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	<title>Jogo de Área &#187; Clubes</title>
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	<description>Artigos de opinião e Análise desportiva</description>
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		<title>Walter Henrique da Silva: diamante ou problema?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 17:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cantera]]></category>
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		<description><![CDATA[Foram diversas as semanas de indefinição no futuro deste jovem de 20 anos. E foi muita a paciência apresentada pelos dirigentes portistas, algo que não é muito usual de verificar no universo do dragão. Mas afinal o que levou a tanto esforço negocial? Será Walter um activo que apresenta desde já condições válidas para vingar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram diversas as semanas de indefinição no futuro deste jovem de 20 anos. E foi muita a paciência apresentada pelos dirigentes portistas, algo que não é muito usual de verificar no universo do dragão. Mas afinal o que levou a tanto esforço negocial? Será Walter um activo que apresenta desde já condições válidas para vingar no FC Porto? Conseguirão os elementos da estrutura técnica portista moldar o jovem craque à realidade do futebol europeu?</p>
<p>O futuro o dirá, mas a realidade é que Walter poderá ser o primeiro craque com o dedo de Villas Boas a vingar no dragão. Natural de Recife, Walter Henrique da Silva começou desde cedo a brilhar fruto da sua capacidade física e remate fulminante. Actualmente com apenas 20 anos e 1.76m, o jovem pernambucano apresenta um peso médio de 87 kg, e apesar de já ter sido apelidado de &#8216;Gordinho&#8217;, o que é facto é que isso não lhe retira poder de explosão e a capacidade para furar defesas contrárias. Foi no Esporte Clube São José, clube da Série D brasileira, que Walter despontou. Em 2007, assinou pelo Internacional de Porto Alegre, percorrendo alguns escalões de formação e surpreendendo tudo e todos com a sua habilidade.</p>
<p>No início de 2009 Walter era chamado para participar no Sudamericano Sub-20. É conhecida a história de diversos craques sul-americanos que se deram a conhecer ao mundo em troféus de selecções mais jovens. Pois bem, o brasileiro foi o melhor marcador da prova com 5 golos, conquistou o troféu, sendo considerado unanimamente como a figura da competição. As semelhanças com o &#8220;Gladiador&#8221; Adriano eram mais que muitas, começando na força física e na excelente técnica individual, e terminando no faro de golo e no inevitável potente remate aplicado com a perna direita. Cada partida era uma batalha para o jovem jogador, que era o primeiro defesa da equipa na luta pela conquista da bola. Uma qualidade que certamente revelará nos relvados portugueses.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3420 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/07/interwalter.jpg" alt="Walter" width="300" height="189" align="left" title="Walter Henrique da Silva: diamante ou problema?" />Mas a história de Walter tem tanto de brilhante como de dramática. É que o &#8220;Bigorna&#8221; já passou por quase tudo, desde problemas disciplinares, a conflitos com a &#8220;torcida&#8221;, até uma grave lesão. Segundo o seu empresário, a explicação para todos estes problemas tem uma base familiar. As dificuldades vividas pela família do atleta são sobejamente conhecidas.</p>
<p>Sem qualquer tipo de formação escolar, Walter sempre dependeu do futebol para sustentar a sua família, um fardo difícil de suportar para um miúdo de apenas 20 anos. Foi necessária uma forte actuação do seu empresário e clube para colocar esta jovem pérola no trilho certo, mas a realidade é que para o Inter já era tarde demais. Cansados de tanto problema, os dirigentes do clube aceitaram negociar o seu passe.</p>
<p>Outra curiosidade prende-se com a ligação do uruguai Juan Figger ao FC Porto. O agente de Walter é também responsável pela carreira de Hulk, uma das mais recentes jóias a aterrar nas Antas. Desde cedo que o empresário FIFA se especializou em atletas de nacionalidade brasileira. Foi um dos primeiros agentes a desenvolver a co-propriedade de talentos, sendo na altura investigado pelas suas actividades invulgares, acções que no entanto se tornariam perfeitamente comuns na indústria de futebol do século XXI, algo que assegura maior segurança e elasticidade financeira aos clubes de futebol na hora de adquirir novos talentos.</p>
<p>Walter é assim a 7ª compra portista neste defeso, chegando ao Porto por 6 milhões de euros (75% do passe) e prefazendo já mais de 25 milhões em aquisições para a temporada que se avizinha. Trata-se de mais uma aposta recheada de risco, mas um investimento que segundo os responsáveis azuis se exige para fazer frente a uma época fracassada. James Rodriguez é outro dos diamantes que cabem a esta jovem equipa técnica moldar e tornar como activos válidos no contexto do nosso futebol. O que esperar deste Porto?</p>
<p><br/></p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qtID5TKNgI8&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/qtID5TKNgI8&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="color: #888888;"> Melhores momentos de Walter </span></div>
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		<title>A transfiguração do Sporting</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 10:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo P.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se tem falado ultimamente, fruto dos mais recentes resultados do clube de alvalade, da recuperação não só anímica, mas igual e fundamentalmente das evidentes melhorias em termos exibicionais do futebol praticado pelo Sporting. Após largos meses onde a qualidade exibicional era fortemente criticada, acompanhada por resultados negativos e até humilhantes, é importante analisar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado ultimamente, fruto dos mais recentes resultados do clube de alvalade, da recuperação não só anímica, mas igual e fundamentalmente das evidentes melhorias em termos exibicionais do futebol praticado pelo Sporting. Após largos meses onde a qualidade exibicional era fortemente criticada, acompanhada por resultados negativos e até humilhantes, é importante analisar o significado deste novo momento do futebol leonino e exteriorizá-lo desta esfera de euforia e, de certo modo, alívio que tem envolvido o Sporting nos últimos tempos.</p>
<p>Apesar de ser louvável o actual momento do Sporting, é fulcral ter em conta que esta “viragem”  é baseada unicamente em duas partidas, ambas disputadas em casa: 3-0 ao Everton, decidindo a passagem à fase seguinte da Liga Europa, e igual resultado contra o FC Porto, a contar para a Liga Portuguesa. Não é aqui pretendido retirar qualquer mérito aos jogadores e equipa técnica, mas a solução do que vinha sendo veiculado como uma crise não pode, nem deve, ser tida como resolvida apenas pelo súbito aumento de qualidade que estes dois jogos vieram representar. A importância de ambos os confrontos era enorme no contexto do futebol leonino, sendo que a equipa soube crescer proporcionalmente aquilo que lhe era exigido, mas será isto finalmente fruto do trabalho tantas vezes destacado por Carlos Carvalhal, ou apenas uma subida geral de forma dos jogadores face às necessidades que estas partidas apresentavam?</p>
<p><img class="attachment wp-att-3378 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top:5px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/03/pedro-mendes-falcao.jpg" alt="Porto x Sporting" width="280" height="207" align="left" title="A transfiguração do Sporting" />Em termos de futebol praticado, antes de se destacarem princípios de jogo e mecanismos tácticos mais consolidados e interiorizados, notou-se maioritariamente a subida de forma de vários jogadores da equipa titular. Pedro Mendes parece ter-se adaptado à equipa e alcançado novamente um ritmo competitivo sustentado depois da lesão que contraiu ainda ao serviço do Glasgow Rangers, sendo um jogador experiente e que aparenta ser uma nova voz de comando no meio-campo. Completa com Miguel Veloso um duplo-pivot, ao seu lado no 4-2-3-1 de Carvalhal, agora na posição onde rende mais e onde a equipa usufrui mais da sua qualidade de passe, capacidade de pautar os ritmos de jogo e condução de bola, podendo chegar a zonas frontais no último terço do campo que lhe permitam finalizar jogadas ou tirar partido de segundas-bolas. Marat Izmailov na direita evidencia novamente a consistência e solidez que lhe são reconhecidas, enquanto que na esquerda Yannick Djaló parece ser a solução para esticar a equipa no terreno de jogo e proporcionar soluções de passe nas alas, conferindo à equipa um carácter de irreverência, técnica e imprevisibilidade mas, acima de tudo, velocidade na condução de jogo, algoque Simon Vukcevic não tem vindo a conseguir esta época.</p>
<p>Quanto ao capitão João Moutinho, actuando agora como médio ofensivo de apoio a Liedson, revelou maior dinamismo nas suas movimentações, percorrendo livremente o campo, sendo ela a principal referência nos momentos de criar triangulações e tabelas em zonas mais avançadas do terreno. É agora, a par de Liedson, a primeira unidade de contenção defensiva da equipa, ao invés de se preocupar com marcações e coberturas quando actuava mais recuado no terreno, estando portanto mais solto nos momentos em que a equipa recupera a bola e tem que se lançar para o ataque. Em termos defensivos, de destacar a estabilização de Leandro Grimi, que exibiu segurança posicional e concentração semelhantes aos níveis que havia apresentado nos primeiros seis meses em que esteve ao serviço do Sporting após a sua vinda do AC Milan, o que, aliado à subida de formas dos restantes companheiros de sector, parece ter conferido alguma estabilidade defensiva à equipa, que não sofreu golos neste últimos dois encontros.</p>
<p>Aliado a esta melhoria individualizada dos jogadores leoninos, os processos de jogo parecem estar finalmente assimilados e a acontecer em jogo mais naturalmente, notável principalmente nos momentos em que a equipa se vê pressionada com bola  ou quando exerce pressão à saída do meio-campo adversário. Outro aspecto evidente foi a subida dos indíces de qualidade de passe, bastante evidentes principalmente no encontro com o Everton.</p>
<p>Resta agora esperar pelos próximos jogos e observar a reacção da equipa em encontros onde, previsivelmente, a motivação será menor, e onde a pressão será igualmente não tão elevada, embora a equipa saiba que após estes dois jogos, os adeptos esperam uma continuidade estável da qualidade exibicional e dos resultados. Terão sido estes resultados um acaso nesta época do Sporting? Cabe à equipa continuar a provar que eles foram um ponto de viragem.</p>
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		<title>Porque não se impõe Nani em Manchester?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdo Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguns de nós vimos ou ouvimos falar da estrondosa forma de Nani no Manchester United. Uma rara estrondosa fase de Nani. Desde que se encontra na terras de sua majestade, fez talvez dois, três bons jogos por ano, número que é significativamente insuficiente para um jogador com as suas características. Mas para entendermos o actual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns de nós vimos ou ouvimos falar da estrondosa forma de Nani no Manchester United. Uma rara estrondosa fase de Nani. Desde que se encontra na terras de sua majestade, fez talvez dois, três bons jogos por ano, número que é significativamente insuficiente para um jogador com as suas características. Mas para entendermos o actual Nani temos que recuar ao Nani dos tempos de Alvalade.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3369 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/02/nani_manchester_united.jpg" alt="Nani" width="280" height="176" align="left" title="Porque não se impõe Nani em Manchester?" /><a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1138189&amp;div_id=1488&amp;psec_id=46" target="_blank">Nani</a>, no já longínquo losango de Paulo Bento, era um interior que dava largura, profundidade e verticalidade ao jogo, partindo de zonas mais interiores. Era dos únicos, se não o único, a ter autorização de anarquizar o jogo, dando-lhe esticões. Para que se entenda melhor a sua posição em campo era um pouco de Di Maria no actual Benfica.</p>
