Análise: Arsenal 4×0 FC Porto

“Apenas perdemos 3 pontos”. Foram estas as palavras de um técnico medíocre, pequenino, e que nem no momento da humilhação foi capaz de transmitir alguma dignidade a um clube tão grande como o Porto. Foram 90 minutos de desespero, de uma equipa que se resumiu ao esforço de dois ou três atletas, e que numa única palavra foi “engolida” por um Arsenal que se exibiu de forma imperial.

Esta foi definitivamente uma partida atípica. Um jogo de 8 ou 80. E o Porto até poderia ter feito história no Emirates Stadium, quando em menos de 30 minutos teve três oportunidades claras de golo. É isso aliás que distingue os muito bons dos vencedores, e o Porto poderá queixar-se até da sorte em alguns dos lances, mas o que é facto é que em alta competição três oportunidades são mais do que suficientes para concretizar. Incontestável. Como diz o ditado, “quem não marca sofre”, e foram apenas precisos 4 minutos para que o Arsenal inaugurasse o marcador, isto depois de uma bola salva em cima da linha por Clichy, a remate à queima-roupa do inevitável Lisandro – dos poucos que lutou nesta partida inglória.

Análise: Arsenal 4x0 FC PortoContudo, este jogo não começou no punhado de oportunidades desperdiçadas, mas sim no onze escalado por Jesualdo, e na filosofia de jogo traçada pelo treinador portista. Quanta pequenez de mentalidade! Para não fugir do habitual, Jesualdo Ferreira demonstrou ao adversário que este poderia pegar no jogo e controlá-lo ao seu bom estilo – haverá pior do que Arsenal neste aspecto? – ao colocar em campo uma equipa retraída e desprovida de magia. Lucho ficava no banco, Guarin, Meireles e Fernando eram 3 médios de características defensivas, e até Tomás Costa (um médio de maior propensão defensiva) era colocado como falso extremo direito, numa posição que apesar de ingrata para o alvi-celeste o permitiu fazer uma excelente exibição – o melhor portista em campo, juntamente com Lisandro Lopez. Outro erro – evidente desde início, e que a equipa técnica portista nunca foi capaz de resolver – foi o lado esquerdo defensivo da sua defesa, onde Benitez não só foi mal acompanhado, como nunca deu conta do recado. O argentino terá feito uma das piores exibições individuais de que tenho memória em provas europeias, em partidas do FC Porto, e não me refugio na possível falta de adaptação ao clube e ao futebol português, pois foram 90 minutos de uma inoperância gritante. Perante Walcott ou Van Persie não foi sequer capaz de recorrer à falta (?!), pois limitava-se a recuar perante o adversário até este aumentar a velocidade e o ultrapassar para depois fazer frente a uma defensiva em apuro.

Depois do primeiro golo, a equipa desmoronou-se, e o segundo apareceu 10 minutos mais tarde, num cabeceamento fantástico de Adebayor a cruzamento de Van Persie. Não me canso de referir que, na noite de hoje, poucas ou nenhuma equipa sairia de Arsenal com um resultado positivo, mas a realidade é que o brio e a dignidade são ainda um aspecto fundamental numa prova desportiva, e foi algo que poucos elementos portistas tiveram em mente na partida de hoje. Foi fácil perder para a maioria deles, e depois de uma derrota copiosa viajarão para casa com o pensamento já no dia seguinte, no próximo jogo, quiçá no volumoso ordenado que auferem. Insuficiente, contudo, algo que apenas significará a perda da tal mística que o dragão tanto cultivou nos últimos 20, 30 anos. A tal mística que será fundamental em qualquer conquista europeia – independentemente da qualidade individual de cada atleta, independentemente do orçamento milionário que esteja disponível ano após ano. A segunda parte trouxe um Porto ainda mais enterrado no seu próprio drama (seria possível pior?), uma equipa a roçar o amador em termos estruturais. Aquele que momentaneamente ligasse o televisor por esta altura, diria certamente que se tratava de uma partida da Taça onde a diferença entre as duas formações é de tal forma distinta que nem os duas filosofias de jogo se encaixam, resultando em oportunidades de golo flagrantes, e muitos, muitos golos. Recordam-se do 4×0 em Manchester, a contar para a edição 96-97 da Champions League? Pois bem, esta noite conseguiu atingir patamares ainda mais negros. Mais escuro do que preto, se é que isso é possível.

