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	<title>Jogo de Área &#187; França</title>
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	<description>Artigos de opinião e Análise desportiva</description>
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		<title>Gourcuff, o último artista gaulês</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 15:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[França sempre foi o paraíso dos artistas. Desde os controversos tempos dos iluministas, que nos cafés parisienses, mentes livres se uniam para discutir e fazer prevalecer as suas ideias&#8230; as suas ideologias revolucionárias que divagavam da religião, à arte até à política.
Nesse insigne espaço de ideias livres florescia, como é óbvio, o antropocentrismo. A individualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>França sempre foi o paraíso dos artistas. Desde os controversos tempos dos iluministas, que nos cafés parisienses, mentes livres se uniam para discutir e fazer prevalecer as suas ideias&#8230; as suas ideologias revolucionárias que divagavam da religião, à arte até à política.</p>
<p>Nesse insigne espaço de ideias livres florescia, como é óbvio, o antropocentrismo. A individualidade do homem perante o demais, a sua diferença perante todos os valores, mas acima de tudo a relevância, a sua idiossincracia perante os demais. Mesmo alguns séculos depois, nos loucos anos sessenta, foi em França que a Europa entrou para a onda revolucionária que já se instalava do outro lado do Atlântico&#8230; foi na antiga Gália que surgiram as ondas contestatárias de esquerda, onde os jovens se rebelaram contra os poderes instituídos, onde as divas &#8211; Brigitte Bardot, por exemplo &#8211; eram aclamadas e onde qualquer artista conseguia ser capa de poster num quarto de um qualquer adolescente na idade da puberdade!</p>
<p>Mas, na antiga Gália o futebol por estas alturas, também, já era visto como uma arte&#8230; uma arte semelhante à música de Aznavour, de Edith Piaff ou de Sylvie Vartin. Era o tempo de Just Fontaine, pela primeira vez, fazer sonhar um país com os seus golos no Mundial de 1958, na Suécia&#8230; ou o tempo de Kopa primeiro no Stade Reims e depois no mega laureado Real Madrid ser primeiro entre os demais.</p>
<p>O tempo foi passando, e na arte que mais espectadores arrasta e, que por caso, também é desporto, os artistas gauleses foram ficando para a história&#8230; falam-nos de um homem franzino com a camisola fora dos calções e lembramo-nos de Platini; sussuram-nos acerca de um terrível goleador que fez fama e fortuna no Marselha e no Milan e está claro: é Jean-Pierre Papin; se nos falam de um inolvidável playmaker que foi campeão mundial em 1998 e passados oito anos numa final, em Berlim, perdeu a cabeça e a arremessou a Materazzi, nem hesitamos: falamos de Zinedine Zidane, o homem com a coroa na cabeça, que pensava o futebol como se uma coreografia de Pina Bausch se tratasse, tal a beleza estética que dos seus movimentos provinha!</p>
<p>Com a sua retirada, pensou-se que o futebol gaulês ficaria órfão da genialidade&#8230; sim, existia Ribéry, mas o jogador do Bayern jamais terá na ponta das botas a indolência dos predestinados, o romantismo dos heróis de outrora, quando usavam brilhantina no cabelo e atilhos nas botas. Não, Ribéry acelera pela ala e é um jogador dos tempos modernos, uma estrela de um futebol em que a arte escreve-se a correr como se não pudesse ser saboreada&#8230; não! Nunca será dessa estirpe, dos que param para pensar e depois acariciam a bola fazendo dela sua escrava.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2815 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/09/gourcuff.jpg" alt="Gourcuff" width="300" height="201" align="left" title="Gourcuff, o último artista gaulês" />O último artista gaulês é Gourcuff, um jovem que vi jogar pela primeira vez em Guimarães, no Euro Sub-21, contra a Alemanha. Nessa selecção floresciam Mavuba, Toulalan ou Faubert&#8230; mas desde o primeiro minuto fiquei absorvido pela qualidade do médio ofensivo. Franzino, sem capacidade de resistir ao choque, mas sempre a pedir a bola para a soltar com régua e esquadro para alimentar a voracidade dos avançados. Jogava o jovem Yohann, ainda, no Rennes, tendo como treinador o nosso bem conhecido Lazlo Boloni &#8211; que tem como principal hobby lançar jovens talentosos como Gourcuff, ou, tão só, Cristiano Ronaldo &#8211; teve facilidade em explodir&#8230; as suas jogadas, as suas arrancadas, os seus dribles encantavam, e após esse Europeu, em que só Huntelaar o ofuscou, a saída era inevitável. Seria para o Milan, clube de Berlusconi, que ama tanto as belas mulheres como os grandes <em>calciatores</em>!</p>
