos de instabilidade, o génio se eclipsou. Desapareceu nas mordaças de um resultadismo latente, e vislumbramos o jogador agrilhoado a uma faixa esquerda que não podia dar-lhe a alegria que precisava. Saído para a Alemanha, onde encontrou uma equipa formada que mesmo sem ser das mais fortes do campeonato respirava estabilidade e possuía uma estrutura montada para receber um playmaker de refinado quilate, voltou a ser determinante com golos e muitas assistências.</p>
<p>Agora, jamais lhe peçam para ser ele a resgatar a equipa das profundezas do abismo&#8230; isso não será tarefa de um homem que joga, apenas, no último terço do campo, necessitando, acima de tudo, estar suportado por uma retaguarda forte para poder explanar o seu jogo tranquilamente. Pois caso contrário, o génio regressará timidamente à lamparina e a banalidade será dominante!</p>
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		<title>A importância do Futebol do Barcelona como exemplo de formação</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 14:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É quase consensual, que o futebol praticado pelo F. C. Barcelona nesta ultima época e meia, é o mais espectacular e eficaz da actualidade.</p>
<p>Como treinador de escalões de formação, pego em muitos exemplos que acontecem nos jogos, que hoje em grande parte são televisionados, para uma melhor explicação, exemplificação e entendimento do jogo por parte dos “Petits”.</p>
<p>Ora se o grande objectivo do jogo é chegar ao golo, o Barcelona é hoje em dia um bom exemplo, pelas diferentes formas como consegue produzir futebol ofensivo, individual e colectivamente tendo como fim esse mesmo objectivo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3319 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/01/iniesta-messi.jpg" alt="Iniesta, Messi, Barcelona" width="280" height="200" align="left" title="A importância do Futebol do Barcelona como exemplo de formação" />Desde cedo, nós treinadores / formadores, tentamos trabalhar entre outros aspectos o aperfeiçoamento da recepção, passe e desmarcação, do aspecto do drible e da criatividade, da utilização da velocidade de pensamento, reacção e de execução, da procura da largura do campo, como forma de chegar à profundidade. Tentamos incutir aquilo que chamamos princípios básicos do jogo.</p>
<p>Tudo isto tem ou tem tido o Barcelona de Guardiola. Por isso mesmo, é hoje, se não a equipa mais importante, das mais importantes como referência explicativa e exemplificativa para os mais jovens que sonham ser um dia jogadores de futebol.</p>
<p>A qualidade de recepção de bola demonstrada por grande parte dos seus atletas, a capacidade de passe curto em busca de progressão no campo, através de tabelas sucessivas em espaço curto, com a alternância de passe longo procurando variar o chamado centro do jogo, a capacidade de drible nos confrontos de 1-1 ou 1-2 (2 defensores) com os seus opositores directos, as desmarcações nos espaços vazios, tudo isto aliado a velocidade com que pensam e executam faz deste Barcelona um exemplo maior do que é o futebol moderno.</p>
<p>Se nós no campo tentamos incentivar e motivar os nossos jovens para a aprendizagem, actualmente são Messi, Xavi, Iniesta, Ibra, Henry, Puyol, Daniel Alves, Pedro, Keita, Piqué, os melhores professores que se podem encontrar como equipa, porque semanalmente dão verdadeiras aulas exemplificativas de bom futebol, de sentido colectivo, sentido táctico, recorrendo-se das suas características.</p>
<p>Se o futebol saiu das ruas, onde a aprendizagem e a execução do jogo era instintiva e natural, com pouco entendimento do mesmo, passa agora para as chamadas Escolas de Futebol (até as próprias escolas primárias começam a ter as suas) onde esse lado instintivo e natural passa a ser estruturado e orientado para o entendimento do jogo. É excelente que consigamos utilizar exemplos individuais, postos ao serviço de um grande colectivo, como é a equipa do Barça, daí a sua importância como exemplo prático de formação.</p>
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		<title>2009: Um ano para a Argentina esquecer</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 17:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Montanini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[A Argentina só tem a comemorar com o término de 2009. Não por seus feitos, pois não houve nada memorável e digno de comemoração, mas sim pelos fiascos. Ou seja, este é um ano a ser esquecido, ou melhor, sempre lembrado e nunca repetido. E isso pode ser refletido em todas as categorias da seleção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Argentina só tem a comemorar com o término de 2009. Não por seus feitos, pois não houve nada memorável e digno de comemoração, mas sim pelos fiascos. Ou seja, este é um ano a ser esquecido, ou melhor, sempre lembrado e nunca repetido. E isso pode ser refletido em todas as categorias da seleção, além de também fazer parte dos grandes clubes locais.</p>