Qual o futuro? A meu ver, este será apenas mais um episódio negativo (a juntar a tantos dissabores europeus que Jesualdo fez questão de nos presentear em momentos cruciais) que a administraçao portista tentará dissolver internamente, sem males maiores para o seu plantel. A questão está, contudo, na marca psicológica que uma partida deste nível poderá representar para toda uma nação azul-e-branca, e a consequente repercussão (mesmo que invisível) que isso trará ao clube, aos jogadores, à massa adepta, à imprensa nacional. Foram certamente os 90 minutos mais tristes dos últimos anos para o FC Porto, um Porto que conseguiu juntar o mau resultado a um conformismo preocupante na hora de perder. E este sim, mais do que qualquer lance ou decisão técnica em particular, deverá ser o ponto de discussão deste Porto actual.

Sugestões...

14 Responses

  1. Pedro Lucas diz:

    Razão tinha o Platini, o fcp nunca deveria ter sido aceite na Champions…claro que o Wenger tem opinião contrária.
    Quando SLB ou scp perdem nas competições europeias logo toda a imprensa diz que não têm estofo europeu, o fcp perde e ninguem levanta sequer essa hipotese. O clube pode estar habituado a competições europeias, mas os jogadores do actual plantel não estão e, vendo do ladod e fora, como benfiquista, parece-me evidente que jogadores como sapunaru, benitez, guarin, costa e ate mariano não têm qualidade para estar no campeoao nacional. Aliás o comentario que o Rui faz ao benitez é bastante claro, à falta de capacidade tecnico-tactica, façam-se faltas pois estas existem para serem feitas e revelam inteligencia de quem as sabe cometer (Deco é o maior exemplo). Não é um ponto de vista bonito, mas é pragmatico.
    A mim o que me dá que pensar é como é que o fcp é tri campeao tendo como treinadores o Co Adriaanse e o Jesualdo?

  2. Rui Brandão diz:

    Rui, aproveito para reproduzir aqui um comentario parcial – sobre o artigo do Gustavo – que eu escrevi ontem a noite com muita amargura na boca depois de ter visto o Porto em Londres…

    “O Porto acaba de perder em Londres por numeros elevados, e continuo a pensar que o Jesualdo nao traz suficientemente a esta equipa. A equipa e nova e em construcao, mas continuo a nao gostar do espirito, falta de ambicao, demasiada..
    Quero ver um treinador que da oportunidades a novos jogadores, quero ver mais vezes o Candeias, de longe melhor que o Mariona (desculpe o lapso).
    Aonde esta o Vieirinha, o Paulo Machado, o Helder Barbosa ?
    Terca feira passada estive em Londres, fui ao Emirates ver o Arsenal jogar pela Carling Cup. No campo, 11 putos que deiram um banho de bola a uma boa equipa da segunda, Sheffield Utd.
    Hoje, Wenger pos a jogar dois desses putos – e mesmo se ja fizeram aparicoes na primeira equipa -, Vela e Bendtner. E este espirito que quero ver no Porto e nos outros clubes portugueses.
    Recordo-me que quando o Bobby Robson treinava o Porto disse uma vez que o Porto tinha jogadores incriveis nas camadas jovens. O problema : o desperdicio e a droga.
    Vertente social inexistente.
    Por que razao e que outras nacoes fortes do futebol conseguem “criar” jovems promessas e tornarlos em craques e que nos nao podemos ? Porque e que jogadores como Danny e Semedo devem sair porque ninguem os quer e ir mostrarse na Champions para a gente se lembrar que eles existem ?
    Temos boas camadas jovems – sempre tivemos – e o futuro das equipas portuguesas e de Portugal sao a juventude portuguesa que precisa de jogar/existir para ver-se.

    Mais um abraco de Genebra “

  3. Gustavo Devesas diz:

    Peço desculpa pelo tamanho do meu comentário, mas achei completamente surreal a análise do gabinete de comunicação do Porto:

    Arsenal-F.C. Porto, 4-0
    Jogar, ameaçar e… sofrer

    “A trave, Almunia e um defesa, em cima da fatalidade. Obstáculos finais para três desenhos fabulosos que mereciam golo, oportunidades precoces que dariam ao Dragão uma vantagem firme e espalhariam o pânico num estádio surpreendido pela cirurgia atacante do F.C. Porto. A transição e o perfume mereciam melhor sorte, justificavam abraços e festejos. A interrupção abrupta de uma chama não faz sentido. A injustiça deixará para sempre uma mácula neste desafio.