<p>Mas em Milano, nada foi fácil. Além de precisar de ganhar músculo, o que mataria a plasticidade do seu jogo, existia Kaká, por esses tempos Imperador de Milano, indiscutível no lugar em que o gaulês poderia brilhar&#8230; indispensável no esquema monocórdico de Ancellotti e a pontos de ser considerado o melhor jogador do mundo. Apenas permitiria a Gourcuff realizar trinta e seis jogos em três épocas e quase cair no esquecimento&#8230; um artista sem produzir obras primas há-de ser sempre admirado pelo passado, mas arrisca-se a ser ultrapassado pelas genialidade dos que o precedem! Surgiria a oportunidade, na pretérita época, de ser cedido por empréstimo ao Bordeaux, treinado por Laurent Blanc, esse fantástico central que após cada vitória da selecção do galinho beijava, enternecidamente, a careca a Barthez, esse monstro insano das balizas.</p>
<p>Todavia, ninguém, pensava o que estava para vir. O playmaker tornou-se pedra basilar de uma armada que destronou o heptacampeão Lyon, comandou a partir do meio campo todos os ataques girondinos saciando com notável competência o goleador Chamakh, mas também facturando: doze golos numa época em que é considerado o melhor jogador do campeonato e onde a alcunha de Petit Zidane, efectivamente, faz total sentido. Sem duvidar, os dirigentes do Bordeaux investem quize milhões na sua contratação, e os milaneses, sem a estrela mor Kaká, vacilam mas cedem. E Gourcuff hoje é a estrela maior de um Bordéus que pretenderá fazer sensação na europa. Será que Yohann se portará à altura? Não se sabe, porém os artistas nunca têm vergonha da sua arte&#8230;</p>
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		<title>França, La Nouvelle Vague &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.jogodearea.com/2008/12/franca-la-nouvelle-vague-parte-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 18:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>

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		<description><![CDATA[Eles são jovens e talentosos. Eles são as estrelas de amanhã que despontam em terras gaulesas, e o Jogo de Área seleccionou as mais brilhantes nos respectivos clubes, ainda antes de ganharem o seu lugar na selecção gaulesa. Aqui está a primeira das 2 páginas do “caderno dos olheiros” em França com  “les 7 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eles são jovens e talentosos. Eles são as estrelas de amanhã que despontam em terras gaulesas, e o Jogo de Área seleccionou as mais brilhantes nos respectivos clubes, ainda antes de ganharem o seu lugar na selecção gaulesa. Aqui está a primeira das 2 páginas do “caderno dos olheiros” em França com  “les 7 merveilles de la Ligue 1”.</p>
<p><strong>Mathieu Coutadeur – O Novo Deschamps</strong><br />
O jovem médio de 22 anos é a mais recente coqueluche do Le Mans, mesmo não sendo já um rookie, é titular desde 2006 mas uma sequência de lesões atirou-o para uma afirmação menos explosiva. No ano transacto, experimentou pela primeira vez na sua curta carreira como profissional a concorrência directa de peso de nada mais nada menos que Hassan Yebda, o médio que agora “encanta” em Portugal ao serviço do Benfica. Este ano, Coutadeur começou bem a época ultrapassados que estão os fantasmas das lesões, e Bertucci – o novo treinador do Le Mans – já o colocou com o estatuto de imprescindível tal é a classe que exibe em campo. Não é propriamente um poço de força como Yebda, nem tem o poderio físico do médio do Benfica, mas os seus 1,70m e 69kg são o “motor” para a elegância na hora de interpretar os momentos do jogo e um sentido táctico muito avançado aliado a uma inteligência em campo digna de comparação a Didier Deschamps.</p>
<p><a href="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/12/frederic-nimani-monaco.jpg"><img class="size-medium wp-image-1752 alignleft" style="margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="frederic-nimani-monaco" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/12/frederic-nimani-monaco-300x198.jpg" alt="França, La Nouvelle Vague   Parte 1" width="300" height="198" /></a><strong>Frédéric Nimani – O Joker do Mónaco</strong><br />