<p>As categorias inferiores da seleção Albiceleste sempre foram motivos de orgulho, pois além de constantemente revelarem bons nomes, conquistavam bastantes títulos. Assim como a seleção principal despertava respeito aos adversários. Mas, isso passou. Ao menos não aconteceu neste ano. Entre desclassificações precoces e não classificações, as categorias “sub’s” repetiram a fraca campanha da seleção principal.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2014 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top: 3px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/05/argentina_team.jpg" alt="2009: Um ano para a Argentina esquecer" width="290" height="189" align="left" title="2009: Um ano para a Argentina esquecer" />A seleção Sub-15, que disputou o Sul-Americano da categoria, na Bolívia, terminou o torneio com quatro pontos em quatro partidas, foi desclassificada e nem ao menos passou às fases finais da competição. Já a seleção Sub-17 foi desclassificada frente à seleção colombiana, por 3 a 2, nas oitavas-de-finais do Mundial da Nigéria. E não conseguiu trazer a única taça que falta na galeria da AFA.</p>
<p>Por sua vez, a Sub-20, a maior vencedora da competição, com seis títulos, não conseguiu nem ao menos se classificar para o mundial deste ano, disputado no Egito.</p>
<p>Já a principal, entre resultados negativos e, até considerados normais, a grandes vexames como a goleada sofrida na altitude de La Paz, diante da Bolívia por 6 a 1. Tendo em vista, que todos os possíveis efeitos da altitude foram ignorados e até ridicularizados quando o próprio selecionador argentino fez propaganda em prol da pratica de esportes na altitude.</p>
<p>Fora tal feito, como citado houve também resultados negativos que poderiam ser considerados comuns se não fosse o fraco desempenho, como a derrota para o Brasil, por 3 a 1, em Rosário, depois de todo circo armado por Dieguito, além da derrota por 2 a 1, para a Espanha. E até a derrota para a seleção paraguaia, por 1 a 0, em Assunção.</p>
<p>Além da derrota por 2 a 0, para o Equador e por final, a derrota por 4 a 2, frente ao selecionado Catalão, foram suficientes para coroar está trágica campanha da Albiceleste, que por muito pouco não fica de fora do Mundial da África do Sul 2010.</p>
<p>A Seleção somou seis derrotas em 14 jogos, no ano. Porém pode-se dizer que não só o retrospecto deixa bastante à desejar, mas as brigas internas entre o corpo técnico, o mau futebol apresentado, por essa, que para muitos era a grande geração, aliado ao medíocre treinador, que foi a cereja no bolo desta fraca argentina.</p>
<p>Quanto aos clubes, os tradicionais e eternos rivais –Boca Juniors e River Plate- que já haviam feitos campanhas pífias no Clausura 2009, repetiram o feito no Apertura 2009, não chegaram nem perto da disputa pelo título e menos ainda da classificação para a Copa Libertadores 2010.</p>
<p>Diante deste panorama pouco pode-se esperar para a Copa do Mundial 2010, certo? Talvez. Nada é  animador, nem mesmo o único orgulho que o povo argentino teve neste ano, a consagração de Lionel Messi, como o melhor jogador do mundo pela FIFA. O primeiro hermano a receber tal honraria. Mas como disse, nem isto dar um alento, pois La Pulga, por diversos fatores que não vem ao caso agora, não consegue repetir as grandes apresentações que promove pelo Barcelona. Porém, a exemplo, as seleções canarinhas de 70 e 94 chegaram à Copa desacreditadas e ergueram a taça.</p>
<p>&#8230; E que os deméritos de 2009 não se repitam em 2010.</p>
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		<title>O Povo no Poder</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 12:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[2009 foi o ano em que os times mais populares do Brasil dominaram o cenário futebolístico do país com autoridade e fizeram a festa de suas imensas torcidas com títulos e ótimas performances. Comandados pelos repatriados Adriano e Ronaldo, Flamengo e Corinthians protagonizaram os principais torneios nacionais e ainda levaram as taças regionais para suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2009 foi o ano em que os times mais populares do Brasil dominaram o cenário futebolístico do país com autoridade e fizeram a festa de suas imensas torcidas com títulos e ótimas performances. Comandados pelos repatriados Adriano e Ronaldo, Flamengo e Corinthians protagonizaram os principais torneios nacionais e ainda levaram as taças regionais para suas repletas salas de troféus.</p>