<p>Com a partida para Manchester, Ferguson procurou nele mais um elemento para jogar bem encostado às linhas, comportando-se como um típico extremo. O problema de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1137601&amp;div_id=1488&amp;psec_id=46" target="_blank">Nani</a> é que o United é uma equipa que na maior parte do tempo joga em ataque continuado, com circulação de bola, e o Português nos jogos em que era / é chamado a participar pouco ou nada se envolve nessa circulação, não procura espaços interiores, logo pouca bola tem. Normalmente, quando o vejo jogar no United sinto-o um corpo estranho na equipa, tal como o Coreano Park, que disfarça pela sua disponibilidade para as tarefas colectivas defensivas.</p>
<p>Nos chamados jogos grandes fora de casa, pela experiência grande que tem, o United aprendeu a sofrer, a ter de repartir mais a posse de bola com o adversário, e se tiver que jogar sem ela, também o faz com algum conforto. É neste tipo de jogo que actualmente Nani e curiosamente Park se sentem mais confortáveis no Manchester, quando a equipa joga longe da baliza da equipa adversária e após a recuperação de bola, tem espaço nas costas da defesa, para com e sem bola, se lançarem embalados em correria loucas, tirando adversários da frente. Foi assim o grandioso jogo de <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/46165-nani-nunca-pensei-em-desistir-e-voltar-portugal" target="_blank">Nani</a>, recentemente, no Emirates.</p>
<p>Porém, penso que Ferguson não manterá jogadores no plantel com o qual possa contar só para determinados jogos. Afinal de contas, são muito poucos os jogos por ano em que os Red Devils se deixem aparentemente dominar. Se no passado o tempo corria a favor do ex-leão, parece-me que actualmente já não. É urgente <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1422100" target="_blank">Nani </a>se afirmar em definitivo com peça importante do United, é urgente que não faça apenas e só 3/4 bons jogos por ano, é urgente que desequilibre mais em ataque continuado, é urgente que dê uma outra dimensão ao seu futebol. Assim, teremos mais Nani para o United, mas também para a equipa das quinas.</p>
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		<title>A nova identidade do meio-campo portista</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 13:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Porto mudou com a entrada de Ruben Micael&#8230; mudou e para melhor! Com efeito, a colocação do madeirense no meio campo possibilitou que a amplitude de movimentos dos portistas se alargasse. Assim, era um facto que desde a saída do argentino Lucho inexistia alguém que pegasse na batuta e organizasse o jogo, que servisse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1421009" target="_blank">Porto</a> mudou com a entrada de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/ruben-micael-sporting-fc-porto-porto-classico-taca-de-portugal/1136328-1304.html" target="_blank">Ruben Micael</a>&#8230; mudou e para melhor! Com efeito, a colocação do madeirense no meio campo possibilitou que a amplitude de movimentos dos portistas se alargasse. Assim, era um facto que desde a saída do argentino Lucho inexistia alguém que pegasse na batuta e organizasse o jogo, que servisse de placa giratória, fazendo circular o esférico e sem necessidade de carteiros.</p>
<p>Nisso reside a especificidade da interpretação do futebol moderno, algo que distingue as grandes equipas das não tão grandes. Olhamos o Barcelona, um exemplo supremo de posse em progressão; toques curtos, mas sempre com destino ao golo. Vislumbramos a colocação do tridente medular; Xavi, Iniesta e Touré fazem a bola correr mais do que eles correm!</p>
<p><img class="attachment wp-att-3359 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2010/02/porto-sporting-falcao.jpg" alt="Porto X Sporting" width="280" height="204" align="left" title="A nova identidade do meio campo portista" />Nesse imenso carrossel, há quase uma obrigação de os laterais se movimentarem para receberem o esférico numa zona mais recuada de construção, permitindo que ganhem a necessária embalagem para apoiarem os homens que fazem de extremos&#8230; e esse é um dos princípios basilares do sistema e a razão do engrandecimento de forma de homens como <a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1421447" target="_blank">Álvaro Pereira</a>, no Porto.</p>
<p>Com Ruben, o meio campo ganhou equilíbrio. Mesmo órfão de Meireles, conseguiu o que o internacional português este ano não houvera conseguido. Graças à sua melhor condição física &#8211; algo que o antigo jogador do Boavista, por estranho que pareça, ainda não aprimorou &#8211; consegue ser o elo que Lucho sempre foi, a âncora que se torna em mais uma unidade defensiva mas um temível municiador atacante&#8230; e isso tem feito toda a diferença!</p>
<p>E aí se entende como os jogadores do Porto, no fim do jogo para a Taça de Portugal, tendo corrido na sua totalidade menos quase seis quilómetros que os do Sporting, jogaram mais&#8230; muito mais! Com alguém que chega com maior facilidade ao seu lado, ou, que pelo menos, consegue endossar a bola bem redondinha, até Belluschi está outro jogador. Aquela indesejada posição de interior começa a fazer sentido, pois com o apoio dos laterais, com as maiores soluções de passe para o outro interior e com a resolução óbvia de colocar nos extremos, os carteiros parecem que, passe a metáfora, este é o tempo dos telemóveis e dos emails&#8230; que não a carta já não é mais entregue à mão, mas que, electronicamente ela chegará mais eficazmente!</p>
<p>Guardiola percebeu isso a época passada. <a href="http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1421011" target="_blank">Jesualdo</a>, com esta peça do puzzle de nome Ruben Micael, parece igualmente ter compreendido qual é o rumo a tomar.</p>
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		<title>Benfica x Porto &#8211; Que esperar do clássico?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 14:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valdo Martins</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo o jogo tem a sua particularidade, assim como todos os clássicos por mais edições que tenham, terão sempre a sua particularidade. Este tem a particularidade de poder fazer com que o Benfica, apesar de ter passado grande parte do tempo na frente dos seus dois maiores rivais, passe a celebre quadra natalícia atrás de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o jogo tem a sua particularidade, assim como todos os clássicos por mais edições que tenham, terão sempre a sua particularidade. Este tem a particularidade de poder fazer com que o Benfica, apesar de ter passado grande parte do tempo na frente dos seus dois maiores rivais, passe a celebre quadra natalícia atrás de um deles, o Porto.</p>
<p>Jesus deve andar por estes dias com os cabelos mais brancos, com menos horas de sono, e com redobrada atenção aos treinos da sua equipa, em busca de um 11 que não defraude as expectativas da sua massa de adeptos. Busca ansiosamente soluções para substituir apenas e só Ramires, Coentrão, Di Maria e Amorim. Aquele que chamo de 12 jogador também está KO, Aimar, a estará em duvida até à hora do jogo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3300 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/radamel-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="191" align="left" title="Benfica x Porto   Que esperar do clássico?" />Não há jogadores insubstituíveis, mas Ramires acaba por ser um desses casos deste Benfica. O Brasileiro chegou, viu e rapidamente convenceu, tornando-se insubstituível em campo. De todos os ausentes, aquele que para mim menos falta fará ao Benfica, em termos de colectivo é… Di Maria, o Argentino à muito que voltou ao futebol irregular que tem caracterizado os seus anos na Luz. Coentrão e Amorim, &#8220;substitutos&#8221; de Ramires e Di Maria por castigo e lesão, acabam por também ficar de fora.</p>
<p>A equipa de Jesus há cerca de 3/4 jogos que deixou de apresentar frescura física, o que juntando a um maior conhecimento por parte dos adversários dos seus mecanismos ofensivos, tem diminuído e muito a qualidade futebolística encarnada. Já todos perceberam a importância dos laterais no futebol encarnado, e travá-los ofensivamente é uma das chaves para logo emperrar o futebol encarnado. Outra será anular as movimentações de Aimar e Saviola.</p>
<p>Voltando aos laterais, Jesus tem apostado em César Peixoto na esquerda, mas está mais que provado que o ex-Bracarense não consegue dar a profundidade necessária, que quer Schaffer ou mesmo Coentrão dão à equipa. Peixoto que certamente com a onda lesões e castigos, garante a titularidade no lado esquerdo do meio campo, deixando a lateral esquerda para… David Luiz. É publico que Jesus não aprecia o lateral esquerdo Argentino, e não acredito que deposite nele confiança para jogar o clássico. Acredito pois que puxe David Luiz para a esquerda da defesa, jogando Sidnei ao lado de Luisão. Javi Garcia é certo, assim como Aimar caso recupere, disputando Filipe Meneses e Carlos Martins as restantes vagas.</p>
<p>Jesualdo é neste momento um homem mais tranquilo, já que depois de uma fase menos boa o Porto parece ter reencontrado o seu rumo, e tendo as armas todas à sua disposição, Jesualdo poderá escolher o 11 que melhor se enquadra com as suas pretensões. E certamente a sua pretensão passa por passar o Natal á frente do seu rival.</p>
<p>Assim, na defesa não há grande duvidas. No meio campo, Fernando e Meireles estão certos, ficando a outra vaga entre Guarin ou Belluschi. Na frente, Hulk começará provavelmente na ala esquerda, de modo a manter sempre atento Maxi Pereira e assim evitando as subidas do lateral encarnado. Do lado contrário, Varela permitirá enriquecer o meio campo com 4 elementos quando o Porto não tiver bola. Ou seja, repetir um pouco do que foi feito em Madrid, 433 em ataque, 442 a defender, sendo a nuance táctica definida pelo posicionamento de Varela. Sobram ainda Cristian Rodriguez em mais um regresso à Luz, assim como Farias e Mariano Gonzalez, este último pouco querido pelos adeptos mais de enorme utilidade táctica para o treinador. Definitivamente, um Porto bem mais previsível em termos de 11 base que o seu rival Benfica.</p>
<p>Aparentemente mais dificuldades para Benfica do que para Porto, fruto das consequências dos 2 últimos jogos, mas o publico encarnado não deixará a sua equipa sozinha, e certamente tentará ele ser o 12º jogador. Que esperar de mais um clássico?</p>
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		<title>Liga dos Campeões: Atl. Madrid 0&#215;3 Porto &#8211; Dragão em crescendo&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 00:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga dos Campeões 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[O Porto confirmou hoje, em Madrid, que se encontra num momento ascendente de forma. Efectivamente, os dragões, actuando em 4-3-3 com Maicon e Valeri nos lugares que, em Guimarães, foram de Rolando e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-maisfutebol-futebol-iol-atl-madrid-cronica/1108779-4930.html" target="_blank">Porto</a> confirmou hoje, em Madrid, que se encontra num momento ascendente de forma. Efectivamente, os dragões, actuando em 4-3-3 com Maicon e Valeri nos lugares que, em Guimarães, foram de Rolando e Belluschi, usaram a receita que proveitosos resultados deu na passada sexta-feira.</p>
<p>E, assim, a entrada em jogo foi novamente fortíssima&#8230; e logo aos três minutos, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/bruno-alves-fc-porto/1108785-4062.html" target="_blank">Bruno Alves</a> subia aos ares de forma soberba para cabecear para o fundo das malhas de Sérgio Asenjo. Se a equipa entrou confiante, melhor tónico não poderia ter! Tentou recompor-se o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/quique-flores-benfica-atletico-madrid-fc-porto-porto-champions/1108792-4062.html" target="_blank">Atlético</a>, num 4-4-2 rudimentar e sem um verdadeiro organizador de jogo. Paulo Assunção e Cléber Santana não conseguiam acompanhar os extremos e a equipa transformava-se em duas enormes ilhas: a defensiva e a ofensiva composta por Simão na esquerda, Maxi Rodriguez na direita e Forlán, juntamente, com Aguero no centro.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3291 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/atletico-porto-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="183" align="left" title="Liga dos Campeões: Atl. Madrid 0x3 Porto   Dragão em crescendo..." />E apesar dessas limitações, ofensivamente a equipa ainda estrebuchou&#8230; os estertores que mantêm viva a equipa iam alimentando algumas acções em que o perigo rondava a baliza de Helton. Mas esse desequilíbrio surgiria, novamente&#8230; contra ataque rápido, as compensações inexistentes numa equipa absolutamente partida, e <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/36577-fc-porto-atropela-o-atletico-madrid-3-0" target="_blank">Falcao</a> a recarregar o primeiro remate de Fucile que subiu, tranquilamente, pela ala direita sem que algum colchonero o pressionasse. A imensa passadeira vermelha que os madrileños estendem aos adversários, na presente época, voltava a aparecer!</p>