    Ainda antes das explicações para o infortúnio, importa recordar que o F.C. Porto subiu ao relvado do Emirates Stadium com sete novos jogadores, cinco deles a cumprir o segundo jogo na UEFA Champions League e um em estreia absoluta na montra continental. O Tricampeão está diferente, está a construir uma nova máquina e faz das provas de fogo um processo de crescimento fundamental.

    Esta terça-feira, num ambiente adverso, num palco encharcado e condicionado pelo registo em solo inglês, a equipa de Jesualdo Ferreira impôs-se durante meia hora, silenciou os adeptos da casa e colocou o Arsenal em sentido, exigindo saltos, gritos e rectificações assustadas a Arsène Wenger. Um golo, que podia ser a triplicar, ofereceria novos contornos ao desafio, obrigando os ingleses a apostar no risco. Rodriguez, que cabeceou ao ferro, e Lisandro, que disparou para o voo de Almunia e acertou em Clichy na fronteira da euforia, mereciam mais.

    Os deuses de Highbury, todavia, quiseram que uma jogada no limite do fora de jogo redundasse no golo de Van Persie, lançando o Arsenal para um desenlace feliz em todos os aspectos. Adebayor marcou pouco depois, com o apoio da trave, Van Persie repetiu a festa no primeiro ensejo da etapa complementar e, novamente, o togolês, de grande penalidade, fechou a contagem.

    O azar azul e branco dava agora lugar ao jackpot vermelho, com todas as tentativas a serem empurradas pelo sopro da fortuna. O futuro registará um encontro desequilibrado entre Arsenal e F.C. Porto. Quem esteve em Londres, porém, fica com outra sensação. O Dragão podia ter escrito outra história.”

    Fico completamente sem palavras……. estes senhores viram o mesmo jogo que todos nós!? Ridículo para não dizer outra coisa.

  4. Pedro Lucas diz:

    Caro Rui Brandao,

    Já diversas vezes referi essa falha na formação de jogadores em Portugal, forma-se o jogador mas não se forma o homem. Basta ver entrevistas de Ronaldo ou de nani antes de irem para Inglaterra para nos apercebermos de que estamos perante jovens que só sabem pontapear a bola, com nitidas dificuldades de articular palavras inclusive. No que respeita à politica de formação tentamos imitar o modelo brasileiro em vez do francês ou italiano em que se previligia o homem surgindo o jogador em 2º lugar. Enquanto jogadores de camadas jovens essa falta de formação não se revela tanto, mas esta vem à tona quando os miudos sao postos perante a pressão e as vicissitudes do futebol profissional.

    Essa cronica do jogo está no minimo, curiosa.

  5. Pedro diz:

    Pedro Lucas, porque escreves slb com letra maiuscula e FCP não? É para o slb parecer maior? lol….

    em relação á pergunta:

    “A mim o que me dá que pensar é como é que o fcp é tri campeao tendo como treinadores o Co Adriaanse e o Jesualdo?”

    Porque o FC Porto está a anos luz à frente em relação oa teu slb..e cia.

  6. Pedro diz:

    FC PORTO a vencer desde 1893!

    Duas vezes CAmpeão do Mundo
    Duas vezes vencedor da Liga dos Campeões
    Uma Supertaça Europeia
    Recordista em Supertaças de Portugal
    Recordista em participações na Champs
    Uma Taça UEFA

    O FC Porto é o colosso de Portugal!