<p>O primeiro semestre foi perfeito para os corintianos. A partir da entrada de Ronaldo, o principal reforço da temporada, no empate em 1 a 1 contra o Palmeiras, o alvinegro paulista, com a base do time que foi campeão da segunda divisão no ano anterior, se acertou atuando no 4-2-3-1 que deu liberdade ao Fenômeno e fluência às ações ofensivas sem comprometer o sistema defensivo e atropelou seus adversários no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil faturando as duas taças com direito a golaços de Ronaldo nas finais contra Santos e Internacional. As estratégias de marketing e as contratações pontuais foram cirúrgicas e o Corinthians sobrou em terras brasileiras.</p>
<p>Porém, na segunda metade do ano, a desmotivação pelas poucas aspirações no Campeonato Brasileiro, já que a meta de garantir vaga na Libertadores tinha sido alcançada, e, principalmente, as ausências de André Santos e Cristian, negociados ao Fenerbahçe, e Douglas, que foi jogar no Al Wasl, fizeram com que o time comandado pelo técnico Mano Menezes caísse demais de produção e fizesse uma campanha não mais que razoável na principal competição nacional. A reposição no elenco não foi à altura e a queda técnica foi vertiginosa, com o time amargando tropeços constrangedores, como na derrota em casa para o rebaixado Náutico por 3 a 2 pela 36ª rodada.</p>
<p>Já o Flamengo seguiu o caminho inverso. Apesar das desconfianças e de jogos pouco convincentes sob o comando do técnico Cuca, o time carioca superou mais uma vez o Botafogo e conquistou seu quinto tricampeonato estadual. Mas a eliminação nas quartas-de-final da Copa do Brasil para o Internacional, a aposentadoria de Fábio Luciano e a saída de Ibson minaram as forças de um elenco que já não era tão qualificado, mesmo com a chegada de Adriano em maio, e uma crise política por conta da chegada de Petkovic, o sérvio de 37 anos que retornava ao clube em um acerto para o pagamento de uma dívida trabalhista, custou o emprego de Cuca e a saída do vice-presidente de futebol Kléber Leite.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3307 alignleft" style="margin-top:3px;margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/adriano-flamengo.jpg" alt="Adriano" width="280" height="189" align="left" title="O Povo no Poder" />Com a chegada de Marcos Braz para comandar o futebol, a efetivação do auxiliar técnico Andrade como treinador e a contratação de Álvaro e Maldonado logo após a saída do atacante Emerson para o Al-Ain e a séria contusão no ombro de Kléberson em amistoso pela seleção brasileira, a equipe rubro-negra se reinventou. O time que atuou por dois anos no 3-5-2 para liberar os ofensivos alas Léo Moura e Juan foi remontado em um 4-2-3-1 que foi ensaiado num empate sem gols contra o Internacional no alagado Estádio Beira-Rio e encaixou definitivamente nas vitórias sobre os favoritos Palmeiras e São Paulo. Com Adriano, artilheiro do campeonato ao lado de Diego Tardelli com 19 gols, definindo as partidas e o redivivo Petkovic desequilibrando com a bola rolando ou parada, o Flamengo fez a melhor campanha do returno e, numa arrancada espetacular, conquistou pela sexta vez o título que não era seu desde 1992 e acabou com a hegemonia do tri/hexa São Paulo.</p>
<p>É possível dizer que o ano foi mais vermelho e preto pela conquista da hegemonia doméstica pelo 31º título estadual e a maior dificuldade do Brasileiro mais equilibrado da era dos pontos corridos. Mas também não é nenhum absurdo apontar o futebol praticado pelo alvinegro no primeiro semestre como o melhor apresentado no país ao longo da temporada. Nos duelos entre os gigantes, vantagem do Flamengo, que venceu as duas partidas. No turno, 1 a 0 com gol de Adriano e ausência de Ronaldo no Maracanã; no jogo de volta em Campinas, 2 a 0 para os rubro-negros, agora com o Fenômeno, flamenguista confesso, em campo por 25 minutos até sentir uma contusão na coxa e o Imperador de fora. Mas a pouca importância dada ao Brasileirão pelo Corinthians descaracterizou os encontros entre os principais times do país em 2009.</p>
<p>O tira-teima entre os dois grandes ídolos e goleadores fica para o ano que vem. Quem sabe num confronto épico e histórico pela Taça Libertadores? O time paulista entra na competição mais pressionado pelo centenário do clube e por ser o único gigante de São Paulo que não venceu o torneio continental, o que transforma o desejo natural numa angustiante obsessão. A responsabilidade do Flamengo também será grande, pela empolgação do torcedor e os investimentos na manutenção dos principais jogadores pela nova diretoria, agora liderada pela presidente Patrícia Amorim, a primeira mulher a comandar o clube.</p>