Considerado como um dos elementos mais prometedores do centro de formação monegasco, Frédéric Nimani integrou os seniores na pré-época 2006/07 com os quais disputou a maioria dos jogos de preparação. No dia 9 de Setembro de 2006 fazia a sua estreia na Ligue 1, face ao Auxerre. Não tinha mais que 17 anos e o nosso bem conhecido Lázló Bölöni não teve grandes dúvidas em lança-lo, para Nimani corresponder com uma estreia de ouro ao apontar o seu primeiro golo como sénior. Parecia tudo correr sobre rodas até que uma lesão na clavícula lhe valeu 2 operações, assim como uma operação ao apêndice, que o atiraram para fora dos relvados. Em 2007, com Ricardo Gomes ao leme do Mónaco, Nimani começa um ciclo de empréstimos com passagens pela 2ª Liga ao serviço do FC Lorient e do Sedan até que uma crise de lesões nos avançados do Mónaco o colocaram como opção para esta época. A estreia não podia ter sido melhor: frente ao PSG, entra a meio da 2ª parte e marca o único golo da partida, “oferecendo” os 3 pontos à equipa. Uma semana mais tarde, a estreia na selecção Sub-21 frente à Eslováquia seguida de uma sequência de grandes exibições ao serviço do clube do Principado. Bom finalizador, dotado de uma pontapé muito forte, Nimani beneficia da sua grande condição física (1,91m e 87kg) para confrontar os defesas, é no entanto um avançado do estilo mais fixo e estático, dado não ser um atleta muito veloz. A sua timidez no dia-a-dia contrasta com o seu físico imponente no relvado, o que o faz de Nimani uma das grandes esperanças do futuro gaulês.</p>
<p><strong>Sofiane Feghouli – O Golfinho Polivalente<br />
</strong>Em Grenoble, é o silêncio total. É completamente impossível falar de e com a nova pepita do clube da terra. Todos os pedidos de entrevista a Sofiane Feghouli são sistematicamente rejeitados pelo clube. Para compreendermos tal atitude, é preciso dizer que após apenas 3 meses de competição, o menino de 18 anos já deu mais que falar que muitos jogadores com mais de 15 anos de Ligue 1… ao ponto de hoje ser seguido por Juventus, Inter de Milão, Chelsea, Arsenal, Atlético de Madrid, Marselha e o próprio Benfica! Formado no Grenoble, foi chamado aos seniores e foi peça fulcral para a subida do clube ao escalão máximo fruto dos seus movimentos e passes repletos de magia. É um verdadeiro playmaker, com técnica qb e um grande sentido de equipa, com passes teleguiados… um pouco à maneira de um tal de Youri Djorkaeff. A descobrir o mais alto nível do futebol francês, Sofiane (1,78m e 71 kg) passa por uma normal fase de adaptação ao ritmo de jogo, mas para surpresa geral, regala os observadores mundiais pela forma como assume o jogo da equipa sem medos.</p>
<p><strong>Mouhamadou Dabo – A Revelação</strong><br />
“De todos os jogadores que passaram pela selecção de esperanças, é sem sombra de dúvidas, a maior revelação aos meus olhos” – quem o afirma é o antigo seleccionador sub 21, René Guinard, que ainda vai mais longe na descrição deste francês nativo de Dakar – “À primeira vista, pode haver a tendência de o subestimar, primeiro porque é um defesa e porque não é um génio nem um extrovertido em campo. Pelo contrário, Dabo é claramente um fora de série que de destaca pela sua classe, dentro e fora de campo, com os seus pequenos óculos e o seu sorriso e a categoria de quem é esclarecido: sabe o quê e como o fazer.“ – acrescenta. A sua capacidade de discussão de lances de forma sempre limpa, a postura que exerce em campo perante o adversário faz dele a grande coqueluche do AS Saint-Étienne. Com 22 anos, alcançou definitivamente o destaque na Ligue 1, após um reposicionamento táctico como defesa direito, onde brilha a olhos vistos, sempre com enorme rigor e com um grande sentido de liderança sem recorrer a qualquer barulho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jT23I_migTo"><img src="http://img.youtube.com/vi/jT23I_migTo/default.jpg" width="130" height="97" border title="França, La Nouvelle Vague   Parte 1" alt="França, La Nouvelle Vague   Parte 1" /></a><br />
<span style="color: #888888;">Golo de Dabo frente ao PSG, eleito como um dos melhores da Ligue 1 08/09</span></p>