<p>Aos vinte e seis minutos, o jogo ganhava o epípeto de resolvido. O Atletico tentaria, novamente, responder, especialmente através da sua dupla de avançados que tentava remar contra uma maré revolta,  consequentemente sem efeitos práticos! Na verdade, é doloroso ter dois avançados da estirpe de Forlán e Aguero e o resto da equipa ser incapaz de acompanhar o andamento&#8230; e aquele pontapé de bicicleta de <em>El Kun</em>, apesar de ter rasado o poste, levantou o Vicente Caldéron, num dos raros momentos de emoção para os adeptos colchoneros!</p>
<p>E com isto chegou-se ao intervalo. E se dúvidas existissem, o primeiro minuto tratou de decidir o jogo. Aguero saía lesionado e Forlán ficava órfão da alma gémea. O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413064" target="_blank">Porto</a> esse, calmamente, ia controlando o jogo, trocando a bola entre si, procurando espaços, esperando. Mas os dragões, mesmo assim, conseguiam criar perigo&#8230; Rodriguez isolado perante Asenjo permitiu que o guarda redes espanhol fizesse uma meritória mancha, negando o óbvio. Mas se a uma Cebola ainda se consegue dizer que não, nada se pode fazer contra a força de um Super Herói&#8230; <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fc-porto-alertas/hulk-fc-porto-maisfutebol-futebol-iol/1108786-3214.html" target="_blank">Hulk</a>, num momento de génio, bailou perante os aturdidos defesas espanhóis e desferiu tamanho balázio que o estranho foi não ter furado as redes!</p>
<p>O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413065" target="_blank">Porto</a> marcava o terceiro e demonstrava a sua diferença de andamento para o Atletico&#8230; uma verdadeira decepção desta época europeia! Quanto aos dragões, a certeza que há equipa para aspirar a altas ambições.</p>
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		<title>Liga Sagres: Guimarães 1&#215;4 Porto &#8211; Onde andou este Porto?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 23:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[Apetece perguntar: onde andou este Porto? O Porto pressionante, incansável, e que muito mereceu o sucesso das últimas temporadas parece estar de volta. E foi precisamente no Afonso Henriques, onde o futebol]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apetece perguntar: onde andou este <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/raul-meireles-bruno-alves-fc-porto-porto-vitoria-nuno-assis/1108096-4062.html">Porto</a>? O Porto pressionante, incansável, e que muito mereceu o sucesso das últimas temporadas parece estar de volta. E foi precisamente no Afonso Henriques, onde o futebol é praticado de forma intensa e bem ofensiva, que os pupilos de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/jesualdo-jesualdo-ferreira-fc-porto-porto/1108109-4062.html">Jesualdo</a> terão previsivelmente dado a volta a uma fase menos positiva.</p>
<p>Naquele que foi um excelente espectáculo de futebol, os portistas entraram em força e com vontade para controlar a partida. E assim o fizeram. <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-outros-desportos/fc-porto-v-guimaraes-maisfutebol-porto-jesualdo-liga/1108102-4932.html">Jesualdo Ferreira</a> apresentava o seu 433 clássico, com Rolando e Hélton de volta ao 11 titular, e Belluschi juntamente com Meireles a fazer a ligação do meio-campo ao ataque. E foi aí que consistiu o segredo deste Porto: as transições. Esse elemento tão importante do futebol do Porto que tem sido nas últimas épocas um dos seus pontos fortes foi mesmo aquilo que permitiu sair de Guimarães com os 3 pontos.</p>
<p>Os primeiros 45 minutos foram azuis, e foi sem surpresa que um fortíssimo Varela e um muito esforçado Falcao colocaram o Porto na frente por 2&#215;0. O Porto foi eficiente a defender, colectivista a atacar, e soube gerir os tempos da partida de forma sublime.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3278 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/12/guimaraes-porto-falcao.jpg" alt="Falcao" width="280" height="198" align="left" title="Liga Sagres: Guimarães 1x4 Porto   Onde andou este Porto?" />Contudo, o golo de Andrezinho na cobrança perfeita de um livre directo, quando o relógio já passava dos 45 minutos, poderia ter alterado de forma radical o rumo desta partida. Isto porque os vitorianos chegavam ao intervalo com o estímulo de um golo marcado, e entravam para o segundo tempo com esse pensamento &#8211; quiçá ainda intensificado no discurso de Paulo Sérgio.</p>
<p>E os 20 minutos iniciais demonstraram o que faz deste Vitória uma das boas equipas do nosso campeonato. Assis foi o maestro do costume, com uma frescura física impressionante e aliada à profundidade de Desmarets e Targino, que estendem o jogo dos minhotos de forma impressionante.</p>
<p>O golo do empate esteve à vista num punhado de oportunidades, mas num misto de sorte e de engenho foi algo que os portistas acabaram por evitar. Não marcando, o Vitória abria espaços na defesas e não tardou até que <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/iol/1108099-4062.html">Bruno Alves</a> terminasse com a partida após livre de Raúl Meireles, quando curiosamente, instantes antes, o próprio se preparava para o bater.</p>
<p>Em jeito de conclusão, e numa partida onde a lealdade e o fair-play tiveram um papel importante, os dragões voltaram a mostrar a chama dos campeões, sabendo aproveitar a má entrada dos vimaranenses, e conseguindo igualmente fechar a partida quando o timing assim o exigia. Uma vitória robusta para a equipa azul-e-branca, e um claro colocar de pressão sobre os mais directos adversários. O verdadeiro <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/36214-fc-porto-goleia-em-guimaraes-4-1">Porto</a> parece estar de volta.</p>
<p><br/></p>
<p style="text-align: center;"><embed src="http://futebol.videos.sapo.pt/play-bwin?file=http://futebol.videos.sapo.pt/VvqYKkWQzp9BPZujcV1D/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" width="400" height="350"></embed><br />
<span style="color: #888888;"> Golo de Varela, aos 12m</span></p>
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		<title>Taça de Portugal &#8211; Benfica x Guimarães: Surpresa na Luz!</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 23:07:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>
		<category><![CDATA[Taça de Portugal 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[O futebol é um jogo maravilhoso. Ao contrário de outras modalidades, o resultado, jamais, será dotado de certezas e enquanto a bola gira tudo poderá acontecer! Hoje na Luz tal facto foi comprovado. O Benfica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol é um jogo maravilhoso. Ao contrário de outras modalidades, o resultado, jamais, será dotado de certezas e enquanto a bola gira tudo poderá acontecer!</p>
<p>Hoje na Luz tal facto foi comprovado. O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1410906" target="_blank">Benfica</a> que parecia arrasar tudo o que se lhe deparava, foi travado por onze intrépidos descendentes de El Rei Afonso que há novecentos anos atrás desceu da cidade onde nasceu Portugal, para conquistar a actual capital aos infiéis! E como nessa altura, ou, quiçá, inspirado por esse modelo, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/paulo-sergio-reportagem-benfica-v-guimaraes-taca-taca-de-portugal/1105085-4062.html" target="_blank">Paulo Sérgio</a> soube reconhecer a força do adversário, respeitando-o. A um Benfica no modelo habitual, e quase na máxima força, exceptuando as esperadas ausências de Luisão e Cardozo, substituídos por Sidnei e Keirrison, respondeu um Vitória, supostamente, formatado com tracção traseira&#8230; Roberto saía da equipa, entrando Custódio que se pretendia que fosse o lugar tenente de Flávio Meireles!</p>
<p><img class="attachment wp-att-3204 alignleft" style="margin-top: 5px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/benfica-vitoria-gustavo.jpg" alt="Vitória Guimarães" width="270" height="182" align="left" title="Taça de Portugal   Benfica x Guimarães: Surpresa na Luz!" />E o jogo principiou dentro dos moldes esperados. Ao <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-outros-desportos/iol/1105076-4932.html" target="_blank">Benfica</a> com confiança respondia um <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/34181-v-guimaraes-elimina-benfica-na-luz-1-0" target="_blank">Vitória</a> pleno de inteligência&#8230; a densidade de homens no meio campo permitia uma rápida recuperação da bola e depois a magia de Desmarets na esquerda, Nuno Assis ao centro e o vagabundo Targino em rápidas movimentações iam mantendo em respeito o último reduto benfiquista, mesmo sem criar grande perigo.</p>
<p>E nesta sofreguidão encarnada e calculismo vitoriano surgiria o golo. Canto de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/benfica-v-guimaraes-reportagem-jorge-jesus-jesus-taca/1105084-4062.html" target="_blank">Desmarets</a> &#8211; quem mais? &#8211; e Gustavo Lazzaretti ao primeiro poste a bater Moreira, inapelavelmente! A partir desse momento, pensou-se que os homens de Lisboa iriam massacrar, mas isso acabou por não suceder, e mesmo quando se acercavam da baliza vitoriana, e se Gustavo, Moreno ou Sereno não conseguiam terminar com as jogadas de ataque, existia sempre um Nilson que, mais uma vez, rubricou uma exibição memorável na <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1410910" target="_blank">Luz</a>. Aliás como em 2005/2006, quando a história foi igual! Já sobre o intervalo, Nuno Assis, totalmente solto, poderia ter morto o jogo.</p>
<p>E se na segunda metade, se equacionou que o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/benfica-alertas/benfica-v-guimaraes-nilson-keirrison-maisfutebol/1105075-3213.html" target="_blank">Benfica</a> iria apostar todas as fichas, tal não aconteceu. Javi Garcia parecia uma barata tonta não conseguindo recuperar bolas e lançar as transições ofensivas. Di Maria e Ramires continuavam, superiormente, atados por Andrezinho e Sereno que realizaram monstruosa exibição. E neste quadro, Jesus viu-se na contingência de colocar a carne toda no assador introduzindo no jogo Nuno Gomes e Weldon, em contraponto com Paulo Sérgio que por lesão retirava Sereno e Custódio, para introduzir Milhazes &#8211; mais uma vez, uma exibição desconcentrada, chegando a levar um calduço de Moreno &#8211; e Alex, que jogou a trinco.</p>
<p>E nesses últimos minutos, onde o coração valeu mais que a cabeça e onde Desmarets, em contra golpe, poderia ter resolvido a eliminatória, valeu Nilson&#8230; brilhante&#8230; inolvidável&#8230; principalmente aquela defesa digna de Yashin a remate de Felipe Menezes! Entretanto o jogo caminhava para o seu término, após oito minutos de desconto e uma expulsão de Desmarets. No final, a certeza de que o Benfica não é imbatível e que em Guimarães mora uma equipa de bravos guerreiros, que honram o primeiro rei.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="357" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/HZmMcFdWvrW3ggkZVLnh/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="357" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/HZmMcFdWvrW3ggkZVLnh/mov/1" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<span style="color: #888888;">Golo de Gustavo Lazzaretti</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sérgio Conceição, um ganhador irreverente</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 00:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Surpresa das surpresas&#8230; o anúncio da retirada de Sérgio Conceição, ele que era um símbolo dos gregos do PAOK, deixou toda a gente estupefacta. Efectivamente, apesar do tentador convite provindo de Vryzas para assumir o cargo de director desportivo da equipa, ninguém esperaria que Conceição não chegasse ao fim da época, jogando, recalcitrando com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Surpresa das surpresas&#8230; o anúncio da retirada de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/sergio-conceicao-maisfutebol-paok-conceicao-carreira-futebol/1103138-4062.html" target="_blank">Sérgio Conceição</a>, ele que era um símbolo dos gregos do PAOK, deixou toda a gente estupefacta. Efectivamente, apesar do tentador convite provindo de Vryzas para assumir o cargo de director desportivo da equipa, ninguém esperaria que Conceição não chegasse ao fim da época, jogando, recalcitrando com os árbitros, enfrentando os adversários.</p>