<p>Os desafios são enormes, mas a identificação com a massa que empurra e fascina nas arquibancadas lotadas torna tudo mais possível para quem ganha na bola e também no berro de um povo apaixonado e sempre sedento de glórias que compensem as tantas agruras do cotidiano brasileiro.</p>
<p><em>[O colunista volta em 2010. Ficam os votos de um Natal em paz e ótimo réveillon para todos. Até a volta!]</em></p>
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		<title>Benfica x Porto &#8211; Que esperar do clássico?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdo Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>
		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo o jogo tem a sua particularidade, assim como todos os clássicos por mais edições que tenham, terão sempre a sua particularidade. Este tem a particularidade de poder fazer com que o Benfica, apesar de ter passado grande parte do tempo na frente dos seus dois maiores rivais, passe a celebre quadra natalícia atrás de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o jogo tem a sua particularidade, assim como todos os clássicos por mais edições que tenham, terão sempre a sua particularidade. Este tem a particularidade de poder fazer com que o Benfica, apesar de ter passado grande parte do tempo na frente dos seus dois maiores rivais, passe a celebre quadra natalícia atrás de um deles, o Porto.</p>
<p>Jesus deve andar por estes dias com os cabelos mais brancos, com menos horas de sono, e com redobrada atenção aos treinos da sua equipa, em busca de um 11 que não defraude as expectativas da sua massa de adeptos. Busca ansiosamente soluções para substituir apenas e só Ramires, Coentrão, Di Maria e Amorim. Aquele que chamo de 12 jogador também está KO, Aimar, a estará em duvida até à hora do jogo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3300 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/radamel-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="191" align="left" title="Benfica x Porto   Que esperar do clássico?" />Não há jogadores insubstituíveis, mas Ramires acaba por ser um desses casos deste Benfica. O Brasileiro chegou, viu e rapidamente convenceu, tornando-se insubstituível em campo. De todos os ausentes, aquele que para mim menos falta fará ao Benfica, em termos de colectivo é… Di Maria, o Argentino à muito que voltou ao futebol irregular que tem caracterizado os seus anos na Luz. Coentrão e Amorim, &#8220;substitutos&#8221; de Ramires e Di Maria por castigo e lesão, acabam por também ficar de fora.</p>
<p>A equipa de Jesus há cerca de 3/4 jogos que deixou de apresentar frescura física, o que juntando a um maior conhecimento por parte dos adversários dos seus mecanismos ofensivos, tem diminuído e muito a qualidade futebolística encarnada. Já todos perceberam a importância dos laterais no futebol encarnado, e travá-los ofensivamente é uma das chaves para logo emperrar o futebol encarnado. Outra será anular as movimentações de Aimar e Saviola.</p>
<p>Voltando aos laterais, Jesus tem apostado em César Peixoto na esquerda, mas está mais que provado que o ex-Bracarense não consegue dar a profundidade necessária, que quer Schaffer ou mesmo Coentrão dão à equipa. Peixoto que certamente com a onda lesões e castigos, garante a titularidade no lado esquerdo do meio campo, deixando a lateral esquerda para… David Luiz. É publico que Jesus não aprecia o lateral esquerdo Argentino, e não acredito que deposite nele confiança para jogar o clássico. Acredito pois que puxe David Luiz para a esquerda da defesa, jogando Sidnei ao lado de Luisão. Javi Garcia é certo, assim como Aimar caso recupere, disputando Filipe Meneses e Carlos Martins as restantes vagas.</p>
<p>Jesualdo é neste momento um homem mais tranquilo, já que depois de uma fase menos boa o Porto parece ter reencontrado o seu rumo, e tendo as armas todas à sua disposição, Jesualdo poderá escolher o 11 que melhor se enquadra com as suas pretensões. E certamente a sua pretensão passa por passar o Natal á frente do seu rival.</p>
<p>Assim, na defesa não há grande duvidas. No meio campo, Fernando e Meireles estão certos, ficando a outra vaga entre Guarin ou Belluschi. Na frente, Hulk começará provavelmente na ala esquerda, de modo a manter sempre atento Maxi Pereira e assim evitando as subidas do lateral encarnado. Do lado contrário, Varela permitirá enriquecer o meio campo com 4 elementos quando o Porto não tiver bola. Ou seja, repetir um pouco do que foi feito em Madrid, 433 em ataque, 442 a defender, sendo a nuance táctica definida pelo posicionamento de Varela. Sobram ainda Cristian Rodriguez em mais um regresso à Luz, assim como Farias e Mariano Gonzalez, este último pouco querido pelos adeptos mais de enorme utilidade táctica para o treinador. Definitivamente, um Porto bem mais previsível em termos de 11 base que o seu rival Benfica.</p>