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		<title>Clairefontaine &#8211; “A Academia”</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 11:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Clairefontaine. Para os mais distraídos é “apenas” uma vila perto de Paris, para os mais atentos trata-se da Academia mais prestigiada de França e considerada a melhor do Mundo, capaz de “fabricar” o verdadeiro creme de la creme da cantera gaulesa – Henry, Anelka, Makelele, Rothen, Gallas, Saha, Ben Harfa e até Yebda… são apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clairefontaine. Para os mais distraídos é “apenas” uma vila perto de Paris, para os mais atentos trata-se da Academia mais prestigiada de França e considerada a melhor do Mundo, capaz de “fabricar” o verdadeiro <em>creme de la creme</em> da cantera gaulesa – Henry, Anelka, Makelele, Rothen, Gallas, Saha, Ben Harfa e até Yebda… são apenas uns dos muitos rebentos da magnífica Academia de Clairefontaine.</p>
<p>24 de Novembro de 2008 &#8211; Site da FFF (Federação Francesa de Futebol): são finalmente divulgados os nomes dos 79 candidatos a &#8220;estagiários&#8221; em ClaireFontaine. Para milhares de jovens franceses, é a oportunidade de uma vida que só alguns conseguem agarrar, e quando o fazem, é como ganhar o Euromilhões. Espera os felizardos uma dupla fase de selecção até finalmente ser &#8220;espremido&#8221; o melhor do melhor deste grupo de jovens, assegurando que Clairefontaine continuará a &#8220;produzir fornadas&#8221; de jovens franceses que chegam a arrepiar qualquer Federação Internacional. Confesso que sempre soube e aceitei que os Franceses têm jogadores magistrais, mas actualmente espanta-me como sobretudo têm um coração muito grande. Estes bons “samaritanos” ajudam os vizinhos que estão para além do Canal da Mancha, o seu adversário de sempre, a ultrapassar uma longa e penosa falta de investimento na formação. Prova disso são as recentes afirmações de Les Reed, o director do desenvolvimento técnico da FA, que afirma ter reaprendido todos os fundamentos e critérios na Academia de Clairefontaine, denominado oficialmente como Centre Technique National Fernand-Sastre, uma autêntica Universidade do futebol que foi inaugurada há 12 anos atrás pelo presidente Francois Mitterand e de onde, desde então, emergiram autênticas “fornadas” de prodígios prontos a conquistar o Mundo.</p>
<p>Todos os países, sobretudo europeus, têm a sua referência no que toca à formação de jovens talentos para o futebol. Em Portugal não existe uma verdadeira Associação de Futebol como a de Clairefontaine, limitamo-nos, sem dúvida, a Alcochete que com a bandeira do Sporting nos coloca no mapa da formação das últimas décadas. Coverciano na Itália ou mesmo o novo sonho &#8211; leia-se National Football Centre na Inglaterra, inspirado no exemplo francês &#8211; são outros nomes de onde saem ou certamente sairão muitos talentos futuros. Mas o que faz de facto, Clairefontaine uma grande referência mundial? O facto de ser uma fábrica de sucesso, com 56 hectares e 60 empregados a full-time, 302 camas, uma livraria e um vídeo-cinema, sete campos de relva mais três sintéticos mas sobretudo o conceito de “cinq grandes missions”: compreender um centro de preparação para a equipa nacional, uma unidade de ciência de desporto, um instituto nacional para os treinadores de elite e um local para seminários, apresentações e convenções. O próprio meio de selecção dos atletas, e tudo o que isso envolve, é um bom exemplo da rigidez apresentava pelos seus directores. Tomemos como exemplo o da selecção do presente ano:</p>
<p><strong>Condições de Inscrição -Época 2009/10</strong></p>
<ul>
<li>Nascido em 1992</li>
<li>Nacionalidade Francesa</li>
<li>Nível de Estudos Elevado</li>
<li>Habitante da grande região de Paris</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Recrutamento<br />
</strong></p>
<ul>
<li>O primeiro &#8220;round&#8221; de selecção efectua-se durante Março de 2009, sob convocatória do Instituto Nacional de Futebol</li>
<li>Os dias seguintes desenrolam-se em Clairefontaine, sempre sob gestão do INF</li>
<li>Um estágio de 3 dias, no final de Maio, reúne os melhores 40 jogadores</li>
<li>22 jogadores no máximo são escolhidos (4 guarda-redes no máximo)</li>
</ul>
<p><strong>Provas</strong></p>
<ul>
<li>Jogos disputados em campos reduzidos</li>