<p>Lembro-me de o ter visto, pela primeira vez, há já muitos anos, numa memorável equipa do Felgueiras, treinada por Jorge Jesus, no único ano em que os durienses estiveram na I Liga. Corria o ano de 1995 e o jovem com vinte e um anos estreava-se no escalão máximo português, após passagens por Leça e Penafiel. O seu talento, em Felgueiras, refulgiria&#8230; numa equipa atrevida, que Jesus gostava de dizer que jogava como o Barcelona, não fosse pelo menos pelo equipamento azul-grenã, o extremo direito brilhava a grande altura na ala direita, que na altura era toda dele. Denotando grande disponibilidade física e um pulmão que lhe permitia durar o jogo todo destacar-se-ia a grande nível, e nem mesmo a quebra que a equipa experimentou, na segunda metade do campeonato, o que inviabilizou a manutenção, travou o deslumbramento do país futebolístico com o jovem médio.</p>
<p>Tanto que assim era que o Porto, pela mão de António Oliveira, vindo, directamente, da Selecção, tratou de o resgatar&#8230; e a entrada no Porto seria de dragão. Oliveira sempre foi o homem das apostas surpreendentes e arriscadas, e com <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/seleccao/sergio-conceicao-paok-federacao-madail-maisfutebol/1104747-1194.html" target="_blank">Sérgio</a> não seria diferente! A surpresa de lançar em Milão, às feras, um menino que no ano anterior calcorreava os humildes corredores do Machado de Matos foi total, mas juntamente, com os estreantes Zahovic, Artur, e um avançado brasileiro de nome Mário &#8211; Mário Jardel, para semos mais precisos &#8211; colocariam a Europa com a boca aberta de espanto. Uma vitória por três a dois em San Siro e Sérgio a apresentar o seu cartão de visita na Itália que passados uns anos trataria de o acolher!</p>
<p>E assim seria. Após tudo ganhar, internamente, no Porto onde ocupava todas as posições na banda direita, Itália resolveu acenar-lhe&#8230; logo a Lazio, por aqueles dias,uma séria contendora à ordem reinante dos tradicionais campeões. Cragnotti ambicionava um grande título e com <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1103147&amp;div_id=1490&amp;psec_id=46" target="_blank">Sérgio</a> na direita, Nedved na esquerda, todos os sonhos seriam possíveis&#8230; e foram, na realidade! Logo no primeiro ano da sua aventura transalpina, uma inolvidável vitória na Taça das Taças frente a um Maiorca, que por essas alturas, encarnava a doutrina cuperista na sua máxima essência. Mas nem Cúper conseguiu dobrar uma Lazio que demonstrava tiques de colosso europeu! E essa vertigem ascendente, seria confirmada no ano seguinte com a conquista do scudetto, na última jornada, numa disputa digna de Hitchcock. Numa pugna tripartida, ao segundo, com Juventus e Inter!</p>
<p>Mas o mundo do futebol é algo de mutável, e de prescindível, Conceição passaria a vendável. Assinaria pelos gialloblu de Parma, onde se tornou o que foi em todos os clubes por onde passou: imprescindível! Mas antes dessa transferência, Sérgio viveu o momento mais alto da sua carreira no Euro 2000, jogando a lateral direito num jogo contra a Alemanha. Humberto Coelho, seleccionador da altura, apostou num surpreedente 3-5-2, e realizou um turn-over na equipa, tendo Sérgio a oportunidade, tantas vezes reclamada&#8230; e impossível até então por existir na equipa, por essas eras, o melhor jogador do mundo, chamado Luís Figo! Pois bem, Sérgio provou merecer o lugar com uma exibição, que quem assistiu jamais esquecerá. Um hat-trick perante uma atarantada Mannschaft que nesse dia demonstrou a necessidade de se renovar, e na despedida desse monstro sagrado de nome Lottar Mathaus brilhou um jovem humilde, mas empertigado, de Coimbra e cuja infância houvera sido dolorosa e sofrida, com a morte precoce dos progenitores!</p>
<p><img class="attachment wp-att-3174 alignleft" style="margin-top: 4px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/inter-sergio-conceicao-rui-costa.jpg" alt="Sérgio Conceição e Rui Costa" width="280" height="186" align="left" title="Sérgio Conceição, um ganhador irreverente" />A partir daí, necessidade de Sérgio ser titular da equipa. Assumiria a posição de lateral direito e a segurança das suas exibições despertaria a cobiça do Inter. Aí viveria na pele o momento negro do Inter, por esses dias em plena crise de resultados e de identidade&#8230; e nem mesmo realizando quarenta e dois jogos em duas épocas, ganharia um estatuto de imprescindível! A saída nas constantes renovações empreendidas, por esses dias, por Moratti era óbvia. Saíria sem honra nem glória regressando à Lazio, onde a curva descendente, teimosamente, continuava a subsistir! Sairia a meio da época, regressando ao Porto, a um Porto construído com laivos de grandeza por Mourinho e onde Sérgio desempenhou quase um papel de artista convidado. Não podendo actuar nas epopeias da Champions, por estar previamente inscrito pela Lazio, assistira da bancada à inolvidável conquista europeia, e insatisfeito com a pouca utilização, abandonaria o Porto para não mais voltar.</p>
<p>Por estes dias, selar-se-ia a sua despedida da selecção, após o famigerado jogo de Guimarães, que Portugal perdeu por três bolas a zero com a Espanha. Ao certo, porém, nunca ninguém soube o que ocorreu, mas a verdade é que a carreira internacional de Conceição findou aí, ficando arredado do Euro 2004. Após a saída do Porto e um período de indefinição, chegaria à Bélgica onde ajudaria o Standard a retomar o caminho do sucesso. Tornar-se-ia alma da equipa, o seu maior símbolo e daria asas ao seu tradicional mau feitio, agredindo um árbitro&#8230; mas, independentemente da suspensão que foi alvo, a honra de na época 2004/2005 ter sido considerado o melhor jogador do campeonato e simultaneamente ter ajudado a crescer jovens promissores como Defour ou Witsel.</p>
<p>Em 2007 sairia rumo à Arábia Saudita onde não aguentaria muito tempo! Voltaria à Europa, ao PAOK treinado por Fernando Santos. No ambiente frenético de Atenas, nada melhor para Sérgio se exprimir.Ttornar-se-ia o líder da equipa, mas também o seu elemento mais contestatário! Apesar das expulsões, dos recorrentes acessos de mau génio ajudaria a equipa a alcançar, pelas mãos do Engenheiro Fernando Santos, um inolvidável segundo lugar, e acima de tudo a certeza de ser um verdadeiro ídolo!</p>
<p>Resolve, agora, dar por finda uma carreira repleta de êxito, para se tornar director desportivo. Passados estes anos apetece questionar se valeram a pena todos os episódios, todas as guerras, todas as arrancadas, todos os cruzamentos milimétricos? E a resposta só pode ser uma: valeu para Sérgio, pela sua carreira e para todos que tiveram a felicidade de um dia ver toda a sua paixão ao jogo. Obrigado por isso&#8230; por nunca desvirtuar a essência do futebol que é o amor ao jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aBoIhHcJFug&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/aBoIhHcJFug&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Sérgio Conceição no Euro 2000</p>
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		<item>
		<title>Sá Pinto, o novo pensador do futebol leonino</title>
		<link>http://www.jogodearea.com/2009/11/sa-pinto-o-novo-pensador-do-futebol-leonino/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting CP]]></category>

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		<description><![CDATA[Ricardo Sá Pinto como jogador sempre foi um emotivo, de coração perto da boca e sempre dado a situações de nervosismo máximo e muito descontrolo. Foi assim quando agrediu Artur Jorge… de igual modo sucedia nos jogos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1409529" target="_blank">Ricardo Sá Pinto</a> como jogador sempre foi um emotivo, de coração perto da boca e sempre dado a situações de nervosismo máximo e muito descontrolo. Foi assim quando agrediu Artur Jorge&#8230; de igual modo sucedia nos jogos em que por excesso de ardor, ou excesso de fervura em pouca água acabava expulso, chegando mesmo a lamentar-se de ser perseguido pelos árbitros.</p>
<p>Acabaria a sua carreira em 2007, da mesma forma que a viveu, de um modo polémico, lançando achas para uma fogueira que ia queimando em lume brando, o então treinador e antigo colega Paulo Bento! Paulo Bento, um apologista do trabalho e sendo portador de um low-profile que não lhe permitia encarar o futebol como <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/32615-sporting-comunica-sa-pinto-como-director--cmvm" target="_blank">Sá</a> sempre o encarou, na primeira oportunidade livrou-se dele, vendo-se, também, finalmente, livre de quem no balneário teria autoridade para o questionar, fruto dos anos em que foram colegas de equipa e de selecção.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3155 alignleft" style="margin-top: 5px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/ricardo-sa-pinto2.jpg" alt="Sá Pinto" align="left" title="Sá Pinto, o novo pensador do futebol leonino" />Mas, o portuense, um dos eternos amores do principal foco de guerrilha a Paulo Bento &#8211; a claque Juve Leo &#8211; a partir daí foi trilhando o seu próprio caminho&#8230; trabalhando, estudando e preparando-se para o futuro. Agora que Bento se foi, e com ele levou o anterior director desportivo, Pedro Barbosa, a escolha recaiu no antigo amor da Curva. Ele, que vai desempenhar o cargo de outra forma, ele que é, diametralmente, o oposto de Barbosa. Mesmo em campo o eram. Se um passeava a sua classe com indolência, num verdadeiro laissez passer, o outro era fervor, picardia, todo ele emoção.</p>
<p>E talvez seja isso que <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-sporting/academica-sporting-villas-boas-maisfutebol/1102768-4929.html" target="_blank">Bettencourt</a> pretende com esta escolha. Não afastar ainda mais o clube dos seus adeptos&#8230; fazer o que Vieira fez no Benfica, quando escolheu um Rui Costa, sem qualquer experiência, para um cargo semelhante!</p>
<p>Com esta medida, procura apaziguar os ânimos. Que os focos de insurreição, que por estes dias, agitaram Alvalade se removam e os contestatários lembrem-se que aquele que assobiavam e apodavam de incompetente foi substituído por alguém que reputam de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/sporting-sa-pinto-director-bettencourt-cmvm/1102668-1457.html" target="_blank">sportinguista</a>, mesmo não o sendo. Além disso, tal tarefa não se afigura simples. O Sporting não tem dinheiro para investir em contratações, um dos problemas com que Barbosa se deparou e que, inelutavelmente, se manterá.</p>
<p>Ademais, quer se queira quer não, o prestígio internacional que o antigo jogador leonino possui poderá não lhe permitir atingir onde outros, em outros clubes, chegam&#8230; não terá o pedigree de um Vítor Baía ou de Rui Costa, o que poderá acarretar alguns insucessos que carecerão de explicação. Mas a verdade é que o Sporting muda, abissalmente, as suas directrizes. Cede à paixão e ao coração, e onde antes havia low-profile existirá agora uma terrível vertigem de querer resolver tudo. Sá Pinto é endemicamente, desse modo, e jamais mudará. Terá êxito??</p>
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		<title>É hora de decisões no universo leonino</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting CP]]></category>

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		<description><![CDATA[O universo do SCP anda abalado e em estado de sítio, e o motivo não é para menos. Todas as decisões que se avizinham para a gestão do futebol do Sporting são de extrema importância e marcarão todo o mandato de José Eduardo Bettencourt.