<p>Aparentemente mais dificuldades para Benfica do que para Porto, fruto das consequências dos 2 últimos jogos, mas o publico encarnado não deixará a sua equipa sozinha, e certamente tentará ele ser o 12º jogador. Que esperar de mais um clássico?</p>
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		<title>Liga dos Campeões: Atl. Madrid 0&#215;3 Porto &#8211; Dragão em crescendo&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 00:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Liga dos Campeões 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[O Porto confirmou hoje, em Madrid, que se encontra num momento ascendente de forma. Efectivamente, os dragões, actuando em 4-3-3 com Maicon e Valeri nos lugares que, em Guimarães, foram de Rolando e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-maisfutebol-futebol-iol-atl-madrid-cronica/1108779-4930.html" target="_blank">Porto</a> confirmou hoje, em Madrid, que se encontra num momento ascendente de forma. Efectivamente, os dragões, actuando em 4-3-3 com Maicon e Valeri nos lugares que, em Guimarães, foram de Rolando e Belluschi, usaram a receita que proveitosos resultados deu na passada sexta-feira.</p>
<p>E, assim, a entrada em jogo foi novamente fortíssima&#8230; e logo aos três minutos, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/bruno-alves-fc-porto/1108785-4062.html" target="_blank">Bruno Alves</a> subia aos ares de forma soberba para cabecear para o fundo das malhas de Sérgio Asenjo. Se a equipa entrou confiante, melhor tónico não poderia ter! Tentou recompor-se o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/quique-flores-benfica-atletico-madrid-fc-porto-porto-champions/1108792-4062.html" target="_blank">Atlético</a>, num 4-4-2 rudimentar e sem um verdadeiro organizador de jogo. Paulo Assunção e Cléber Santana não conseguiam acompanhar os extremos e a equipa transformava-se em duas enormes ilhas: a defensiva e a ofensiva composta por Simão na esquerda, Maxi Rodriguez na direita e Forlán, juntamente, com Aguero no centro.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3291 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/atletico-porto-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="183" align="left" title="Liga dos Campeões: Atl. Madrid 0x3 Porto   Dragão em crescendo..." />E apesar dessas limitações, ofensivamente a equipa ainda estrebuchou&#8230; os estertores que mantêm viva a equipa iam alimentando algumas acções em que o perigo rondava a baliza de Helton. Mas esse desequilíbrio surgiria, novamente&#8230; contra ataque rápido, as compensações inexistentes numa equipa absolutamente partida, e <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/36577-fc-porto-atropela-o-atletico-madrid-3-0" target="_blank">Falcao</a> a recarregar o primeiro remate de Fucile que subiu, tranquilamente, pela ala direita sem que algum colchonero o pressionasse. A imensa passadeira vermelha que os madrileños estendem aos adversários, na presente época, voltava a aparecer!</p>
<p>Aos vinte e seis minutos, o jogo ganhava o epípeto de resolvido. O Atletico tentaria, novamente, responder, especialmente através da sua dupla de avançados que tentava remar contra uma maré revolta,  consequentemente sem efeitos práticos! Na verdade, é doloroso ter dois avançados da estirpe de Forlán e Aguero e o resto da equipa ser incapaz de acompanhar o andamento&#8230; e aquele pontapé de bicicleta de <em>El Kun</em>, apesar de ter rasado o poste, levantou o Vicente Caldéron, num dos raros momentos de emoção para os adeptos colchoneros!</p>
<p>E com isto chegou-se ao intervalo. E se dúvidas existissem, o primeiro minuto tratou de decidir o jogo. Aguero saía lesionado e Forlán ficava órfão da alma gémea. O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413064" target="_blank">Porto</a> esse, calmamente, ia controlando o jogo, trocando a bola entre si, procurando espaços, esperando. Mas os dragões, mesmo assim, conseguiam criar perigo&#8230; Rodriguez isolado perante Asenjo permitiu que o guarda redes espanhol fizesse uma meritória mancha, negando o óbvio. Mas se a uma Cebola ainda se consegue dizer que não, nada se pode fazer contra a força de um Super Herói&#8230; <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fc-porto-alertas/hulk-fc-porto-maisfutebol-futebol-iol/1108786-3214.html" target="_blank">Hulk</a>, num momento de génio, bailou perante os aturdidos defesas espanhóis e desferiu tamanho balázio que o estranho foi não ter furado as redes!</p>