<li>Avaliação de técnica individual</li>
<li>Uma corrida de 40 metros com obstáculos</li>
<li>Um teste de <em>endurance</em> na fase final</li>
</ul>
<p><strong>Regras<br />
</strong></p>
<ul>
<li>Duração: 3 anos</li>
<li>Alojamento: Internato de Domingo antes das 21h00 até Sexta-Feira à noite</li>
<li>Todos os custos são suportados pela FFF e pela Liga Nacional de Futebol, salvo o almoço no Colégio (180€ por trimestre) e uma contribuição excepcional (150€ por ano) para a escolaridade dos jovens no Colégio.</li>
</ul>
<p><strong>Futebol</strong></p>
<p>Existem 5 treinos por semana que incorporam vários princípios, tais como:</p>
<ul>
<li>Dotar os jogadores de melhores e mais rápidos movimentos</li>
<li>Ligar os movimentos de forma mais eficaz e astuta</li>
<li>Usar o pé mais fraco</li>
<li>Reduzir as fraquezas de jogo do atleta</li>
<li>Moldar factores psicológicos mais fracos</li>
<li>Teste físicos</li>
<li>Treinos de Técnica (drible com a bola, correr com e sem bola, remate, passe e controlo da bola)</li>
<li>Treinos de Táctica (melhorar a condução da bola, recepção de passe, oferecer apoio, passe e desmarcação e movimento em espaços livres)</li>
</ul>
<p>Em suma, estes são os alicerces para a popularidade cada vez mais crescente do futebol de formação em França, e uma das razões pela qual em 20 existem 7 ou 8 alunos que saem do centro com um contrato profissional assinado em clubes da Ligue 1. Para que todos fiquemos com a real sensação de como esta aposta é deveras intrínseca no futebol francês, Michel Platini acaba de inaugurar no passado dia 1 de Novembro mais um remodelado Centro de Formação em Nancy, precisamente com o nome do antigo &#8220;armador&#8221; de jogo da selecção gaulesa. Enquanto procedia à inauguração, Platini não deixou de soltar algumas opiniões sobre tal feito: &#8220;Associo o meu nome a este centro por duas razões: a primeira pelo facto estético, este novo centro é qualquer coisa de magnífico, dá gosto ver um jovem a entrar aqui! A segunda pela ordem sentimental, fui um dos primeiros jovens a frequentar este centro. Recordo-me do dia em que cá entrei, foi a 22 de Junho de 1972, e em conjunto com outros 4 jovens integrarmos este conceito inventado por Claude Cuny&#8221; afirmou Platini, hoje com 53 anos, sem deixar de avançar igualmente com argumentos de ordem &#8220;política&#8221;, que indicam claramente que o futuro será assegurado &#8220;sempre com a ligação ao trabalho de formação «à Francesa»&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=p48ZbEFmQLA"><img src="http://img.youtube.com/vi/p48ZbEFmQLA/default.jpg" width="130" height="97" border title="Clairefontaine   “A Academia”  " alt="Clairefontaine   “A Academia”  " /></a><br />
<span style="color: #999999;">Reportagem sobre o exemplo de Clairefontaine </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nicolas Anelka &#8211; O Senhor 120 Milhões</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 11:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Um &#8220;flop&#8221; que é um Banco. Não existe um Banco que tenha gerado mais dinheiro do que Anelka. Um verdadeiro enigma dentro e fora do campo. Foi elogiado quase até ao tutano mas nunca conseguiu assumir o controlo psicológico como jogador. Quando saiu aos 17 anos do PSG, poucos imaginariam que viria a ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um &#8220;flop&#8221; que é um Banco. Não existe um Banco que tenha gerado mais dinheiro do que Anelka. Um verdadeiro enigma dentro e fora do campo. Foi elogiado quase até ao tutano mas nunca conseguiu assumir o controlo psicológico como jogador. Quando saiu aos 17 anos do PSG, poucos imaginariam que viria a ser um ícone no que toca às suas transferências entre clubes. Desde que saiu do Arsenal, onde sob as ordens de Wenger se revelara um fabuloso avançado-centro, a sua carreira tem sido uma sucessão de equívocos e fracassos.</p>
