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	<title>Jogo de Área &#187; Liga dos Campeões 09/10</title>
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	<description>Artigos de opinião e Análise desportiva</description>
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		<title>Liga dos Campeões: Atl. Madrid 0&#215;3 Porto &#8211; Dragão em crescendo&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 00:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga dos Campeões 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[O Porto confirmou hoje, em Madrid, que se encontra num momento ascendente de forma. Efectivamente, os dragões, actuando em 4-3-3 com Maicon e Valeri nos lugares que, em Guimarães, foram de Rolando e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-maisfutebol-futebol-iol-atl-madrid-cronica/1108779-4930.html" target="_blank">Porto</a> confirmou hoje, em Madrid, que se encontra num momento ascendente de forma. Efectivamente, os dragões, actuando em 4-3-3 com Maicon e Valeri nos lugares que, em Guimarães, foram de Rolando e Belluschi, usaram a receita que proveitosos resultados deu na passada sexta-feira.</p>
<p>E, assim, a entrada em jogo foi novamente fortíssima&#8230; e logo aos três minutos, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/bruno-alves-fc-porto/1108785-4062.html" target="_blank">Bruno Alves</a> subia aos ares de forma soberba para cabecear para o fundo das malhas de Sérgio Asenjo. Se a equipa entrou confiante, melhor tónico não poderia ter! Tentou recompor-se o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/quique-flores-benfica-atletico-madrid-fc-porto-porto-champions/1108792-4062.html" target="_blank">Atlético</a>, num 4-4-2 rudimentar e sem um verdadeiro organizador de jogo. Paulo Assunção e Cléber Santana não conseguiam acompanhar os extremos e a equipa transformava-se em duas enormes ilhas: a defensiva e a ofensiva composta por Simão na esquerda, Maxi Rodriguez na direita e Forlán, juntamente, com Aguero no centro.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3291 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/atletico-porto-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="183" align="left" title="Liga dos Campeões: Atl. Madrid 0x3 Porto   Dragão em crescendo..." />E apesar dessas limitações, ofensivamente a equipa ainda estrebuchou&#8230; os estertores que mantêm viva a equipa iam alimentando algumas acções em que o perigo rondava a baliza de Helton. Mas esse desequilíbrio surgiria, novamente&#8230; contra ataque rápido, as compensações inexistentes numa equipa absolutamente partida, e <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/36577-fc-porto-atropela-o-atletico-madrid-3-0" target="_blank">Falcao</a> a recarregar o primeiro remate de Fucile que subiu, tranquilamente, pela ala direita sem que algum colchonero o pressionasse. A imensa passadeira vermelha que os madrileños estendem aos adversários, na presente época, voltava a aparecer!</p>
<p>Aos vinte e seis minutos, o jogo ganhava o epípeto de resolvido. O Atletico tentaria, novamente, responder, especialmente através da sua dupla de avançados que tentava remar contra uma maré revolta,  consequentemente sem efeitos práticos! Na verdade, é doloroso ter dois avançados da estirpe de Forlán e Aguero e o resto da equipa ser incapaz de acompanhar o andamento&#8230; e aquele pontapé de bicicleta de <em>El Kun</em>, apesar de ter rasado o poste, levantou o Vicente Caldéron, num dos raros momentos de emoção para os adeptos colchoneros!</p>
<p>E com isto chegou-se ao intervalo. E se dúvidas existissem, o primeiro minuto tratou de decidir o jogo. Aguero saía lesionado e Forlán ficava órfão da alma gémea. O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413064" target="_blank">Porto</a> esse, calmamente, ia controlando o jogo, trocando a bola entre si, procurando espaços, esperando. Mas os dragões, mesmo assim, conseguiam criar perigo&#8230; Rodriguez isolado perante Asenjo permitiu que o guarda redes espanhol fizesse uma meritória mancha, negando o óbvio. Mas se a uma Cebola ainda se consegue dizer que não, nada se pode fazer contra a força de um Super Herói&#8230; <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fc-porto-alertas/hulk-fc-porto-maisfutebol-futebol-iol/1108786-3214.html" target="_blank">Hulk</a>, num momento de génio, bailou perante os aturdidos defesas espanhóis e desferiu tamanho balázio que o estranho foi não ter furado as redes!</p>
<p>O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413065" target="_blank">Porto</a> marcava o terceiro e demonstrava a sua diferença de andamento para o Atletico&#8230; uma verdadeira decepção desta época europeia! Quanto aos dragões, a certeza que há equipa para aspirar a altas ambições.</p>
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		<title>Piqué, a imagem do orgulho catalão</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Liga dos Campeões 09/10]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[A alma catalã é intrínseca à própria ipseidade da região. Projecta-se na alma dos seus habitantes, que fazem dos seus símbolos verdadeiros embaixadores de uma região que busca a autonomia, e nesses símbolos, o Barcelona tem-se destacado como o maior embaixador de uma cultura que se distingue das demais regiões castelhanas!