<p>O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413065" target="_blank">Porto</a> marcava o terceiro e demonstrava a sua diferença de andamento para o Atletico&#8230; uma verdadeira decepção desta época europeia! Quanto aos dragões, a certeza que há equipa para aspirar a altas ambições.</p>
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		<title>Liga Sagres: Guimarães 1&#215;4 Porto &#8211; Onde andou este Porto?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 23:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[Apetece perguntar: onde andou este Porto? O Porto pressionante, incansável, e que muito mereceu o sucesso das últimas temporadas parece estar de volta. E foi precisamente no Afonso Henriques, onde o futebol]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apetece perguntar: onde andou este <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/raul-meireles-bruno-alves-fc-porto-porto-vitoria-nuno-assis/1108096-4062.html">Porto</a>? O Porto pressionante, incansável, e que muito mereceu o sucesso das últimas temporadas parece estar de volta. E foi precisamente no Afonso Henriques, onde o futebol é praticado de forma intensa e bem ofensiva, que os pupilos de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/jesualdo-jesualdo-ferreira-fc-porto-porto/1108109-4062.html">Jesualdo</a> terão previsivelmente dado a volta a uma fase menos positiva.</p>
<p>Naquele que foi um excelente espectáculo de futebol, os portistas entraram em força e com vontade para controlar a partida. E assim o fizeram. <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-outros-desportos/fc-porto-v-guimaraes-maisfutebol-porto-jesualdo-liga/1108102-4932.html">Jesualdo Ferreira</a> apresentava o seu 433 clássico, com Rolando e Hélton de volta ao 11 titular, e Belluschi juntamente com Meireles a fazer a ligação do meio-campo ao ataque. E foi aí que consistiu o segredo deste Porto: as transições. Esse elemento tão importante do futebol do Porto que tem sido nas últimas épocas um dos seus pontos fortes foi mesmo aquilo que permitiu sair de Guimarães com os 3 pontos.</p>
<p>Os primeiros 45 minutos foram azuis, e foi sem surpresa que um fortíssimo Varela e um muito esforçado Falcao colocaram o Porto na frente por 2&#215;0. O Porto foi eficiente a defender, colectivista a atacar, e soube gerir os tempos da partida de forma sublime.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3278 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/guimaraes-porto-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="198" align="left" title="Liga Sagres: Guimarães 1x4 Porto   Onde andou este Porto?" />Contudo, o golo de Andrezinho na cobrança perfeita de um livre directo, quando o relógio já passava dos 45 minutos, poderia ter alterado de forma radical o rumo desta partida. Isto porque os vitorianos chegavam ao intervalo com o estímulo de um golo marcado, e entravam para o segundo tempo com esse pensamento &#8211; quiçá ainda intensificado no discurso de Paulo Sérgio.</p>
<p>E os 20 minutos iniciais demonstraram o que faz deste Vitória uma das boas equipas do nosso campeonato. Assis foi o maestro do costume, com uma frescura física impressionante e aliada à profundidade de Desmarets e Targino, que estendem o jogo dos minhotos de forma impressionante.</p>
<p>O golo do empate esteve à vista num punhado de oportunidades, mas num misto de sorte e de engenho foi algo que os portistas acabaram por evitar. Não marcando, o Vitória abria espaços na defesas e não tardou até que <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/iol/1108099-4062.html">Bruno Alves</a> terminasse com a partida após livre de Raúl Meireles, quando curiosamente, instantes antes, o próprio se preparava para o bater.</p>
<p>Em jeito de conclusão, e numa partida onde a lealdade e o fair-play tiveram um papel importante, os dragões voltaram a mostrar a chama dos campeões, sabendo aproveitar a má entrada dos vimaranenses, e conseguindo igualmente fechar a partida quando o timing assim o exigia. Uma vitória robusta para a equipa azul-e-branca, e um claro colocar de pressão sobre os mais directos adversários. O verdadeiro <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/36214-fc-porto-goleia-em-guimaraes-4-1">Porto</a> parece estar de volta.</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: center;"><embed src="http://futebol.videos.sapo.pt/play-bwin?file=http://futebol.videos.sapo.pt/VvqYKkWQzp9BPZujcV1D/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" width="400" height="350"></embed><br />
<span style="color: #888888;"> Golo de Varela, aos 12m</span></p>