<p>Fã de Maradona, Romário, Weah e Van Basten, Nicolas Anelka já gerou cerca de 120 milhões de euros, somando todas as transferências em que esteve envolvido. Depois de uma formação feita em Trappes e no excelente centro de estágio de Clairefontaine, Anelka abandonou o sonho de ser tenista e abraçou, já com a camisola do PSG, o futebol, para gáudio dos empresários que estiveram envolvidos nas suas transferências.  Um ano depois, Anelka foi detectado pelo mestre de <em>cantera</em> Arsène Wenger, que o levou para o Arsenal por uns &#8220;míseros&#8221; 660 mil euros. Bem acompanhado e com uma mão e dedo disciplinadores, no primeiro ano adaptou-se à nova realidade para no segundo destronar nada mais nada menos que Ian Wright da titularidade e se assumir como peça basilar na conquista da Liga e Taça de Inglaterra e ainda se estrear com a camisola gaulesa. Quando tinha tudo para singrar, assumiu ser &#8220;infeliz&#8221; e que não socializava como antes e pediu para regressar ao seu país. Já no seu reduto, puxa dos galões e o seu futebol fascina os tubarões do futebol europeu. Desta feita é o Real Madrid, que paga ao Arsenal 32,5 milhões de euros pelo seu passe. Em Madrid, ficava em casa a jogar &#8216;playstation&#8217;, ignorado pelo balneário, choca com as estrelas Raúl e Morientes, perde espaço no balneário e entre os adeptos. Não deslumbra em Madrid, mas mesmo assim vence a Liga dos Campeões, tendo sido fulcral nas meias-finais diante do Bayern de Munique.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2026 alignleft" style="margin-left: 8px; margin-right: 8px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/05/nicolas-anelka-psg.jpg" alt="Nicolas Anelka   O Senhor 120 Milhões" width="290" height="195" align="left" title="Nicolas Anelka   O Senhor 120 Milhões" />Corria o ano de 2000 e finalmente Anelka concretizava o desejo de regressar ao &#8220;ninho&#8221;, devido a uma estratégia de <em>marketing</em> do PSG &#8211; que despendeu 28,4 milhões pelo seu filho pródigo. Porém nem tudo corre como o esperado, contudo o gaulês (mais uma vez) vê a luz ao fundo do túnel quando Gerard Houllier, que havia sido seu treinador nos sub-18 da Selecção, o convida a ingressar no Liverpool, por empréstimo. A temporada corre-lhe bem com golos e jogos de encher o olho mas aparentemente o seu feitio <em>enfant terrible</em> fala mais alto e no final da mesma, Houllier não acciona a opção de compra e Anelka fica novamente sem rumo&#8230; Por pouco tempo no entanto, já que empresários bem atentos rapidamente o colocaram no Manchester City por 18,2 milhões. Com Kevin Keegan, a sua carreira viveu uma verdadeira encruzilhada. Era o 3º clube que representava na Liga Inglesa, e contra todas as más expectativas dos críticos, faz duas temporadas razoáveis, contudo, o seu passe é forçado a ser vendido ao Fenerbahçe, por 11,2 milhões, devido a dificuldades financeiras nos <em>citizens</em>. É recebido como uma estrela na Turquia. Nesta altura, converte-se ao islamismo, adoptando o nome de Bilal. Quem não esteve pelos ajustes é o brasileiro Márcio Nobre que lhe dá poucas possibilidades de mostrar o porquê da sua contratação. Ainda assim, sagra-se campeão turco. Entretanto, dá nas vistas com as cores da selecção, mas nem a impossibilidade de Cissé jogar no Mundial 2006 lhe abriu um lugar nos convocados.</p>
<p>O seu estilo possante, 1,85m e 75 kg, de passada larga, muito forte a encarar o defesa contrário e nos remates em corrida de primeira, parece ser o ideal para o futebol inglês, que, pelo seu ritmo intenso e activo o atira para uma sinergia inevitável. No futebol latino, perdeu sempre fulgor devido ao ritmo mais pausado, onde parecia muito desligado do jogo. É um enigma que assenta, essencialmente, na motivação para fazer magia com as suas chuteiras. Regressou a Inglaterra para jogar no Bolton por 19 milhões e agora está no Chelsea que desembolsou nada mais que 22 milhões de euros em 2008. Como resultado, tornou-se no jogador que mais verbas movimentou em torno das suas contratações na História do Futebol com o record a rondar os 120 milhões de euros.</p>
<p>Um flop verificado no Real Madrid, no regresso ao PSG, Liverpool, onde todos os técnicos, Del Bosque, Fernandez e Houlier, nunca reconheceram qualidade ao ponta de lança que em 99 &#8211; ano de explosão em Highbury Park &#8211; chegou a ser apontado como o futuro nº9 da selecção francesa para os próximos dez anos. Recentemente e com 29 anos afirmou ao lado de Scolari: &#8220;Quero terminar a carreira neste clube&#8221;, disse.<br />
Alguém acredita?</p>
