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	<title>Jogo de Área &#187; Liga Sagres 08/09</title>
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	<description>Artigos de opinião e Análise desportiva</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 19:47:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Diferença entre Comandante e Técnico</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 08:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 08/09]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting CP]]></category>

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		<description><![CDATA[O defeso actual trouxe-nos uma amarga constatação dos últimos anos: como garantir a conduta de um profissional de futebol? Vários casos surgem na &#8220;praça pública&#8221; sendo o mais agudo o de Vukcevic e até de Stoijkovic em Alvalade. Se numa administração moderna e integrada os técnicos devem participar em todas as decisões e estar directamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O defeso actual trouxe-nos uma amarga constatação dos últimos anos: como garantir a conduta de um profissional de futebol? Vários casos surgem na &#8220;praça pública&#8221; sendo o mais agudo o de Vukcevic e até de Stoijkovic em Alvalade. Se numa administração moderna e integrada os técnicos devem participar em todas as decisões e estar directamente envolvidos com a direcção do clube, será que não podem ser os &#8220;comandantes&#8221; e as &#8220;estrelas&#8221; ao mesmo tempo? Ou será que sendo funcionários não estarão a extrapolar as suas funções?</p>
<p>Parece-me que a maioria dos adeptos só querem gritar golo e já têm assuntos sérios demais nas próprias vidas para encarar o Futebol de uma forma mais profunda e extravasada, tendo que conviver com dúvidas que vão muito além de saber se um jogador estava em fora de jogo ou se foi penalty ou não. Admito que por um bom tempo também fui assim e quando passei a conviver um pouco mais com as questões ligadas a factores &#8220;extra campo&#8221;, confesso que perdi muito do encanto, porém, como tudo na vida, chegou um momento onde senti que não poderia mais permanecer alheio, e espero isto de cada adepto que deseje ter uma participação mais consciente.</p>
<p>No que toca a esta reflexão, identifico-me como um daqueles que acredita que um técnico não ganha  um jogo, mas é peça crucial quando decide &#8220;intrometer-se&#8221; e inventar  problemas pelos mais diversos motivos, e assim conseguir perder um jogador como está a acontecer no Sporting com Paulo Bento, Stoijkovic e Vukcevic. Considero que por muito mau génio que ambos os jogadores tragam ao grupo de trabalho, cabe a Paulo Bento ter a maturidade para assumir as suas decisões pois foi ele e só ele que deu o &#8220;sim&#8221; para a contratação do sérvio e do montenegrino. Fazer birras e mandar recados pelo <em>media</em> mostra, na minha opinião, como Bento ainda não atingiu o patamar de &#8220;Comandante&#8221; dos leões, pois se errar é humano, perdoar é divino e só aí se vê um bom professor e sobretudo um bom &#8220;mentor&#8221; para um jogador. Há que ter paciência e saber dialogar com os jogadores, não esquecer que se tratam de jogadores estrangeiros e como tal merecem um tudo ou nada de extra atenção no que toca a adaptação a novos ambientes e realidade. É precisamente neste factor que penso por exemplo, que Jesualdo Ferreira é já um comandante perante o seu plantel, tal é a forma como lidou com as birras de Quaresma, não &#8220;queimando&#8221; o jogador perante os seus adeptos. Já no Benfica, Quique Flores teve o primeiro grande &#8220;teste&#8221; à sua liderança com Cardozo, um dos jogadores mais queridos dos adeptos e soube com a restante equipa técnica ultrapassar o problema e &#8220;reajustar&#8221; o jogador a uma nova realidade.</p>
<p>Este é certamente um dos vários factores que fazem uma equipa vencedora ou perdedora. Um conjunto de factores como a administração, plantel, os treinos e o ambiente durante a semana, dedicação, garra, a qualidade técnica dos jogadores, participação dos adeptos, actuação do árbitro, manipulação da &#8220;imprensa&#8221;, &#8220;interesses externos&#8221;, sorte e uma infinidade de outros detalhes que rodeiam o futebol. Estar a criar mais factores &#8211; leia-se problemas &#8211; para além dos já referidos, é uma das grandes diferenças entre um líder (comandante) que se limita a simplificar os processos e um técnico que não consegue nem sabe ultrapassar os problemas depois de os ter previsivelmente resolvido.</p>