Pergunto-me se os terroristas que o presidente do SCP quer expulsar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O universo do <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408953" target="_blank">SCP</a> anda abalado e em estado de sítio, e o motivo não é para menos. Todas as decisões que se avizinham para a gestão do futebol do Sporting são de extrema importância e marcarão todo o mandato de <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408830" target="_blank">José Eduardo Bettencourt</a>.</p>
<p>Pergunto-me se os terroristas que o presidente do SCP quer expulsar de sócios do clube têm a real expressão que o presidente leonino lhes estará a dar, e se será este o momento certo para tratar deste assunto. Farão assim tanta mossa ao clube lisboeta? Também me parece que todos sócios e adeptos têm total direito de opinar sobre o actual estado do clube e de mostrar o seu desagrado. Ao referir-se aos &#8220;terroristas&#8221;, Bettencourt não deveria falar por meias palavras, nomeadamente quando sabe quem os financia&#8230;</p>
<p>Quanto à demissão dos corpos directivos da Sporting SAD, responsáveis pela gestão do futebol dos <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/paulo-bento-bento-sporting-varela-hugo-viana-angulo/1102009-1457.html" target="_blank">leões</a>, é para mim totalmente benéfica. Esse benefício traduz-se na responsabilização do actual momento da equipa de futebol e, também, pela ausência de um projecto que faça com que os sócios e adeptos leoninos acreditem no futuro desta equipa. Além disso, permitiram que um trabalho de quase 4 anos de um técnico da casa fosse em 4 meses praticamente deitado por terra. Concordo contudo que a falta de resultados tornava a continuidade de Paulo Bento muito difícil, e a sua demissão foi provavelmente a melhor decisão para o futuro do <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1409088" target="_blank">Sporting</a>, no momento actual.</p>
<p>Agora, os rumores da imprensa apontam Carlos Freitas para SAD do Sporting. Será que o Sporting não aprende nada com os erros do passado?  Esse senhor é responsável pela maior parte das contratações falhadas dos verdes e brancos nos últimos 10 anos! Dizem que tem grande conhecimento de mercado? A verdade é que, arrisco-me a dizê-lo, se me pagassem para tal seria capaz de me sair melhor nas mesmas funções!</p>
<p><img class="attachment wp-att-3142 alignleft" style="margin-top: 6px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/rio-ave-sporting-veloso.jpg" alt="Miguel Veloso" width="300" height="210" align="left" title="É hora de decisões no universo leonino" />Vira o disco e toca o mesmo. Parece-me que na esfera dos notáveis do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/liedson-sporting-bettencourt-paulo-bento-bettencourt-maisfutebol/1101988-1457.html" target="_blank">Sporting</a>, como em todos os clubes de topo do futebol nacional, só existem certas pessoas que podem tomar conta do futebol. Será que estes estão sobre influência de uma espécie de ditadura disfarçada? Ou estarão os bancos, a quem, nomeadamente, Sporting deve o dim-dim, a mandar nos dirigentes e nomeando quem lhes interessa para determinados cargos da estrutura de futebol do clube? O é que o Dr. Luís Duque fez para ser <em>persona non grata</em> para estes dirigentes? Competência não lhe faltou quando esteve no cargo. Mas esquecem-se que agora nem o segundo lugar dá acesso a uns milhões que permita pagar a mediocridade de resultados de Carlos Freitas no cargo de administrador da SAD do Sporting (há duas épocas pagaram cerca de 80 mil euros de prémio por atingir o segundo lugar). A <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408823" target="_blank">director técnico</a>, concordo que seja um antigo capitão carismático, como Sá Pinto ou Oceano, entre outros.</p>
<p>É preciso atitude, motivação e ambição para o futuro&#8230; e <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/adeptos-sporting-rio-ave-bettencourt-futebol/1101717-1457.html" target="_blank">Forever</a> no futebol português equivale a 4 meses, seja no Sporting, no Benfica, ou no Carcavelinhos!</p>
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		<title>Liga Sagres: Marítimo 1&#215;0 Porto &#8211; Campeão sem identidade</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 10:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há volta a dar. O campeão nacional não se encontra ao nível demolidor que patenteou nas pretéritas épocas! A derrota de hoje, na Madeira, apenas comprova esse facto, mas não nos leva a concluir o mesmo, pois tal já vem decorrendo destas dez jornadas do campeonato e de uma forma inequívoca!
Tal facto decorre das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há volta a dar. O <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/maritimo-fc-porto-destaques-fc-porto-baba-falcao/1101688-1304.html" target="_blank">campeão nacional</a> não se encontra ao nível demolidor que patenteou nas pretéritas épocas! A derrota de hoje, na <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408941" target="_blank">Madeira</a>, apenas comprova esse facto, mas não nos leva a concluir o mesmo, pois tal já vem decorrendo destas dez jornadas do campeonato e de uma forma inequívoca!</p>
<p>Tal facto decorre das alterações que o onze azul e branco sofreu durante o defeso e que agora se vêm manifestando de forma eloquente. Assim, comecemos por generalidades&#8230; este plantel portista é o pior dos últimos quatro anos; a qualidade individual dos elementos que foram entrando para compensar as saídas dos jogadores transaccionados são incapazes de suprir a qualidade dos mesmos. E mesmo os backups que se encontram no plantel são de valor impróprio para quem tem qualquer tipo de ambição. Sapunaru ou Guarín são exemplos absolutos desta petição!</p>
<p><img class="attachment wp-att-3120 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/maritimo-porto-alonso.jpg" alt="Marítimo - Porto" width="300" height="206" align="left" title="Liga Sagres: Marítimo 1x0 Porto   Campeão sem identidade" />Tacticamente falando, este <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408949" target="_blank">Porto</a> mantém o 4-3-3 da época passada. Todavia, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/maritimo-fc-porto-jesualdo-ferreira-fc-porto-jornada-10-maisfutebol/1101700-1304.html" target="_blank">Jesualdo</a> olvida o que foi a virtude do sistema na zona intermédia em épocas anteriores: a facilidade e concomitante rapidez de circulação da bola, o que possibilitava inúmeros desequilíbrios. Todavia, Lucho partiu e Belluschi, apesar de bom jogador, não permite que o jogo portista tenha a mesma tranquilidade, sendo que, apesar, de dar acutilância e picardia ao jogo ofensivo, não lhe dá segurança, não lhe dá tranquilidade, não consegue fazer rodar a bola&#8230; logo, não dá à equipa o que Lucho lhe proporcionava! Ademais, e tendo Jesualdo percepcionado esse facto, inventou <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/maritimo-fc-porto-guarin-fc-porto-liga-maisfutebol/1101706-1304.html" target="_blank">Guarín</a>&#8230; um tremendo erro, já que o colombiano é um trinco e dos puros&#8230; não é um barómetro do meio campo, mas um atleta impetuoso que sendo útil em pugnas musculadas, não permite à equipa assumir uma postura de controlo e de domínio na área medular do campo! A acrescer a débil forma física de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/maritimo-raul-meireles-liga-fc-porto-porto-reportagem/1101689-1304.html" target="_blank">Raul Meireles</a>, que não possibilita aos portistas ter pulmão para dominar o jogo, para gerir ritmos, para chegar à frente para, rematar.</p>
<p>Na parte avançada, como carpe as mágoas o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/maritimo-fc-porto-cronica-jornada-10-liga-maisfutebol/1101686-1304.html" target="_blank">Dragão</a> pela partida de Lisandro. <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/maritimo-fc-porto-falcao-liga-jornada-10-maisfutebol/1101703-1304.html" target="_blank">Falcao</a>, apesar de ultimamente ter decrescido de produção e Farias, que apesar dos golos não se consegue assumir como imprescindível, são as únicas opções para atacar as defesas contrárias. Mas com o problema de serem demasiado iguais, homens de área, que jogam em cunha entre os centrais dando-se às marcações. Com um meio campo estático, como já foi demonstrado, e com um homem golo sem se deslocar para abrir espaços, o jogo portista torna-se dotado de uma absoluta previsibilidade.</p>
<p>E já que falamos em previsibilidade, chegou-se o momento de referir Hulk. Sozinho contra o mundo, pega na bola e enfrenta um, dois, três adversários&#8230; no desespero da solidão, a esterilidade de abandonado nada resolver&#8230; e a chamada ao escrete parece que funcionou como afectação e não motivação! Mas do outro lado o que resta? Um Rodriguez desinspirado, totalmente fora de forma, e que tarda a demonstrar os índices da época anterior ou um Mariano, ridiculamente inconsequente, correndo correndo e nada de útil produzindo!</p>
<p>A juntar a todos estes factores, uma impressionante carência psicológica&#8230; uma incapacidade gritante de chamar o coração para resolucionar o que a arte não consegue. Um <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/31853-fc-porto-volta-perder-pontos-em-derrota-com-o-maritimo-0-1" target="_blank">campeão</a> pleno de dúvidas existenciais e que caiu na Madeira sem, sequer, estrebuchar&#8230;</p>
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		<title>Liga dos Campeões: Apoel 0&#215;1 Porto &#8211; A caminho dos oitavos&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga dos Campeões 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[Não fosse o brilhante tento de Falcao quando o relógio batia nos 84 minutos, e muito provavelmente esta análise estaria a inciar-se num tom menos positivo. Contudo, o brilhante tiro do colombiano premiou um Porto que hoje]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não fosse o brilhante tento de <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408180" target="_blank">Falcao</a> quando o relógio batia nos 84 minutos, e muito provavelmente esta análise estaria a inciar-se num tom menos positivo. Contudo, o belíssimo tiro do colombiano premiou um Porto que hoje se apresentou no Chipre com muito músculo, um meio-campo extremamente organizado mas a quem faltou quase sempre um último passe de qualidade.</p>
<p><a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/jesualdo-jesualdo-ferreira-fc-porto-porto-champions-apoel/1100490-4062.html" target="_blank">Jesualdo</a> antevia um confronto de grande sofrimento. E não se enganava, o experiente técnico luso. Aliás, este momento assemelhava-se a muitos outros na história do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-porto-falcao-chipre-chapions-apoel/1100485-4930.html" target="_blank">Porto</a> nesta Liga dos Campeões: um adversário mais fraco, mas nem tanto acessível, um ambiente frenético nas bancadas e um futebol de luta do primeiro ao último minuto. E no Chipre foi precisamente esse o Apoel que se apresentou, uma equipa muito diferente da tenra formação que veio ao dragão tentar não perder, mas à qual pareceu sempre evidente uma importante falta de experiência na mais alta competição internacional de clubes.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3047 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/apoel-porto-hulk.jpg" alt="Hulk" width="300" height="200" align="left" title="Liga dos Campeões: Apoel 0x1 Porto   A caminho dos oitavos..." />Tacticamente, Jesualdo optava por <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/guarin-guarin-fc-porto-porto-apoel-champions/1100491-4062.html" target="_blank">Guarín</a> a resguardar o miolo lado a lado com Meireles, tendo como pivot defensivo Fernando nas suas costas. Este é aliás um dilema que o treinador portista tem vivido desde o início da temporada, pouca é a apetência do albiceleste Belluschi para se incorporar nas tarefas mais defensivas, especialmente quando o adversário apresenta um futebol mais combativo. E a escolha foi acertada, tal como aliás havia sido em Stamford Bridge. O colombiano é um médio todo o terreno, apresentando no entanto uma dinâmica pouco habitual para alguém que &#8220;destrói&#8221; com tanta qualidade &#8211; isto porque Freddy Guarín também sabe sair a jogar, e muito bem, faltando-lhe naturalmente a capacidade para decidir junto da área contrária, algo que foi visível ao longo dos 90 minutos. Guarín e Meireles formaram um duo de grande força, subindo à vez, mas defendendo em bloco sempre que possível, sendo portanto 2 dos homens chave deste triunfo <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/31080-fc-porto-vence-em-apoel-e-esta-nos-oitavos" target="_blank">portista</a>.</p>