E, apesar da miríade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A alma catalã é intrínseca à própria ipseidade da região. Projecta-se na alma dos seus habitantes, que fazem dos seus símbolos verdadeiros embaixadores de uma região que busca a autonomia, e nesses símbolos, o Barcelona tem-se destacado como o maior embaixador de uma cultura que se distingue das demais regiões castelhanas!</p>
<p>E, apesar da miríade de nacionalidades que pululam pelos corredores dos balneários de Camp Nou, o orgulho culé reside nos catalães formados em La Masia e que anseiam afirmar-se no mundo do futebol. Actualmente, nomes como Puyol, Xavi, Busquets, Bojan Krkic demonstram o quão importante é conjugar o sentimento de uma região com a vontade de vencer&#8230; bem como o treinador Guardiola. Aliás, o antigo governador da Catalunha e grande divulgador do sentimento catalão, Jordi Pujol, sempre gostou de demonstrar esse feeling nos seus rounds diplomáticos.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3243 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/spain-gerard-pique.jpg" alt="Gerard Piqué" width="280" height="193" align="left" title="Piqué, a imagem do orgulho catalão" />Todavia, entre esses catalães de boa cepa que transportam para qualquer cancha esse sentimento, há um que bem poderia encarnar a parábola do filho pródigo! Apesar de ser da cidade que, além do futebol, venera Gaudi e a Sagrada Família, ou onde os habitantes sobem até Montjuic para se embrenharem no verde e na natureza, cedo abandonou as escolas de La Masia, ou, em português A Quinta, para se deixar seduzir pelo british dream. Com efeito, Piqué, logo aos dezasseis anos teve a hipótese de migrar para a pátria do futebol&#8230; como muitos jovens do seu país, Cesc Fábregas, Fran Mérida, Álvaro Arbeloa, entre outros, arriscou a sorte! Destino: as categorias de base do Manchester United, temperadas com algumas espontâneas aparições na equipa de reservas. Já nessa altura, em 2004, fora cobiçado, também, pelo Arsenal e Liverpool, onde Benitez, se diz, ficou possesso quando perdeu a corrida pela sua contratação para os red devils.</p>
<p>Em Old Trafford, a certeza de trabalhar com um verdadeiro escultor de talentos, o homem que inventou os irmãos Neville, Beckham, Scholes, Giggs e tantos outros que ainda estão a despontar e são da geração de Piqué: Macheda, Evans entre mais alguns! Mas, porém, aquele central forte, resoluto, inexpugnável no jogo aéreo e, ainda por cima polivalente &#8211; já que podia desempenhar a função de pivot defensivo com igual assertividade &#8211; não conseguiu adaptar-se ao futebol inglês. Pese algumas, esporádicas, aparições na equipa principal mancuniana sentia imensas dificuldades em afirmar-se na equipa principal&#8230; fosse pela sua juventude, fosse pela feroz concorrência &#8211; Ferdinand, Vidic, só para citar os concorrentes de maior curriculum &#8211; a verdade é que era notório que o velho lobo Ferguson não confiava nele, chegando mesmo, na temporada de 2006/2007, a cedê-lo ao Zaragoza!</p>
<p>Aí, de regresso a solo pátrio e ao lado de nomes como Pablo Aimar, Carlos Diogo, Alberto Zapater ou Sérgio Garcia, voltou a reencontrar-se com a felicidade do jogo. Tornou-se imprescindível no centro da defesa do clube de La Rosaleda e foi um dos pilares do apuramento para a, então, Taça Uefa. Após tão concludentes indicações Ferguson não hesitaria&#8230; chamá-lo-ia novamente, mas desta feita assumindo que haveria de contar com o catalão. Contudo, ou pelas lesões ou por alguma imaturidade ainda bem latente, este cedo voltaria a perder o comboio das primeiras escolhas, sendo que no fim da época o carácter impaciente e irascível do velho escocês voltou a fazer das suas. Piqué era colocado na lista de transferíveis e pelo preço de cinco milhões de euros&#8230; uma pechincha, atendendo ao potencial esperado e, por vezes, já demonstrado, atendendo a ser internacional espanhol em todos os escalões desde os sub-15, atendendo a estar entre os melhores jogadores jovens do mundo!</p>