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		<title>O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela &#8211; O Novo Cocktail de Wenger</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 15:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Explosiva. Assim se classifica a investida do Arsenal no mercado de Verão. Mais do que grandes investimentos financeiros, a equipa de Wenger vive num mundo muito próprio, onde a aposta em jovens valores é vista quase como uma filosofia de vida. A verdade é que entre contratações e retornos de empréstimos, os gunners voltam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Explosiva. Assim se classifica a investida do Arsenal no mercado de Verão. Mais do que grandes investimentos financeiros, a equipa de Wenger vive num mundo muito próprio, onde a aposta em jovens valores é vista quase como uma filosofia de vida. A verdade é que entre contratações e retornos de empréstimos, os <em>gunners</em> voltam a apresentar uma equipa recheada de juventude e talento capaz de tirar o sono a qualquer jogador adversário mais velho.</p>
<p>As capacidades do técnico francês do Arsenal para descobrir novos talentos, moldá-los e colocar a sua equipa a praticar um futebol vistoso são inegáveis. É por isso considerado um dos mais conceituados técnicos do Mundo, mesmo lhe faltando os títulos para o suportar. A realidade é que actualmente, e ainda com o mercado de Verão a decorrer, o clube conta com umas incríveis 17 nacionalidades diferentes no plantel, sendo que a francesa é rainha com 4 jogadores. Se num ambiente tão multi-cultural parece impossível que haja um espírito de equipa e companheirismo forte, eis que as últimas incursões ao balneário da equipa londrina mostram precisamente o contrário, como se pode comprovar na visita do célebre desafio televisivo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2nM90dPW7mg" target="_blank">Crossbar Challenge</a> ao reino dos <em>gunners</em>, rodado nas várias equipas dos vários escalões britânicos e unanimemente aclamado pela crítica como o mais divertido e bem humorado de todos.</p>
<p>Se muitos pensavam que as saídas de Mathieu Flamini (AC Milan), Jens Lehmann (Estugarda), Aliaksandr Hleb (Barcelona) e Gilberto Silva (Panathinaikos) iriam deixar a turma de Wenger fragilizada, eis que o mestre da pedagogia futebolística contra-ataca com a chamada de volta do jovem astro mexicano contratado em 2005 &#8211; Carlos Vela. Para fazer face à saida de Hleb, Wenger voltou a &#8220;pescar&#8221; no seu país de origem e deste vez foi em Marselha que desencantou a grande promessa gaulesa do momento, Samir Nasri, eleito &#8220;Jovem Jogador do Ano 2006/07&#8243; e jogador marselhês do ano 2007. Se para os mais atentos estas investidas podem ser conotadas como &#8220;normais&#8221; pois estamos a falar do Arsenal de Ársene Wenger, o último nome desta lista não deixa de causar grande sensação, sobretudo por terras lusas, pois a última grande aposta do técnico para a sua equipa principal é o luso-francês internacional sub-21 por Portugal, Amaury Bischoff.</p>
<p class="body"><strong>Amaury Bischoff<br />
</strong><a href="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/08/86339.jpg"><img class="attachment wp-att-793" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/08/86339.jpg" alt="O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela   O Novo Cocktail de Wenger" width="230" height="230" align="right" title="O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela   O Novo Cocktail de Wenger" /></a>Filho de pai Francês e mãe Portuguesa, o mais recente internacional pela selecção sub-21 de Portugal assinou contrato com o Arsenal onde irá vai vestir a camisola número 28<em></em>. Bischoff tinha chegado à Bundesliga em 2005, para jogar pelo Werder Bremen, depois de ter actuado no futebol francês ao serviço do Colmar. O jogador, no entanto, participou apenas uma vez pelo clube alemão, num empate com o Celta de Vigo para a Taça UEFA, em 2007. Muito por isso, o mais recente português a ser treinado por Wenger precisa segundo o técnico de dois ou três meses para recuperar de uma cirurgia e ganhar algum poder físico, pois esteve afastado da competição durante muito tempo. Mesmo assim, e apesar da aposta arriscada, Wenger confia nas qualidades deste jovem promissor que joga sobretudo na posição 8, como médio centro, e promete ser <a href="http://www.jogodearea.com/2007/11/03/cantera-rui-fonte-e-yago-fernandez-as-perolas-lusas-de-wenger/">mais uma pérola lusa</a> a brilhar na fabulosa Liga Inglesa.</p>