<p>Assim, o tão falado &#8220;dedo do técnico&#8221; durante o jogo, para mim, é só mais um dos inúmeros factores que decidem uma partida de futebol, apesar desta opinião contrariar alguns &#8220;interesses&#8221; que circulam pelo futebol actual. Não se espera que o adepto ou mesmo o cidadão se envolva na política do clube ou do país, mas é obrigação de quem quer algo melhor tentar saber e sobretudo perceber o que acontece. A questão é que quando as pessoas não se movimentam para combater o que está errado, mais cedo ou mais tarde, o problema torna-se insuportável e por vezes intransponível&#8230; é exactamente isto que se está a passar sobretudo com Stoijkovic que se vê parado em Alvalade e cujo valor é reconhecido por todos, sobretudo pelos adeptos leoninos. Esta situação actual do Sporting não é trágica, sobretudo porque o clube se encontra na senda das vitórias e assim não há quem queira &#8220;boleia&#8221; de resultados ou momentos adversos. Pergunto-me se alguém imagina Alex Ferguson ou Arséne Wenger ou Benitez ou mesmo José Mourinho com este tipo de problemas? Claro que não, pois tratam-se de &#8220;super&#8221; treinadores com mil e uma estrelas em cada mão para gerir e que sabem bem o que é ser um Comandante e não um simples Técnico.</p>
<p>O comando deve ser exercido por quem de direito verdadeiramente, de forma justa e forte, e as directrizes devem ser definidas e executadas de forma clara, sem interesses estranhos, senão, só restará o caos.</p>
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		<title>Arranques e Impasses Encarnados</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 08/09]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O importante não é a pressa, mas o acerto nas contratações&#8221; &#8211; Assim é o pensamento do novo treinador do Benfica em relação à definição do plantel encarnado para a época 2008/09. Se de certa forma as hostes da Luz se encontram mais serenas com a intervenção de Rui Costa na estrutura do futebol, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O importante não é a pressa, mas o acerto nas contratações&#8221; &#8211; Assim é o pensamento do novo treinador do Benfica em relação à definição do plantel encarnado para a época 2008/09. Se de certa forma as hostes da Luz se encontram mais serenas com a intervenção de Rui Costa na estrutura do futebol, a verdade é que por muito boa vontade que haja em dotar o plantel com a entrada de valores seguros, há que também tratar da saída daqueles que na época transacta não se revelaram merecedores de envergar o emblema da águia.</p>
<p><a href="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/07/imagens_109728.jpg"><img class="alignleft attachment wp-att-767" style="float: left; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/07/imagens_109728.jpg" alt="Arranques e Impasses Encarnados" width="300" height="225" align="left" title="Arranques e Impasses Encarnados" /></a>Um ponto chave para o equilíbrio de qualquer SAD ou mesmo qualquer estrutura desportiva, prende-se claramente com o equilíbrio de soluções no seu plantel. Se no final da época desportiva transacta Simão Sabrosa se revelou como o grande encaixe financeiro para os cofres da Luz, o defeso que atravessamos mostra-nos que este Benfica tem enormes dificuldades na valorização das &#8220;estrelas&#8221; do seu plantel e na própria resposta e argumentação para segurar os &#8220;filhos da própria casa&#8221;. O nome de Christian Rodriguez é certamente o que mais vem à memória, tal foi a &#8220;bomba&#8221; da sua contratação pelo rival FC Porto, que não teve dificuldades em persuadir um dos grandes nomes da época 07/08 encarnada, a trocar a Luz pelo Dragão. Os valores avultados desta jogada &#8211; 7 milhões de euros por 70% passe &#8211; mostram como no Porto a aposta em jogadores é já encarada sem grandes medos, tal é a certeza quase absoluta que o investimento terá um retorno 2 ou mesmo 3 vezes maiores. É claramente um sinal da posição privilegiada que este Porto tem na Europa na promoção e venda dos seus valores, tais foram os sucessos alcançados nas últimas décadas.</p>
<p>Assim sendo, com Rui Costa ao leme, este Benfica começou a nova época com uma aposta em solo luso. Jorge Ribeiro e Bruno Amorim, ambos jogadores com formação na cantera encarnada e que no Boavista e Belenenses, respectivamente, mostraram argumentos e atributos para &#8220;retornarem&#8221; praticamente a custo zero à Luz. Uma aposta que possivelmente não terá tido ainda o cunho de Quique Flores e que levará estes reforços a trabalhar muito para agarrar a titularidade, mas que certamente não deixa de ter grande valor dado tratarem-se de dois jogadores jovens, portugueses, e com uma clara adaptação ao campeonato nacional. Duas soluções que trarão certamente maior competitividade ao plantel, e assim maior poder de escolha para uma época sempre longa e com muitos entraves pelo meio.</p>