<p>E aí dar-se-ia a tal parábola do filho pródigo&#8230; o Barcelona, que por essas alturas apresentava o também catalão e símbolo do clube Pep Guardiola como treinador do clube, não hesitou em lançar-lhe o canto da sereia. E assim sendo, regressaria&#8230; tornando-se crucial numa equipa que na época passada fez o triplete, que teve o seu apogeu em Roma, na final da Champions, contra o United que houvera abandonado meses antes. Sendo a central ao lado do mítico leão catalão Puyol, ou então subindo no terreno e incorporando um fabuloso tridente medular em que é o vértice mais recuado, mas imbuído daqueles princípios de jogo que têm vindo a encantar a Europa: fabulosa circulação de bola, óptima capacidade de pressão e domínio de todos os momentos do jogo!</p>
<p>Assim sendo, Del Bosque ver-se-ia obrigado a contar com ele em La Roja&#8230; um jogador que ontem demonstrou toda a sua valia, ajudando a abater os nerazurri de Mourinho e lançando os blaugrana rumo às fases decisivas da competição!</p>
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		<title>Liga dos Campeões: Apoel 0&#215;1 Porto &#8211; A caminho dos oitavos&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
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		<description><![CDATA[Não fosse o brilhante tento de Falcao quando o relógio batia nos 84 minutos, e muito provavelmente esta análise estaria a inciar-se num tom menos positivo. Contudo, o brilhante tiro do colombiano premiou um Porto que hoje]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não fosse o brilhante tento de <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408180" target="_blank">Falcao</a> quando o relógio batia nos 84 minutos, e muito provavelmente esta análise estaria a inciar-se num tom menos positivo. Contudo, o belíssimo tiro do colombiano premiou um Porto que hoje se apresentou no Chipre com muito músculo, um meio-campo extremamente organizado mas a quem faltou quase sempre um último passe de qualidade.</p>
<p><a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/jesualdo-jesualdo-ferreira-fc-porto-porto-champions-apoel/1100490-4062.html" target="_blank">Jesualdo</a> antevia um confronto de grande sofrimento. E não se enganava, o experiente técnico luso. Aliás, este momento assemelhava-se a muitos outros na história do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-porto-falcao-chipre-chapions-apoel/1100485-4930.html" target="_blank">Porto</a> nesta Liga dos Campeões: um adversário mais fraco, mas nem tanto acessível, um ambiente frenético nas bancadas e um futebol de luta do primeiro ao último minuto. E no Chipre foi precisamente esse o Apoel que se apresentou, uma equipa muito diferente da tenra formação que veio ao dragão tentar não perder, mas à qual pareceu sempre evidente uma importante falta de experiência na mais alta competição internacional de clubes.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3047 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/apoel-porto-hulk.jpg" alt="Hulk" width="300" height="200" align="left" title="Liga dos Campeões: Apoel 0x1 Porto   A caminho dos oitavos..." />Tacticamente, Jesualdo optava por <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/guarin-guarin-fc-porto-porto-apoel-champions/1100491-4062.html" target="_blank">Guarín</a> a resguardar o miolo lado a lado com Meireles, tendo como pivot defensivo Fernando nas suas costas. Este é aliás um dilema que o treinador portista tem vivido desde o início da temporada, pouca é a apetência do albiceleste Belluschi para se incorporar nas tarefas mais defensivas, especialmente quando o adversário apresenta um futebol mais combativo. E a escolha foi acertada, tal como aliás havia sido em Stamford Bridge. O colombiano é um médio todo o terreno, apresentando no entanto uma dinâmica pouco habitual para alguém que &#8220;destrói&#8221; com tanta qualidade &#8211; isto porque Freddy Guarín também sabe sair a jogar, e muito bem, faltando-lhe naturalmente a capacidade para decidir junto da área contrária, algo que foi visível ao longo dos 90 minutos. Guarín e Meireles formaram um duo de grande força, subindo à vez, mas defendendo em bloco sempre que possível, sendo portanto 2 dos homens chave deste triunfo <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/31080-fc-porto-vence-em-apoel-e-esta-nos-oitavos" target="_blank">portista</a>.</p>