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		<title>Darron Gibson, a nova sensação do United</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 16:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem teve a sorte de ver as imagens do jogo da Carling Cup entre o Manchester United e o Tottenham (1 Dez 09), certamente terá ficado rendido a um jovem médio centro mancuniano que mandou em todo o jogo red e ainda arranjou tempo para com dois balázios resolver o jogo, tornando-se o novo menino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem teve a sorte de ver as imagens do jogo da <a target="_blank" href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1107194&#038;div_id=1488&#038;psec_id=46">Carling Cup</a> entre o Manchester United e o Tottenham (1 Dez 09), certamente terá ficado rendido a um jovem médio centro mancuniano que mandou em todo o jogo red e ainda arranjou tempo para com dois balázios resolver o jogo, tornando-se o novo menino bonito de Old Trafford. Ele é Darron Gibson, um jovem de 22 anos, nascido no Ulster e que sonha, com a camisola vermelha vestida, reeditar os feitos de outro grande irlandês do norte&#8230; quiçá, o mais conhecido de todos&#8230; sim, ousamos, pese as devidas diferenças, comparar este jovem ao inimitável quinto Beatle: George Best!</p>
<p>Nascido em Derry, cedo chegou à Academia do United, a mesma forja onde foram moldados jogadores como os irmãos Neville, Paul Scholes, David Beckham, Ryan Giggs, entre tantos outros. Aí, desde cedo deu pelas vistas, não pelos seus atributos técnicos, que sendo razoáveis não seriam similares aos do grande Georgie, mas pela imensa disponibilidade física e, como se viu ontem, pelo pontapé canhão que deixa atarantado o mais prevenido dos goleiros&#8230; que o diga Gomes! Porém, não se pense que Gibbo &#8211; alcunha do jogador &#8211; só apenas em 2009-2010 apareceu nos quadros do United. Nada mais errado! A sua estreia ocorreu em 2005, também num prélio da Carling Cup contra o Barnet.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3268 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top: 3px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/darron-gibson-2.jpg" alt="Darron Gibson" width="280" height="175" align="left" title="Darron Gibson, a nova sensação do United" />A partir daí, tem alternado os treinos da equipa principal com jogos pela equipa de reservas, onde contracena, normalmente, com o sérvio Tosic, os gémeos Fábio e Rafael ou Macheda. A excepção a este percurso ocorreu na temporada de 2006/2007 e nos primeiros seis meses da seguinte quando foi emprestado, inicialmente, aos belgas do Antuérpia &#8211; clube satélite do United &#8211; e onde se assumiu como a pedra basilar do meio campo dos homens da Flandres&#8230; a sua influência foi tal que se tornou a principal estrela de um conjunto de jovens que, surpreendentemente, quase garantia a promoção!</p>
<p>Na época seguinte, seria o Wolverhampton a garantir os seus préstimos. Mais uma vez tornar-se-ia imprescindível, o que obrigaria ao seu retorno definitivo ao United&#8230; vinte e quatro jogos depois e tendo apontado um golo, apresentava-se em Old Trafford para treinar ao lado dos seus grandes ídolos! Aí atendendo à concorrência, não jogaria tantas vezes quantas as desejáveis para um jovem atleta da sua idade, mas mesmo assim apontaria o seu primeiro golo no Theatre of Dreams, em Janeiro de 2009, numa ronda da FA Cup contra o Southampton e alinharia em todos os jogos da edição passada da Carling Cup, partidas que os red devils venceriam, sendo por diversas vezes comparado com Michael Carrick, o tradicional dono do lugar.</p>
<p>A única ressalva que se poderá fazer foi a de ter renegado a nossa comparação inicial com Best&#8230; efectivamente, Gibson preferiu alinhar pela República da Irlanda, tendo já jogado três vezes pela selecção do trevo. Roy Keane, certamente, terá ficado contente!</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_X8tg6Bi44I&amp;hl=en_GB&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/_X8tg6Bi44I&amp;hl=en_GB&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="color: #888888;">Segundo golo de Gibson ao Tottenham</span></p>
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		<title>Seydou Doumbia, a grande esperança marfinense</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>