<p>O arranque da pré-época começa a mostrar as novas caras no ninho da águia, no entanto partindo para uma análise mais cuidada pelos diversos sectores, poderemos chegar rapidamente à conclusão que mais uma vez, este Benfica, irá gastar mais do que encaixa entre entradas e saídas do plantel:</p>
<ol>
<li>Na baliza, Quim e Moreira perderam a concorrência de Butt que assim libertou os cofres da Luz e rumou a custo zero ao Bayern de Munique. O espanhol Codina do Real Madrid é apontado como reforço, e a confirmar-se, este Benfica ganha novamente uma luta a três que me parece completamente desajustada.</li>
<li>No sector defensivo, a boa nova da renovação de Léo é seguramente uma lufada de tranquilidade para o lado esquerdo, onde Sepsi e agora Jorge Ribeiro piscam o olho ao lugar, sendo ambos laterais modernos habituados a subir e a apoiar o ataque, tal como o &#8220;maradoninha&#8221; da Luz. Já no miolo, David Luiz parece ser o único nome que ganha consenso na hora de trancar a porta à sua saída, já que Luisão, Zoro e Edcarlos há muito que não enchem o olho aos adeptos, embora a sua continuidade seja, com o passar dos dias, quase um dado adquirido. O júnior Miguel Vítor pode ter também uma palavra a dizer. O lado direito parece ser até ao momento o mais frágil, tais foram os problemas (motivação, confiança, lesões, etc.) de Nélson na época transacta e Luís Filipe que é seguramente, a continuar, um dos elos mais fracos do plantel.</li>
<li>Já no sector intermédio, a indefinição do modelo de jogo e dos jogadores para o interpretar tornam quase prematura uma análise. Partindo do princípio que ou Petit e/ou Katsouranis não continuarão na Luz, o miolo do terreno encarnado ganha especial curiosidade em ver como Quique conjugará a sua proclamada aposta em juventude nos vários nomes que tem para este espaço do terreno: Binya, Hassan Yebda, a aposta em Carlos Martins, Nuno Assis, os próprios júniores Miguel Rosa, Romeu Ribeiro e sobretudo as &#8220;estrelas&#8221; André Carvalhas e Fellype Bastos em quem os adeptos depositam grandes esperanças. Nas alas, Maxi Pereira aparece claramente como o jogador fantasma deste plantel, tal é a sua indefinição de posição e competências no terreno, ao passo que Di María e sobretudo Freddy Adu mostraram merecer uma aposta mais firme nas suas potencialidades, bem como Fábio Coentrão, que praticamente selou o seu regresso com a magnífica exibição  coroada com dois belos tentos ao serviço do Nacional no estádio do Dragão. Javier Balboa (ex-Real Madrid) é de resto até ao momento, a grande aquisição deste Benfica 08/09 custando 4 milhões de euros, tendo a missão de agarrar com unhas e dentes o lado canhoto do ataque encarnado.</li>
<li>Na frente de ataque, parece inevitável a saída de um ou mais elementos, sendo que Óscar Cardozo aparece certamente de pedra e cal no onze. No entanto, fazendo jus ao estilo de Quique Flores pelas equipas por onde passou, onde o ataque era sempre protagonizado por jogadores velozes e &#8220;perdidos&#8221; em campo, será interessante ver como conjugará no plantel nomes como Makukula, Mantorras ou mesmo Nuno Gomes.</li>
</ol>
<p>De resto, a confirmação ou não de nomes que há muito andam na praça pública poderão certamente ditar guia de marcha para muitos dos nomes referidos anteriormente. Nomes como: Albelda, Andrézinho, Ayala, Buonanotte, Cavalieiri, Danilinho, Diego Cavalieri, Djebbour, Escudero, Golanski, Gouffran, Thiago Silva, Valdivia, Sinama-Pongolle, Sobis, Wilhelmsson, Urreta ou mesmo Soldado e ultimamente Saviola, são certamente alvo de discussão quanto ao seu valor e utilidade para um clube na situação e estado do Benfica.<br />
No entanto, a confirmar-se o nome de Pablo Aimar, parece-me evidente que Quique Flores quer trazer a si nomes e atletas que bem conhece pois o sucesso no Benfica tem de ser, desde logo, algo imediato, tal é a ansiedade, a pobreza de emoções e títulos que se tem vivido pela Luz. Resta lembrar que para um bom plantel, deve haver soluções claras de onze e soluções com futuro no banco, que assegurem a estabilidade possível durante uma época que se espera sempre desgastante e rica em problemas.</p>
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		<title>08/09 &#8211; Expectativas Azuis-e-Brancas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 08/09]]></category>
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		<description><![CDATA[As saídas de Bosingwa e Paulo Assunção, ainda antes de terminada a época desportiva, criaram a este Porto 2 problemas de vulto, algo que, a uma semana da apresentação oficial, continua por ser contornado pela actual administração.