<p>Na ausência de Mariano, o ainda em baixo de forma Rodriguez entrava para o onze e emparelhava com Hulk nas alas ofensivas da equipa, numa tentativa de trazer objectividade e velocidade ao ataque portista. Algo que contudo não sucedeu da forma que se poderia prever, já que ambos foram responsáveis pela maioria das bolas perdidas em meio-campo contrário. A certo ponto, era Falcao quem se deslocava ao meio-campo para buscar jogo ao ataque. Os cipriotas pouco mais fizeram do que jogar ao sabor do que o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408183" target="_blank">Porto</a> lhes permitia, tentando aproveitar qualquer perda de bola ou alívio menos acertado, algo que especialmente os laterais Alvaro Pereira e Sapunaru por vezes permitiram. Contudo, foi apenas possível ver um lance de real perigo vindo dos mediterrânicos &#8211; um remate de meia distância do avançado Mirosavljevic, ao qual Helton respondeu com uma estirada monumental.</p>
<p>Apesar de tudo, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-porto-falcao-chipre-chapions-apoel/1100485-1304.html" target="_blank">Hulk</a> foi o criador da maioria das ofensivas portistas, sendo no entanto uma sombra de si próprio &#8211; algo que já vem sendo recorrente nas últimas partidas. O brasileiro teima em decidir individualmente, e quando joga para a equipa fá-lo sem o melhor timing. Teve nos pés um golo fácil depois de uma abertura no limite do fora-de-jogo, mas de forma muito infeliz entregou a bola ao guardião Chiotis. Já no segundo tempo, e talvez no seu melhor lance, serviu o recém-entrado Farias para um golo que esteve muitíssimo perto. E seria mesmo o goleador argentino a construir o momento chave deste encontro, quando poucos já acreditariam na vitória. El Tecla contornou um defesa e entregou para <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/falcao-fc-porto-porto-apoel/1100488-4062.html" target="_blank">Radamel Falcao</a>, que ainda fora da área e muito ao seu jeito deixou a bola fugir ligeiramente para a sua direita para então disferir um remate cruzado que apenas terminou no fundo das redes cipriotas.</p>
<p>Com a empate do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/chelsea-at-madrid-simao-quique-flores-champions-maisfutebol/1100493-1304.html" target="_blank">Chelsea</a> na capital espanhola &#8211; ingleses que estiveram a ganhar &#8211; o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-liga-dos-campeoes-premios-receitas/1100566-1304.html" target="_blank">Porto</a> cumpriu a sua missão de forma irrepreensível, e coloca-se <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sobe/fc-porto-apoel-sobe-liga-dos-campeoes/1100650-1497.html" target="_blank">entre os melhores 16 da Europa</a> quando faltam ainda disputar duas jornadas nesta fase de grupos. Brilhante, o dragão!</p>
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		<title>Liga dos Campeões: Porto 2&#215;1 Apoel &#8211; Ao ritmo de Hulk</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Z</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
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		<description><![CDATA[O Porto chegava à terceira jornada da Champions com 3 pontos, sabendo de antemão que este jogo era crucial, tal como o anterior: não apenas porque jogava em casa, mas também porque defrontava uma equipa inferior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-cronica-apoel-maisfutebol-champions-hulk/1097438-4930.html" target="_blank">Porto</a> chegava à terceira jornada da Champions com 3 pontos, sabendo de antemão que este jogo era crucial, tal como o anterior: não apenas porque jogava em casa, mas também porque defrontava uma equipa inferior. O que provavelmente não esperaria o universo portista era a partida atípica que foi possível observar, com altos e baixos reveladores, naturalmente, do impacto causado pela pausa para partidas de selecções.</p>