<p>Na ausência de Mariano, o ainda em baixo de forma Rodriguez entrava para o onze e emparelhava com Hulk nas alas ofensivas da equipa, numa tentativa de trazer objectividade e velocidade ao ataque portista. Algo que contudo não sucedeu da forma que se poderia prever, já que ambos foram responsáveis pela maioria das bolas perdidas em meio-campo contrário. A certo ponto, era Falcao quem se deslocava ao meio-campo para buscar jogo ao ataque. Os cipriotas pouco mais fizeram do que jogar ao sabor do que o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408183" target="_blank">Porto</a> lhes permitia, tentando aproveitar qualquer perda de bola ou alívio menos acertado, algo que especialmente os laterais Alvaro Pereira e Sapunaru por vezes permitiram. Contudo, foi apenas possível ver um lance de real perigo vindo dos mediterrânicos &#8211; um remate de meia distância do avançado Mirosavljevic, ao qual Helton respondeu com uma estirada monumental.</p>
<p>Apesar de tudo, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-porto-falcao-chipre-chapions-apoel/1100485-1304.html" target="_blank">Hulk</a> foi o criador da maioria das ofensivas portistas, sendo no entanto uma sombra de si próprio &#8211; algo que já vem sendo recorrente nas últimas partidas. O brasileiro teima em decidir individualmente, e quando joga para a equipa fá-lo sem o melhor timing. Teve nos pés um golo fácil depois de uma abertura no limite do fora-de-jogo, mas de forma muito infeliz entregou a bola ao guardião Chiotis. Já no segundo tempo, e talvez no seu melhor lance, serviu o recém-entrado Farias para um golo que esteve muitíssimo perto. E seria mesmo o goleador argentino a construir o momento chave deste encontro, quando poucos já acreditariam na vitória. El Tecla contornou um defesa e entregou para <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/falcao-fc-porto-porto-apoel/1100488-4062.html" target="_blank">Radamel Falcao</a>, que ainda fora da área e muito ao seu jeito deixou a bola fugir ligeiramente para a sua direita para então disferir um remate cruzado que apenas terminou no fundo das redes cipriotas.</p>
<p>Com a empate do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/chelsea-at-madrid-simao-quique-flores-champions-maisfutebol/1100493-1304.html" target="_blank">Chelsea</a> na capital espanhola &#8211; ingleses que estiveram a ganhar &#8211; o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-liga-dos-campeoes-premios-receitas/1100566-1304.html" target="_blank">Porto</a> cumpriu a sua missão de forma irrepreensível, e coloca-se <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sobe/fc-porto-apoel-sobe-liga-dos-campeoes/1100650-1497.html" target="_blank">entre os melhores 16 da Europa</a> quando faltam ainda disputar duas jornadas nesta fase de grupos. Brilhante, o dragão!</p>
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		<title>Sporting: Um momento péssimo&#8230; várias razões!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting CP]]></category>

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		<description><![CDATA[O mau momento do Sporting deriva de várias razões que merecem ser escalpelizadas ao pormenor e que todas juntas conduzem a um total descontrolo quer em matérias de decisões e acima de tudo, como]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mau momento do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/sporting-bettencourt-barbosa-paulo-bento-maisfutebol/1100100-1457.html" target="_blank">Sporting</a> deriva de várias razões que merecem ser escalpelizadas ao pormenor e que todas juntas conduzem a um total descontrolo quer em matérias de decisões e acima de tudo, como tentarei demonstrar, por falta de política desportiva consentânea com os pergaminhos da instituição.</p>
<p>Assim, o principal motivo, para mim, centra-se na completa ausência de conhecimentos futebolísticos dos seus responsáveis directivos (a ultima pessoa que esteve na SAD do SCP que percebia de futebol foi o Dr. Luis Duque).</p>
<p>Para se rentabilizar um clube de futebol com a grandeza do <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/30870-sporting-o-titanic-do-autismo-tem-mais-25-dias-evitar-o-naufragio" target="_blank">Sporting</a> é necessário alcançar resultados desportivos (algo que estes senhores que mandam no <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/sporting-treino-maritimo/1100029-1457.html" target="_blank">Sporting</a> não se preocupam, porque o importante é controlar o passivo). Estrategicamente existem, deste modo, duas formas de abordar o problema:</p>
<p>1º &#8211; Investir numa equipa de qualidade mantendo uma base de formação.  Poderá traduzir-se num endividamento inicial  mas a possibilidade de retorno financeiro é  elevada com o alcançar de objectivos (venda de jogadores, receitas,  presença em provas europeias, etc.)</p>
<p>2º &#8211; Equipa para alcançar resultados em dois, três anos (médio prazo). Os sócios e adeptos entendiam porque se explicada a estratégia, esperança, fé e paciência não há-de faltar aos sportinguistas. Não havendo possibilidade de reforçar com qualidade, fazer uma equipa com uma base muito forte de formação e reforços de idade baixa a preços não muito altos resultantes de prospecção para construção de uma equipa, onde os resultados viriam à posteriori.</p>
<p>O que se faz no Sporting há bastantes anos é premiar a mediocridade, porque atribuir prémios de milhares de euros quando se alcança segundo lugar é insultuoso para os adeptos e sócios do SCP.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3020 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/sporting-maritimo-matias.jpg" alt="Sporting - Maritimo" width="300" height="209" align="left" title="Sporting: Um momento péssimo... várias razões!" />A estratégia do <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/moutinho-sporting-maritimo-paulo-bento-maisfutebol/1099969-1457.html" target="_blank">Sporting</a> de equilibrar o plantel com refugo de mercado e tentar lançar alguns jovens, traduz-se numa equipa incompetente do ponto de vista técnico, táctico e mental. A elevada qualidade de alguns jogadores do SCP dissipa-se nesta amalgama de jogadores onde se lança o refugo (de baixa qualidade) para se tentar rentabilizar alguns trocados em vez de uma cantera motivada. Tiuí, Pedro Silva, Postiga, Caicedo, Grimi, Romagnoli, Rochemback (na segunda passagem por Alvalade), Gladstone, Alecsandro, entre tantos outros são exemplos desta política de contratações que servem claramente os interesses de certos empresários.  Estes dirigentes leoninos não passam de uns charlatões, que fazem negócios ruinosos para o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407867" target="_blank">Sporting</a> como é o flagrante caso do lateral esquerdo Grimi, que para um clube em falência técnica custou a módica quantia de quatro milhões de euros (Rui Jorge que falta fazes).</p>
<p>Nunca se conseguiu encontrar um parceiro que complementasse o grande Liedson, algo que seria para mim uma questão central na constituição de um plantel.</p>
<p>Que gente é esta que pensa o futebol do <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407981" target="_blank">Sporting</a>, onde a prospecção sénior é praticamente inexistente? E as fantásticas contratações para a formação&#8230; Não vi um proclamado estrangeiro, que chegam rotulados de craques para a formação, atingir o plantel sénior. Mas levanta-se a questão do treinador. Será ele o culpado? Já falhou imenso mas é o preço de se formar também um treinador. A insistência em Polga a titular, o número de livres que o Ronny marcou há duas épocas &#8211; e toda a gente sabia o resultado destes &#8211; jogar sem extremos e com avançados móveis &#8211; comprando-se o Purovic &#8211; a rigidez táctica, entre tantos outros erros. Mas parece-me mais uma vitima que um réu desta incompetência geral que gere o futebol leonino mas, apesar de tudo, também tendo culpas no cartório.</p>
<p>Estes brilhantes gestores com enorme reputação na banca, que se escondem no seu elitismo, que geriram e gerem o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407797" target="_blank">SCP</a> (onde Bettencourt é sem duvida o menos culpado) são responsáveis pela ausência de fé e paciência dos sócios e adeptos leoninos. Para os sportinguistas perderem a fé é necessária muita asneira, muita mesmo. Mas nunca se esqueçam que o Sporting é demasiado grande e importante para servir determinados interesses.</p>
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		<title>Liga Sagres: Sp. Braga 2&#215;0 Benfica &#8211; Não há duas sem três&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 15:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Devesas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>
		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o apito final na “Pedreira”, foi evidente de parte a parte: quem viu o tão aguardado defronto dos primeiros, não saiu em nada defraudado. Estivemos perante um jogo que em tudo correspondeu às]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o apito final na &#8220;Pedreira&#8221;, foi evidente de parte a parte: quem viu o tão aguardado defronto dos primeiros, não saiu em nada defraudado. Estivemos perante um jogo que em tudo correspondeu às expectativas, pleno de emoção &#8211; dentro e fora do relvado &#8211; e com uma ideia que começa a ganhar contornos cada vez mais concretos: será mesmo este Braga um sério candidato ao título?</p>
<p>Se não é mentira que há uns anos para cá o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407735" target="_blank">Braga</a> apresenta uma consistência ímpar na qualidade do seu plantel, não é menos verdade que confesso que fiquei com a séria ideia que Jorge Jesus e os seus pupilos não estariam à espera de tal arranque do jogo por parte dos <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1099835&amp;div_id=1497&amp;psec_id=46" target="_blank">arsenalistas</a> que dominaram por completo os 10 minutos iniciais. Um domínio que culminou aos 7&#8242; minutos com um golaço de bandeja de um artista que não há muito tempo era visto como o próximo Rui Costa e que parecia ter desaparecido para o futebol: <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1099829&amp;div_id=1456&amp;psec_id=46" target="_blank">Hugo Viana</a>, dono de mais uma exibição de grande nível. Por outro lado, sem César Peixoto e com Shaffer à procura da melhor forma após lesão, Jorge Jesus voltou a insistir na aposta de Fábio Coentrão para a lateral esquerda. Se no jogo com o Nacional esta opção foi largamente elogiada, desta feita Coentrão sentiu grandes dificuldades em travar os arcebispos, muito também pelo instinto atacante de Di Maria que logo após o 1&#215;0 teve de se ausentar muito mais do flanco esquerdo.</p>
<p><img class="attachment wp-att-3009 alignleft" style="margin-top: 2px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/11/braga-benfica-paulo-cesar.jpg" alt="Braga - Benfica" width="300" height="210" align="left" title="Liga Sagres: Sp. Braga 2x0 Benfica   Não há duas sem três..." />Início fulgurante do Braga que o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1099826&amp;div_id=1456&amp;psec_id=46" target="_blank">Benfica</a> logo tratou de temperar com variados assaltos à baliza de Eduardo, que mais uma vez voltou a mostrar boa forma, o que é de louvar numa altura em que Portugal está a 180 minutos do Mundial em terras africanas. Um momento ao qual a excelente linha defensiva do Braga não pode ficar arredada, tal foi a forma como novamente demonstraram enorme eficácia em travar o melhor ataque da prova que pela primeira vez ficou em branco na Liga Sagres. Verdade é que mesmo depois de um intervalo quezilento a verdade é que com mais 45 minutos e ambas as equipas com menos 1 jogador, foi claramente o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.html?id=1099825&amp;div_id=1456&amp;psec_id=46" target="_blank">Benfica</a> que ficou mais a perder pois ficava sem Cardozo, e assim o Braga via a sua tarefa bem mais facilitada. Não obstante as substituições acertadas feitas por Jorge Jesus, que sentiu e bem a derrota cada vez mais perto, a verdade é que com uma defesa sempre muito sólida e uma dose de azar dos Lisboetas o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407736" target="_blank">Braga</a> chegou mesmo ao segundo golo, sentenciando a partida com o Benfica já a pensar na próxima partida em Liverpool ante o Everton.</p>
<p>Em suma, a verdade é que o Braga tem revelado um futebol a todos os níveis brilhante, mas que de certa forma advém também de uma eliminação extremamente precoce da Europa, algo que libertou a equipa para uma concentração máxima dentro de portas. Mais uma vez, o estádio AXA voltou a acolher um grande espectáculo que contou com duas equipas de filosofias de ataque, de espectáculo e sobretudo de entrega e garra que não deixou nenhum adepto &#8211; vencedor ou vencido &#8211; indiferente. O <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/30667-braga-vence-benfica-tres-pontos-dois-golos-e-um-1-lugar" target="_blank">Benfica</a> por outro lado, perde a oportunidade de se descolar da concorrência na liderança mas ganha uma oportunidade de serenar os ânimos e alinhar as tropas para um duro embate em terras britânicas na próxima quinta-feira.</p>