Chegado ao dragão no tempo de Mourinho, Bosingwa começou como um polivalente, um atleta cheio de potencial. Agora, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As saídas de Bosingwa e Paulo Assunção, ainda antes de terminada a época desportiva, criaram a este Porto 2 problemas de vulto, algo que, a uma semana da apresentação oficial, continua por ser contornado pela actual administração.</p>
<p>Chegado ao dragão no tempo de Mourinho, Bosingwa começou como um polivalente, um atleta cheio de potencial. Agora, é transaccionado como um defesa-direito de topo, que defende e ataca como poucos na Europa, assinando um contrato milionário com o sempre apetecível Chelsea. Em tempos, escrevi um texto sobre este jogador que conseguiu uma evolução a todos os níveis marcante, até para o mais optimista dos adeptos azuis-e-brancos, e a sua saída causa uma evidente mossa na equipa base de Jesualdo Ferreira, onde era pública a preponderância do rápido lateral. Será certamente tarefa muito complicada encontrar um elemento que traduza no esquema portista a confiança que José Bosingwa representava. Se Fucile parece ser a solução natural, a verdade é que o lado esquerdo da defesa não parece ter a segurança de outros tempos, e caberá ao reforço Benitez demonstrar o contrário, &#8220;empurrando&#8221; o uruguaio para a sua posição de origem.</p>
<p>Outro caso bicudo é o de Assunção. Contra às expectativas da maioria, certamente, Paulo Assunção fez-se valer de uma lei pouco digna, e assim saiu da cidade do Porto livre de qualquer contrato, deixando no entanto um amargo de boca a todos aqueles que apreciavam as suas qualidades. O futebol consistente e geométrico do brasileiro foi pedra basilar do campeão nacional, e a situação actual deverá ser alvo de um estudo exigente, pois é sabida a preponderância da posição num esquema como o azul-e-branco, com um único médio mais defensivo. Entre caras novas e jogadores que transitam da época anterior, estas serão talvez as alternativas a focar:</p>
<ol>
<li>Fernando: o médio brasileiro chegou ao Porto com cara de júnior, mas revelou qualidades de um veterano. É enorme o sentido táctico e a clarividência do jovem jogador, e a consistente temporada ao serviço do Estrela da Amadora poderá antever uma agradável surpresa.</li>
<li>Raúl Meireles: apesar de ocupar a posição de médio centro no esquema actual, Meireles iniciou a sua formação como trinco, e poderá ser o elemento escolhido para colmatar esta brecha actual. Contudo, não me parece que venha a ser a opção mais regular.</li>
<li>Bolatti: alto, forte, e de técnica apurada, o argentino aterrou no dragão recomendado por um nome de vulto: Diego Armando Maradona. Apesar de tudo, a sua integração foi paulatina, e nas várias oportunidades de que dispôs o médio alvi-celeste não conseguiu convencer a exigente massa adepta portista, apesar das suas evidentes habilidades. Habituado a um esquema táctico onde era um de dois médios mais defensivos, caberá a Jesualdo Ferreira saber potenciar um atleta que inequivocamente tem valor, mas que dificilmente poderá ser o pêndulo que Assunção representava na equipa.</li>
</ol>
<p>Tanto Tomy, vindo do Rosario Central, como Guarin, jovem de 22 anos do Saint-Etienne e cuja aquisição parece previsível, chegarão ao dragão com um estatuto um pouco indefinido. Ambos são elementos &#8220;volantes&#8221;, prontos a ocupar uma posição ligeiramente mais avançada no terreno, e não serão de todo candidatos à posição que aqui referencio. Como tal, fica a dúvida se este Porto não estará a acreditar demasiadamente nas soluções internas para suprir duas tão importantes pedras do seu esquema.</p>
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