<p>A falta de Belluschi por lesão terá sido o tema mas debatido quer pela imprensa quer pelos adeptos portistas na véspera da partida. E essa preocupação mostrou ter a sua razão de ser desde o primeiro instante da partida, já que a falta do 10 argentino foi algo que a equipa portista transpareceu desde que a primeira transição ofensiva do jogo. Na realidade, cabe imputar a Jesualdo a responsabilidade pela grave e deficiente organização no miolo do campeão nacional. A opção por Mariano foi descabida, e não obstante o espírito batalhador do internacional argentino, a sua colocação como interior direito é algo que o técnico português já havia testado anteriormente e sem resultados de relevo. Juntando a isso a estranha inconsistência no futebol actual de Raul Meireles, este <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-cronica-apoel-maisfutebol-champions-hulk/1097438-1304.html" target="_blank">Porto</a> deixava a desejar na hora da construção.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2886 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/10/porto-apoel-hulk.jpg" alt="Hulk" width="300" height="196" align="left" title="Liga dos Campeões: Porto 2x1 Apoel   Ao ritmo de Hulk" />Não é apenas fixação. Os primeiros 45 minutos denotaram um Porto que apenas funcionou ofensivamente quando o trio ofensivo recuou para buscar jogo. Foi assim que surgiu o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1406238" target="_blank">golo de Hulk</a> &#8211; em associação ao erro grave da defensiva cipriota &#8211; e foram assim a maioria dos lances de perigo dos azuis-e-brancos, com especial destaque para um irrequieto e incisivo Cristian Rodriguez. Antes desse golo, e para surpresa dos milhares de espectadores presentes esta noite no dragão, seria mesmo o Apoel a abrir o marcador num lance dividido junto a Helton, sendo depois Alvaro Pereira a colocar o esférico na sua própria baliza. O Porto via-se a perder por culpa própria, por permitir a uma equipa de nível inferior um agigantamento claro, pecando pela falta de pressão dos seus elementos mais recuados quando a equipa cipriota definia o seu futebol ofensivo. Aliás, essa falta de pressão foi uma evidência durante toda a primeira parte, algo que a espaços revelou um Apoel desinibido, bem distribuído no terreno de jogo e com capacidade para incomodar os portistas. Quando já se ouviam ligeiros assobios na cidade do Porto, Falcao aproveitou de forma sublime um deficiente passe atrasado de um médio cipriota contornando depois um defesa e servindo <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/fc-porto-porto-hulk-fernando-fucile-rodriguez/1097436-4062.html" target="_blank">Hulk</a> que finalizou sem dificuldade. Um golo crucial para as ambições portistas na prova.</p>
<p>Se o primeiro tempo havia começado mal e terminado em crescendo, o segundo tempo acabou por ser uma antítese a esse nível. Uma entrada de rompante, um penalty e mais um golo de Hulk, e um meio-campo que agora via Rodriguez a construir e relegava um &#8211; sem surpresa &#8211; nada brilhante Mariano para uma das alas ofensivas. Nesta altura vimos um Porto que poderia &#8211; e deveria, não fosse um surpreendente falhanço de Falcao à boca da baliza &#8211; ter acabado com o jogo ao marcar o terceiro tento. Hulk esmagava a defensiva contrária, e quer individualmente quer em tabelinhas gerava o pânico numa defensiva que contava com o luso Nuno Morais, autor de uma exibição positiva. O golo, no entanto, não surgiu.</p>
<p>Com o passar do tempo, o Porto começou a denotar alguma ansiedade e o cansaço de alguns dos seus elementos permitiu ao jogo repartir-se, criando a espaços um buraco no meio campo. Valeu a portistas a ainda mais evidente falta de forças dos seus oponentes que só por um par de vezes foram capazes de se organizar e levar a bola à área contrária com algum perigo. A expulsão do elo mais fraco Mariano não veio ajudar, mas os últimos minutos trouxeram um Porto que foi capaz de segurar a bola, trocá-la entre si e fechar a terceira ronda da melhor forma possível: com uma <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-cronica-apoel-maisfutebol-champions-hulk/1097438-1304.html" target="_blank">vitória</a>, que se torna ainda mais saborosa somada ao triunfo do Chelsea por 4&#215;0 em Stamford Bridge.</p>