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		<description><![CDATA[A Costa do Marfim, um dos países mais ricos da África Ocidental graças à extracção e exportação do cacau, também nos últimos anos tem dado ao mundo uma plêiade de magníficos jogadores de futebol, que tornam a]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Costa do Marfim, um dos países mais ricos da África Ocidental graças à extracção e exportação do cacau, também nos últimos anos tem dado ao mundo uma plêiade de magníficos jogadores de futebol, que tornam a selecção dos elefantes uma das mais excitantes que o globo terrestre alguma vez viu provinda do continente selvagem.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3258 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/Seydou-Doumbia-2.jpg" alt="Seydou Doumbia" width="280" height="202" align="left" title="Seydou Doumbia, a grande esperança marfinense" />Assim, nomes como os irmãos Touré, a jogar Kolo no Manchester City e Yaya no Barcelona, ou os manos Kalou, de onde se destaca Salomon que actua no Chelsea, e o maior de todos e talvez um dos maiores avançados da história do futebol mundial, de seu nome Didier Drogba, têm feito o país sonhar com um grande feito internacional&#8230; quiçá, em continente próprio e daqui a poucos meses, no Mundial da África do Sul! Mas não se pense que o campo de escolha marfinense se restringe aos nomes mais mediáticos. Há outros que os adeptos mais incautos ainda desconhecem, mas por pouco tempo! Surge, agora, num estudo referente aos jovens com menos de vinte e um anos mais valiosos do mundo do futebol realizado pela IMScouting, para além de nomes como Aguero, Benzema, do benfiquista Keirrison e do português Fábio Coentrão &#8211; único português a figurar na lista &#8211; um nome desconhecido para a maioria dos adeptos. É o de Seydou Doumbia. Este jovem de vinte e um anos tem tudo para ser o sucessor de Drogba na liderança do ataque dos elefantes&#8230; e ao seu clube, o Young Boys da Suíça, já chegaram inúmeras propostas de clubes de Itália, Inglaterra e Alemanha, sendo as do Dortmund e do Hoffenheim as mais concretas.</p>
<p>Seydou poder-se-à definir como um explosivo cocktail. A sua rapidez supersónica, a que conjuga uma técnica sublime e uma potência feroz de remate, fazem dele um caso único na actualidade do futebol europeu. É raro encontrar um jovem avançado com tantas qualidades juntas. Aliás, já começou a impressionar na sua primeira época em solo europeu. No seu actual clube, na pretérita época, a primeira em que lá actuou, após um périplo mal sucedido de três anos no Japão, o jovem jogador tornou-se logo o melhor marcador da Swiss Superleague e também foi considerado o melhor jogador&#8230; feitos conseguidos com o rótulo de arma secreta, pois apesar de ter apontado vinte golos, apenas começou a titular oito dos trinta e dois jogos em que interviu, conseguindo uma inacreditável média de um golo em cada sessenta e nove minutos de tempo de jogo.</p>
<p>Todavia, Doumbia só no transacto ano se tornou conhecido dos fãs europeus, e tal deveu-se ao facto de em 2005, quando já brilhava a grande altura no ASEC Mimosas do seu país natal, ter optado por emigrar para o Japão, em vez de, imediatamente, ingressar num campenato do Velho Continente. Aí, no Kashiwa Reysol não seria feliz, muito menos quando trocaria este clube pelo Tokushima Vortis. Estava claro que não seria no País do Sol Nascente que o avançado descobriria o caminho para os golos, e assim a saída do país seria o passo mais óbvio. Aconteceria para a tranquila Suíça, onde o Young Boys o seduziria pagando pelo seu passe a módica quantia de cento e cinquenta mil euros.</p>
<p>Chegado à Europa, Seydou confirmou todos os cêntimos &#8211; poucos &#8211; depositados nele. Com a sua velocidade, técnica e imenso querer ajudou a sua equipa a vencer muitos jogos nos últimos minutos, alguns deles em que nem os próprios adeptos acreditavam, guiando-a ao segundo lugar da tabela, só atrás do FC Zurich e ajudando-o a chegar à final da Taça da Suíça que perderia para o Sion! No final da época teria a recompensa para tão memorável desempenho, estreando-se na selecção do seu país, na Kirin Cup, contra o Japão. Mais um sonho realizado, ainda para mais actuando ao lado dos seus ídolos de infância! Chegados ao final da época, choveram propostas para a aquisição do seu passe&#8230; a do Hoffenheim chegaria perto dos dez milhões de euros para contar com os seus préstimos&#8230; uma valorização exponencial, que foi rejeitada pelo seu actual clube, de modo a perseguir o sonho de alcançar o título suíço, que lhe foge desde 1986!</p>
<p>Mas certo será que após o Mundial tudo será diferente. Doumbia seguirá as pisadas de Drogba num grande clube europeu, marcando golos, muitos golos! Obrigatória a sua descoberta nos jogos da Liga Suíça, ou para os mais desatentos no próximo Mundial, numa selecção que promete fazer história.</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/elLGY1Z49_c&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/elLGY1Z49_c&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="color: #888888;">Compilação de Seydou Doumbia</span></p>
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