<p><strong>Samir Nasri<br />
</strong><a href="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/08/86028.jpg"><img class="alignright attachment wp-att-794" style="float: right;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2008/08/86028.jpg" alt="O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela   O Novo Cocktail de Wenger" width="230" height="230" align="left" title="O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela   O Novo Cocktail de Wenger" /></a>Aclamado em França como o sucessor de Zidane, Samir Nasri é o novo maestro gaulês. Tem a mesma origem que Zizou, o Magreb e a Argélia. Foi em Marselha no Olympique, que durante as últimas 2 épocas foi actuando como médio ofensivo (ou mesmo ala direito) e espalhando perfume e classe sempre de cabeça levantada, muita qualidade de passe e uma soberba visão de jogo. Embora algo frágil fisicamente &#8211; 1,77m e 75kg &#8211; parte sem medos para enfrentar os adversários, quase olhos nos olhos. Ársene Wenger viu nesta pérola do Marselha o substituto para Hleb, muito pela forma como dribla e sai a jogar com grande autoridade, sempre irreverente no auge dos seus 21 anos. É o novo maestro do Emirates Stadium e promete atrair ainda mais adeptos para o já vistoso futebol da turma londrina.</p>
<p><strong>Carlos Vela<br />
</strong>Para muitos, a próxima grande revelação sul americana e um valor certo para a frente atacante dos <em>gunners</em>. A comprovar tudo isso, a conquista do Mundial 2005 sub-17 no Perú com uma final de sonho face ao rival canarinho, na qual os aztecas viram Vela a abrir o marcador dos 3&#215;0 que bateram o grande favorito Brasil. O jovem avançado revelou-se ainda como o melhor marcador do torneio, com 5 tentos em apenas 8 jogos, e reclamou para si a bota dourada Adidas. Wenger não ficou descansado enquanto não contratou o jovem prodígio ao Guadalajara, mesmo ciente da lei Inglesa que não permite visto de trabalho a menores de 18 anos não Europeus. Por 4 milhões de euros, Vela chegava à Europa para rodar por empréstimo em Espanha. Uma escolha mais que acertada dos gunners: o primeiro ano foi passado na 2ª Liga no Celta de Vigo, onde no entanto não chegou a jogar pela equipa principal. Seguiu-se a época de explosão no Salamanca onde jogou 31 jogos e marcou 8 golos entre várias assistências, e essa seria já uma demonstração da adaptação ao futebol Europeu, definitivamente confirmada na época transacta quando representou o Osasuna e levou ao desespero os vários clubes da Liga primodivisionária do país vizinho, assinando exibições de luxo &#8211; de destacar um delas no Santiago Barnabéu, frente ao Real Madrid. A nível internacional já conta com 7 participações AA e 4 golos marcados.<br />
Como jogador, Wenger descreve-o como um sósia de Eduardo da Silva mas com maior sentido de baliza, pois frente ao guarda-redes raramente falha. É muito inteligente a desmarcar-se nos espaços vazios, rápido e esquivo, sabe recuar para procurar espaços e avançar para criar desequilíbrios. Quando levanta a cabeça revela inteligência táctica e um elevado gosto pelo jogo de equipa. É certamente o grande reforço do Arsenal 2008/09 dada a forma como foi contratado e os 3 clubes espanhóis onde revelou todos os atributos para ser o próximo grande herói do Emirates Stadium, com apenas 19 anos.</p>
<p class="body">Estes são os novos pupilos que Wenger &#8220;resgatou&#8221; para Londres e que prometem enriquecer ainda mais a já espectacular Liga Barclays e sobretudo o relvado do Emirates Stadium. Curiosa é a aposta em jovens, o que faz do Arsenal uma das equipas de top Mundial com plantel mais jovem, uma média de idades de 22 anos, num plantel de 25 jogadores e com uma média de altura de 1,83 e 74 kg. Está assim pronta mais uma época de grandes revelações no clube do técnico mais destemido da Premier League.</p>
<p class="body" style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9409c1t9XMc"><img src="http://img.youtube.com/vi/9409c1t9XMc/default.jpg" width="130" height="97" border title="O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela   O Novo Cocktail de Wenger" alt="O Luso Bischoff, o Gaulês Nasri e o Azteca Vela   O Novo Cocktail de Wenger" /></a><br />
<span style="color: #888888;">Best-of de Carlos Vela, a nova grande promessa dos Gunners</span></p>
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