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		<title>FC Porto &#8211; Um Grupo de Risco</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 20:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sorte poderia ter sido mais amiga do único representante português, na Champions League. Com efeito, o Grupo D encerra inúmeros perigos e três galos para dois poleiros! Ipso modo, os portistas terão de medir forças com os ingleses do Chelsea, com os espanhóis do Atletico Madrid &#8211; dois reencontros &#8211; e com os cipriotas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sorte poderia ter sido mais amiga do único representante português, na Champions League. Com efeito, o Grupo D encerra inúmeros perigos e três galos para dois poleiros! Ipso modo, os portistas terão de medir forças com os ingleses do Chelsea, com os espanhóis do Atletico Madrid &#8211; dois reencontros &#8211; e com os cipriotas do Apoel! E a verdade é que quer Chelsea quer os colchoneros assumem o mesmo objectivo que os azuis e brancos, a passagem à fase eliminatória da competição.</p>
<p>Efectivamente, os blues do mais rico bairro de Londres, parecem querer, este ano, assumir o que em 2008 a escorregadela de Terry em Moscovo tirou&#8230; e Ancelotti, parece, estar a rentabilizar as estrelas que actuam nos ingleses.. Drogba, Lampard, Terry começaram a época a todo o gás e o Dragão rejubila por rever quatro filhos dilectos: Bosingwa, indiscutível na lateral direita, Ricardo Carvalho, em momento de forma sublime &#8211; talvez Ancelotti lhe tenha revelado o segredo da eterna juventude de Maldini &#8211; Deco, com lampejos da sua genialidade, e Hilário a guardar as costas ao indiscutível Petr Cech! Quanto a contratações, apenas duas&#8230; o esquerdino russo contratado ao CSKA Moscovo, de nome Yury Zhirkov, uma das grandes estrelas da epopeia russa no Euro 2008, e o jovem dispensado pelos citizens, Daniel Sturridge! Os blues terão de ser os favoritos a vencer o grupo&#8230;</p>
<p>Se falamos de filhos dilectos do Dragão, falemos de enteados&#8230; os que jogam no Atletico Madrid&#8230; Paulo Assunção autor de uma surpreendente, e porque não dizê-lo corajosa, saída do Porto e Simão, visto pelos dragões mais fundamentalistas como símbolo do eterno rival. Mas o Atleti, que baqueou nos oitavos finais da Champions do ano transacto no Porto, é mais que esses dois valorosos atletas: é Forlán, um temível goleador, eterno candidato a Pichichi, é Kun Aguero, um desses prováveis herdeiros de Maradona &#8211; ele que também dá herdeiros a Maradona, já que é seu genro e pai do primeiro neto do seleccionador alviceleste.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2648 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/08/simao-forlan-atletico-madrid.jpg" alt="Atletico Madrid" width="300" height="203" align="left" title="FC Porto   Um Grupo de Risco" />Quanto a contratações e atendendo que a defesa, como o Porto provou, era o sector mais débil da equipa, a mesma foi convenientemente reforçada. Para a baliza, de Valladolid chegou a futura sombra de Casillas na selecção&#8230; Efectivamente se os colchoneros perderam Coupet e Léo Franco &#8211; autor de memorável exibição no Porto &#8211; a contratação de Sérgio Asenjo garante um longo futuro nas redes do Vicente Caldéron. A elasticidade e rapidez de reflexos estão garantidas nas balizas do Atleti, que para a próxima década parecem ter dono. Além deste para a defesa chegaram para o centro da zaga o internacionale experimentadíssimo defesa Juanito, provindo do Bétis e o jovem uruguai Leandro Cabrera. É óbvio que Resino detectou o grande problema da equipa no ano passado e pretende resolvê-lo. Curiosidade, também, para rever Reyes de volta aos relvados portugueses&#8230; e ansioso por mostrar um pouco mais da sua qualidade! Juntamente com o Porto, deverá lutar pelo segundo lugar do grupo&#8230; o último que dá acesso aos oitavos final!</p>
<p>Quanto ao Apoel, o chavão que já não há equipas fáceis aplica-se na perfeição. Graças à sua colónia estrangeira, onde se integram três portugueses &#8211; o ex-bracarense Paulo Jorge, o ex- Chelsea Nuno Morais e Hélio Pinto, produto dos escalões jovens do Benfica &#8211; e alguns polacos de boa qualidade &#8211; Kamil Kosowski, Marcin Zewlakow e Adrian Sikora &#8211; poderá fazer com que qualquer uma das equipas mais fortes tenha de fazer contas à vida após perder pontos inesperados&#8230; e lembremo-nos do pretérito ano do Anorthosis Famagusta e das dores de cabeça que, inclusivamente, provocou ao Inter de Mourinho. Em suma, um grupo equilibrado, em que todo o cuidado será pouco. A partir de meados de Setembro algumas destas dúvidas começarão a ser esclarecidas!</p>
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