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		<title>Liga Sagres: Porto 1&#215;1 Belenenses &#8211; Sem inspiração no dragão&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 23:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[Será possível tanta ineficácia? Será normal deixar a partida correr por tanto tempo, para depois tentar resolver o jogo na última meia-hora? É assim este Porto actual, um misto de má forma de alguns dos seus jogadores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será possível tanta ineficácia? Será normal deixar a partida correr por tanto tempo, para depois tentar resolver o jogo na última meia-hora? É assim este Porto actual, um misto de má forma de alguns dos seus jogadores basilares com a preocupação que se apodera de muitos dos atletas na véspera de uma partida europeia, como que querendo &#8220;resguardar-se&#8221; física e mentalmente.</p>
<p>Pois bem, este era o jogo em que a perda de pontos era um cenário inaceitável. Não apenas pela diferença de qualidade entre plantéis, mas especialmente pela importância de a equipa portista se anexar ao lote da frente na tabela classificativa, ficando calmamente a esperar pelo Braga x Benfica de amanhã. Este <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/30559-fc-porto---belenenses-siga-e-comente-aqui" target="_blank">Porto</a> não foi capaz, e não apenas menosprezou o adversário como foi também inoperante quando a partida estava na sua mão. Se frente aos estudantes a vitória acabou por surgir nos minutos finais, este Belenenses conseguiu ser mais maduro, e especialmente agradeceu a Falcao e companhia o festival de golos perdidos.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2995 alignleft" style="margin-top:3px;margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/10/porto-belenenses-hulk.jpg" alt="Hulk" width="300" height="194" align="left" title="Liga Sagres: Porto 1x1 Belenenses   Sem inspiração no dragão..." />Tacticamente, o Belém vinha ao dragão com o pensamento &#8220;do costume&#8221;. Defender e pouco mais. Contudo, e pela valia de alguns dos seus atletas, cedo foi possível perceber que contra este Porto era possível estender um pouco mais a equipa, aumentando o espaço entre as linhas e colocando alguma pressão sobre a defensiva nortenha. E assim foi; especialmente pelos pés de Fredy e Lima, os azuis do <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407643" target="_blank">Restelo</a> foram capazes de irritar um Porto cujo golo não surgia, na maioria das vezes por culpa própria. O <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407640" target="_blank">Porto</a>, que apresentou como maior novidade o regresso do pensador <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/fc-porto-porto-belenenses-farias-lima-bruno-alves/1099680-4062.html" target="_blank">Belluschi</a> e mantinha Mariano no onze (de volta à ala ofensiva) não foi capaz de acelerar o jogo como tantas vezes o tem feito esta temporada para resolver partidas. O argentino ex-Olympiakos trouxe alguma criatividade ao meio campo e permitiu uma maior dinâmica na zona central, algo contudo insuficiente tal era a inércia do colectivo.</p>
<p>Depois de um intervalo em que foi possível sentir a ansiedade que reinava no Dragão, o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-belenenses-cronica-maisfutebol-futebol-iol/1099684-4930.html" target="_blank">Belenenses</a> entrou de forma matreira e estrategicamente lançou o veloz Lima que isolado desfeiteou Helton. Os portistas viam-se em desvantagem e num autêntico pesadelo, pairando no ar a fraquíssima exibição ante a briosa. Por esta altura, Falcao já estava em campo, ele que havia sido relegado para substituto com a titularidade de Farias, mas a meu ver o grande erro de <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/jesualdo-fc-porto-belenenses-joao-carlos-pereira-jesualdo-ferreira-maisfutebol/1099688-4062.html" target="_blank">Jesualdo Ferreira</a> esteve na remoção de Belluschi (apesar de clara alguma falta de rotina) e o voltar a uma formação orfã de magia e que canalizava absolutamente o seu jogo nas alas, com cruzamentos ora de mariano, ora de Hulk ou Alvaro Pereira. Algo que até teria sido suficiente, não fosse a clara prisão de movimentos de <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407642" target="_blank">Falcao</a> que, em claro mau momento, desperdiçou oportunidades claras para que o Porto garantisse os 3 pontos de forma clara.</p>
<p>O que restou da partida foi um mero chuveirinho, e o golo não apareceu por acaso. Contudo, e a surgir, seria mais uma vitória sem magia, sem entusiasmo, de uma equipa que foi a imagem do seu treinador: amorfo, sem reacção à adversidade, e incapaz de dar o &#8220;clic&#8221; e partir para uma exibição mais conseguida. Fica o registo do primeiro empate concedido em casa pelos campeões nacionais na presente temporada.</p>
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		<title>Liga Sagres: V. Guimarães 1&#215;1 Sporting &#8211; Dois males menores&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 00:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>
		<category><![CDATA[Sporting CP]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrando num 4-3-3 em que Nuno Assis tinha como missão apoiar o tridente ofensivo composto por Targino na direita, Desmarets na esquerda e Douglas ao centro, o Vitória demonstrou a característica que]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma velha canção do mítico Nat King Cole, chamada Ansiedad que poder-se-ia aplicar ao sucedido, hoje em <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/cronica-sporting-v-guimaraes-maisfutebol-futebol-iol/1098842-4062.html" target="_blank">Guimarães</a>&#8230; Efectivamente, quer Vitória, quer Sporting padeceram dessa terrível maleita de idiossincracia e que mina o espírito dos mais resolutos.</p>
<p>Entrando num 4-3-3 em que Nuno Assis tinha como missão apoiar o tridente ofensivo composto por Targino na direita, Desmarets na esquerda e Douglas ao centro, o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1407116" target="_blank">Vitória</a> demonstrou a característica que encima esta crónica, pela sofreguidão imensa que colocou em cada lance. Efectivamente, na primeira meia hora, este jogo parecia que era o último da carreira destes jogadores. Com a tripla supra citada encarregue de municiar Douglas e com liberdade para vaguear no terreno, durante essa altura do jogo, apenas se viu um intenso odor de bom futebol vitoriano&#8230; e não fora a inacreditável decisão de Olegário em fazer clara vista grossa a uma <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/joao-alves-v-guimaraes-sporting-vukcevic-maisfutebol-futebol/1098854-1457.html" target="_blank">penalidade cometida por Vukcevic</a> e a sofreguidão ter-se-ia tornado em preseverança.</p>
<p>De facto, o ritmo acelerado que a equipa D&#8217;el Rei patenteou foi demais para um leão cuja clara ansiedade para fazer as coisas de modo assertivo, o inibiu. Há quem diga que estes momentos de espírito podem dar para ambas as situações, e se ao <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/29977-sporting-permite-empate-nos-descontos-e-ja-esta-10-pontos-do-benfica" target="_blank">Vitória</a> o fez entrar numa louca vertigem em busca do golo, aos leões impediu-os de articular uma jogada digna desse nome. Porém, com o passar do tempo as pilhas foram perdendo voltagem! Era, humanamente impossível, aguentar o ritmo e o jogo passou a estar dividido, não sem antes do intervalo João Alves ter tido o ensejo de facturar&#8230; desperdiçaria em boa posição e a primeira parte findava.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2968 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/10/vitoria-sporting-rui-miguel.jpg" alt="Rui Miguel" width="300" height="204" align="left" title="Liga Sagres: V. Guimarães 1x1 Sporting   Dois males menores..." />Na segunda metade, o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/sporting-v-guimaraes--maisfutebol-destaques-iol-futebol/1098844-1457.html" target="_blank">Sporting</a> cresceu&#8230; Bento fez a substituição habitual tirando o lateral esquerdo Grimi, colocando Pereirinha. Veloso recuou para lateral esquerdo, Moutinho foi para número 6 e o recém-entrado ocupou a posição destra do losango. Melhorou o Sporting, aliás, a subida do bloco defensivo e intermediário deste permitiu uma maior pressão sobre Nuno Assis e, por vezes, João Alves, os organizadores de jogo vitorianos&#8230; que, todavia, pelas alas iam demonstrando poder ganhar o jogo! Seria no entanto de Liedson a mais flagrante oportunidade da segunda metade, e só mesmo um Super Nilson poderia evitar o golo. Paulo Sérgio, no banco, inquietava-se&#8230; tirava Targino e colocava Roberto, para acompanhar uma desilusão chamada Douglas, mas, surpreendentemente, não abandonava o 4-3-3. Na mobilidade de Roberto e na tentativa que Douglas fizesse o mesmo poderia residir a chave do sucesso! E esteve perto&#8230; Roberto, num meio centro meio remate quase faz a bola chegar a Douglas, para abrir o activo&#8230; foi por pouco, uma verdadeira unha negra! Como quem não marca sofre &#8211; velho chavão sempre com hodiernidade &#8211; haveriam os lisboetas de marcar, num lance polémico, em que <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting/sporting-paulo-bento-maisfutebol-futebol-iol-bento/1098855-1457.html" target="_blank">Liedson</a> assiste Matias Fernandez que por milímetros escapa ao fora de jogo!</p>
<p>Pensou-se que seria o canto do cisne vitoriano! Mas, até no plano psicológico, Paulo Sérgio parece ter aura. Introduzindo Jorge Gonçalves e Rui Miguel, num desesperado tudo por tudo, seria o antigo pacense num belo remate a igualar a contenda&#8230; um resultado que premeia a ritmada primeira metade vitoriana cuja equipa parece transfigurada da noite para o dia. Paulo Sérgio tinha razão, dizendo que o campeonato estava a começar, pois, efectivamente, os anteriores jogos comparados com o de hoje pareceram de pré-epoca!</p>
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		<title>Liga Sagres: Porto 3&#215;2 Académica &#8211; Um apático campeão</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 22:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Sagres 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[Certamente que, na cabeça dos campeões nacionais, não passava outra ideia que não a vitória neste duelo com os estudantes. E o estatuto pode de facto vencer partidas, mas quando o favorito pouco mais faz do que se]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente que, na cabeça dos <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1406801" target="_blank">campeões nacionais</a>, não passava outra ideia que não a vitória neste duelo com os estudantes. E o estatuto pode de facto vencer partidas, mas quando o favorito pouco mais faz do que se posicionar no relvado deixando o jogo acontecer, a probabilidade de isso resultar em surpresa é obviamente bastante elevada.</p>
<p>O Porto foi assim mesmo, uma equipa apática, adormecida, desinspirada, cujos seus jogadores durante 1 hora de jogo praticamente não existiram em campo. Passes mal executados, inexistência de processos na construção de jogo e uma total desinspiração de elementos importantes como Raul Meireles, Hulk ou Rodriguez. O cansaço do jogo europeu poderá ser uma justificação, mas apenas em parte, pois a inoperabilidade do motor azul-e-branco foi gritante na maior parte da partida.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2946 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/10/porto-academica-hulk.jpg" alt="Hulk" width="300" height="212" align="left" title="Liga Sagres: Porto 3x2 Académica   Um apático campeão" />Findos os primeiros 45 minutos, o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-porto-academica-futebol-liga-dragao/1098332-4930.html" target="_blank">Porto</a> acumulava 2 remates à partida &#8211; um deles com ligeiro perigo. A postura da equipa era de tal forma passiva que parecia ser complicado a Jesualdo Ferreira levantar o astral dos seus pupilos, e a realidade é que a entrada da equipa para o segundo tempo trouxe pouco de novo, a começar pelos 11 atletas. O jovem treinador <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/reportagem-fc-porto-academica-jesualdo-ferreira-andre-villas-boas-liga/1098334-1304.html" target="_blank">André Villas Boas</a>, ex-pupilo de Mourinho, via abrir-se uma porta na possibilidade de pontuar no dragão, e o futebol apresentado pela briosa foi em tudo contrário à sua posição na tabela classificativa. Uma formação que sabe posicionar-se em campo, sai a jogar com tranquilidade e tem em Sougou e Miguel Pedro dois velozes atacantes que trazem profundidade à equipa.</p>
<p>Contudo, aos 65 minutos, um herói improvável surgia na partida: <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-academica-fc-porto-maisfutebol-futebol-iol/1098331-1304.html" target="_blank">Mariano Gonzalez</a>. O mal amado do universo azul que, diga-se de boa verdade, não consegue apresentar a consistência exibicional que uma equipa de topo exige, foi colocado novamente no miolo do terreno depois do &#8220;falhanço&#8221; táctico na primeira metade do jogo europeu. E apesar da incapacidade em cumprir um lugar de &#8220;pensador&#8221;, uma característica está sempre presente no seu futebol, e ela é a sua interminável garra. E foi precisamente num rasgo de puro esforço que <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/mariano-mariano-gonzalez-fc-porto-reportagem-academica-liga/1098335-1304.html" target="_blank">Mariano</a> abriu a contagem, cabeceando à entrada da área num lance de insistência, quando o defensor de negro julgava ter o lance sob controlo.</p>
<p>E já com Farias em campo, Mariano voltou a ser decisivo, com um cruzamento tenso para o interior da área onde Farias fazia o 2&#215;0. O que os portistas não esperariam era uma reacção adversária, que aconteceu não por uma mas por duas vezes, no 2&#215;1 e no 3&#215;2, quando Farias já havia conseguido o bis. Esta é certamente a lição de que todos os campeões necessitam para estabelecer objectivos e metas. Apesar de ter alcançado os 3 pontos, o Porto poderia facilmente ter sido surpreendido em pleno dragão apenas e só pela apatia do seu futebol. &#8220;Falta maturidade ao Porto&#8221;, indicou Jesualdo Ferreira, o que contudo não é justificável é a falta de empenho e de concentração de toda a equipa. O técnico portista tem falhado na promoção de alguma rotatividade na equipa, e o que é facto é que esta poderia ter sido uma boa partida para conceder a oportunidade a jovens que de certa forma iriam trazer a sua motivação à equipa.</p>
<p>Destaque também para o bom futebol nos pés de alguns estudantes, cujo potencial é claro como a água. A capacidade para potenciar este lote de bons atletas estará agora ao cargo de Villas Boas, que tem em Coimbra uma oportunidade para brilhar na sua estreia como técnico principal.</p>
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		<title>Liga Europa: Benfica 5&#215;0 Everton &#8211; Ode Aos Beatles&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vasco Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Europa 09/10]]></category>
		<category><![CDATA[SL Benfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Beatles, a inolvidável banda que nasceu de onde os toffees provêm, já se podem tranquilizar… num relvado português, perante uma equipa proveniente das margens do Mersey e em cujo relvado, Eusébio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Beatles, a inolvidável banda que nasceu de onde os toffees provêm, já se podem tranquilizar&#8230; num relvado português, perante uma equipa proveniente das margens do Mersey e em cujo relvado, Eusébio e restantes Magriços foram muito felizes, apareceu um quarteto que pode continuar a sublime obra destes.</p>
<p>Efectivamente, <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/benfica/benfica-everton-maisfutebol-di-maria-cardozo-saviola/1097705-1456.html" target="_blank">Aimar, Di Maria, Saviola e Cardozo</a> hoje mascararam-se de quatro super stars, pedindo meças aos verdadeiros <em>fab four</em> que nos idos sixties fizeram o mundo abrir a boca de espanto. Entrando bem no jogo, com uma postura dominadora e adoptando o tradicional 4-1-3-2, com Ruben Amorim no lugar de Maxi, Peixoto em detrimento de Shaffer e a já costumeira alteração na baliza, os encarnados logo aos três minutos por Luisão, na sequência de um canto, rondaram o som do golo. Mas o concerto verdadeiramente dito começaria aos catorze minutos&#8230; centro de Di Maria e golo de Saviola, a recriação beatleniana começava a pairar sobre a Luz, perante um Everton, que, em certo modo, subestimou o jogo, já que Moyes optou por lançar jovens sem qualquer experiência.</p>
<p>Todavia, com Fellaini e Rodwell &#8211; único jovem do Everton com nota positiva &#8211; a segurarem as pontas os Merseysiders sentiram o toque, mas equilibraram-se&#8230; Cahill tentava aparecer na direita e no centro, fazendo Yakubu o mesmo no lado contrário, e Jô procurava partir de uma zona recuada do terreno para apoiar o homem de área. Mas se as intenções existiam, a relidade era que delas nada de prático resultava&#8230; o <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-benfica/benfica-everton-liga-europa-uefa-maisfutebol/1097712-4928.html" target="_blank">Benfica</a>, segurava o jogo, e os instrumentos dos quatro solistas estavam, ainda, em afinação.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2928 alignleft" style="margin-top: 3px; margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/10/benfica-dimaria.jpg" alt="Di Maria" width="300" height="213" align="left" title="Liga Europa: Benfica 5x0 Everton   Ode Aos Beatles..." />Na segunda metade, começou o verdadeiro festival. Um tributo aos Beatles, já que o adversário honra a cidade destes. Em sete minutos, três golos! Fazendo alarde de todos os pergaminhos que têm merecido os mais rasgados elogios, o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1406433" target="_blank">Benfica</a> estrançalhou em sete minutos uma das boas equipas inglesas. Utilizando a tão propalada rapidez de circulação em que a bola gira a uma velocidade supersónica, e uma pressão quase à saída da grande área do Everton, o início da segunda metade entrará para a história como um dos mais inolvidáveis da história europeia da Águia. Com Aimar, o génio inventivo dos <em>Fab Four</em> finalmente solto da apertada marcação de Rodwell a soltar acordes de bom futebol, juntamente com um Saviola que hoje das cinco composições, ajudou a compor quatro, um Di Maria que dedilhou pautas de melodiosas jogadas, ou um Cardozo que encantou por pôr em prática as composições artísticas dos outros, tudo se passou num ápice.</p>
<p>No reatamento um zero&#8230; passados sete minutos já o placard assinalava quatro golos sem resposta, e com todas as qualidades artísticas que se realçam, a aparecerem: inclusive o quarto golo de Luisão surge no aproveitamento de um lance de bola parada, na sequência de um canto! Moyes estava atarantado&#8230; ter subestimado a qualidade artística de tão dignos solistas saía-lhe caro. A entrado de Saha pareceu mais um pungente acto de contrição!</p>
<p>E o Benfica continuava com a sua veia produtiva em alta&#8230; os remates de Cardozo, a bola à barra de Di Maria, as combinações, as tabelinhas, e o cinco a zero chegaria, outra vez por Saviola! O jogo terminaria pouco depois, perante uma equipa da terra dos Beatles, desta feita foram quatro homens de vermelho que fizeram a história. Eram ingleses de Liverpool? Não!Eram três argentinos e um paraguaio que deram um memorável concerto de bom futebol&#8230; e o apuramento ficou mais próximo!</p>
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		<title>Liga dos Campeões: Porto 2&#215;1 Apoel &#8211; Ao ritmo de Hulk</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 21:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Zamith</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FC Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Liga dos Campeões 09/10]]></category>

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		<description><![CDATA[O Porto chegava à terceira jornada da Champions com 3 pontos, sabendo de antemão que este jogo era crucial, tal como o anterior: não apenas porque jogava em casa, mas também porque defrontava uma equipa inferior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/vodafone-porto/fc-porto-cronica-apoel-maisfutebol-champions-hulk/1097438-4930.html" target="_blank">Porto</a> chegava à terceira jornada da Champions com 3 pontos, sabendo de antemão que este jogo era crucial, tal como o anterior: não apenas porque jogava em casa, mas também porque defrontava uma equipa inferior. O que provavelmente não esperaria o universo portista era a partida atípica que foi possível observar, com altos e baixos reveladores, naturalmente, do impacto causado pela pausa para partidas de selecções.</p>
<p>A falta de Belluschi por lesão terá sido o tema mas debatido quer pela imprensa quer pelos adeptos portistas na véspera da partida. E essa preocupação mostrou ter a sua razão de ser desde o primeiro instante da partida, já que a falta do 10 argentino foi algo que a equipa portista transpareceu desde que a primeira transição ofensiva do jogo. Na realidade, cabe imputar a Jesualdo a responsabilidade pela grave e deficiente organização no miolo do campeão nacional. A opção por Mariano foi descabida, e não obstante o espírito batalhador do internacional argentino, a sua colocação como interior direito é algo que o técnico português já havia testado anteriormente e sem resultados de relevo. Juntando a isso a estranha inconsistência no futebol actual de Raul Meireles, este <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-cronica-apoel-maisfutebol-champions-hulk/1097438-1304.html" target="_blank">Porto</a> deixava a desejar na hora da construção.</p>
<p><img class="attachment wp-att-2886 alignleft" style="margin-right: 10px;" src="http://www.jogodearea.com/wp-content/uploads/2009/10/porto-apoel-hulk.jpg" alt="Hulk" width="300" height="196" align="left" title="Liga dos Campeões: Porto 2x1 Apoel   Ao ritmo de Hulk" />Não é apenas fixação. Os primeiros 45 minutos denotaram um Porto que apenas funcionou ofensivamente quando o trio ofensivo recuou para buscar jogo. Foi assim que surgiu o <a href="http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1406238" target="_blank">golo de Hulk</a> &#8211; em associação ao erro grave da defensiva cipriota &#8211; e foram assim a maioria dos lances de perigo dos azuis-e-brancos, com especial destaque para um irrequieto e incisivo Cristian Rodriguez. Antes desse golo, e para surpresa dos milhares de espectadores presentes esta noite no dragão, seria mesmo o Apoel a abrir o marcador num lance dividido junto a Helton, sendo depois Alvaro Pereira a colocar o esférico na sua própria baliza. O Porto via-se a perder por culpa própria, por permitir a uma equipa de nível inferior um agigantamento claro, pecando pela falta de pressão dos seus elementos mais recuados quando a equipa cipriota definia o seu futebol ofensivo. Aliás, essa falta de pressão foi uma evidência durante toda a primeira parte, algo que a espaços revelou um Apoel desinibido, bem distribuído no terreno de jogo e com capacidade para incomodar os portistas. Quando já se ouviam ligeiros assobios na cidade do Porto, Falcao aproveitou de forma sublime um deficiente passe atrasado de um médio cipriota contornando depois um defesa e servindo <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/fc-porto-porto-hulk-fernando-fucile-rodriguez/1097436-4062.html" target="_blank">Hulk</a> que finalizou sem dificuldade. Um golo crucial para as ambições portistas na prova.</p>
<p>Se o primeiro tempo havia começado mal e terminado em crescendo, o segundo tempo acabou por ser uma antítese a esse nível. Uma entrada de rompante, um penalty e mais um golo de Hulk, e um meio-campo que agora via Rodriguez a construir e relegava um &#8211; sem surpresa &#8211; nada brilhante Mariano para uma das alas ofensivas. Nesta altura vimos um Porto que poderia &#8211; e deveria, não fosse um surpreendente falhanço de Falcao à boca da baliza &#8211; ter acabado com o jogo ao marcar o terceiro tento. Hulk esmagava a defensiva contrária, e quer individualmente quer em tabelinhas gerava o pânico numa defensiva que contava com o luso Nuno Morais, autor de uma exibição positiva. O golo, no entanto, não surgiu.</p>
<p>Com o passar do tempo, o Porto começou a denotar alguma ansiedade e o cansaço de alguns dos seus elementos permitiu ao jogo repartir-se, criando a espaços um buraco no meio campo. Valeu a portistas a ainda mais evidente falta de forças dos seus oponentes que só por um par de vezes foram capazes de se organizar e levar a bola à área contrária com algum perigo. A expulsão do elo mais fraco Mariano não veio ajudar, mas os últimos minutos trouxeram um Porto que foi capaz de segurar a bola, trocá-la entre si e fechar a terceira ronda da melhor forma possível: com uma <a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/fcporto/fc-porto-cronica-apoel-maisfutebol-champions-hulk/1097438-1304.html" target="_blank">vitória</a>, que se torna ainda mais saborosa somada ao triunfo do Chelsea por 4&#215;0 em Stamford Bridge.</p>
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