  7. joão diz:

    jesualdo não é, nem nunca foi treinador para o Porto,agora tão a vista as derrotas, os portistas do antigamente ainda ficam contentes com campeonatos nacionais ganhos aos mouros mas eu que nasci a ver o Porto ombrear sempre com classe o meu País em nada me revejo neste treinador nem nas suas conquistas, é pouco ambicioso e embrenhado ainda em vicios de quem sempre fala e falou mal do meu glorioso FCP é o que dá darmos guarida a esta gente do slb, a estes velhos…….Mas vamos ter calma, eu já espero pelo seu despedimento faz tempos e não vai faltar muito tempo para que isso aconteça, espero que os meus amigos Portistas abram os olhos…rapido. Só mais uma questão para os portistas, algum dia jogamos sem número 10? eu pelo menos acho que na minha equipa a Porto, sempre os tive…Leandro Lima não terá sido queimado por esta besta chamada JESUALDO, É BAIXINHO..E O RUBINHO…MESSI, Tantos médios com as mesmas caracteristicas para quê? para não perder e depois tentar ganhar……A melhor defesa é o ataque.REALMENTE A FRASE ATÉ OS COMEMOS NÃO SE APLICA DE FACTO A ESTE PORTO DE JESUALDINHO

  8. Dannymad diz:

    ó joão o Jesualdo não presta apenas por ter já estado no SLB ou por ser do SLB, o homem não presta porque simplesmente não percebe de futebol. Alias os campeonatos e feitos que alcançou no Porto para mim apenas se deveu à equipa que o Pintinho lhe forneceu e performances fracas dos seus rivais directos. Agora espero que não estejas a dizer que ele não presta apenas por ser do SLB, porque senão na minha opinião enquadras-te naqueles portistas que tudo o que não é do norte não presta, e na minha opinião gente dessa é que não interessa a ninguem.
    Quanto ao Porto não ganhar ou a resignar-se a uma derrota deste tamanho, nem sempre se pode ganhar, e o Porto da época passada não é igual ao Porto actual, mas não digo que não consiga chegar ao mesmo nivel exibicional ainda esta época, pois penso que o Porto tem ovos suficientes para fazer uma boa omelete( apostar no Fernando para lugar do Paulo Assunção parece-me opção válida, e julgo que mesmo o Guarin poderia ocupar esse lugar se bem orientado e aconselhado, e na direita idem aspas aspas no que ao Sapunaru se refere.) é preciso é algum tempo para o sistema engrenar e os jogadores se integrarem. Eu como adepto de futebol até prefiro que uma equipa com que simpatizo fique uma época sem ganhar e a adaptar um modelo de jogo que funcione para na época seguinte ganhar, do que tentar ganhar sempre. O ganhar sempre às vezes torna-se impossivel…
    Quanto ao Leandro Lima julgo que tem potencial, agora tá emprestado ao Setubal, espero que o potencial se confirme. Se o Jesualdo não o aproveitar, isso já é estupidez dele, mas tambem não aproveitou o Pitbull que na minha opinião, e se fosse continuar a demonstrar exibições ao nivel dos que fez em Setubal a época passada, era capaz de ter lugar no Porto actual. Entre outros…

  9. Pedro Lucas diz:

    Caro Pedro,

    A diferença que se refere entre as 2 abreviações (e a do scp, já reparei) não foi propositada. Sem me querer defender, pois não é esse o caso, repare que escrevi benfiquista com letra pequena e referi-me ao Jesualdo e ao Co Adriaanse com letra maisucula, apesar do Benitez estar grafado com eltra pequena. Espero que esta explicação idiota sirva para lhe demonstrar que não pretendi ofender nenhum portista ou sportinguista (scp também aparece com letra pequena). Apenas são as vicissitudes de tentar escrever rápido. Para lhe mostrar que não ha qualquer soberba da minha aprte em relação aos rivais, atente ao facto de já ter questionado a administração do site acerca de não haver cronicas ao jogos do scp.
    Com tudo isto espero que não haja margem para pensar que tentei entrar em conflito com alguem aqui.
    Sinta-se à vontade para colocar em causa as minhas opiniões, não coloque em causa o meu desportivismo.

  10. Rui Zamith diz:

    Caros Amigos,

    Como portista, partilho mais do que ninguém a frustração e até humilhação desta derrota, uma noite que, honestamente, mudou a forma como vejo o meu Porto. Talvez seja algo que venha a “recuperar” no futuro, mas actualmente sou um adepto amargurado pela forma como o nosso clube demonstrou falta de mística, falta de amor à camisola, e acima de tudo falta de qualidade de alguns atletas numa partida tão importante. Para agravar a situação, estive presente no Emirates Stadium, e pela primeira vez percebi qual é o sentimento de um adepto que faz o maior esforço possível para acompanhar a sua equipa internacionalmente, para depois assistir a uma exibição miserável desta natureza. As declarações do Jesualdo, entre outros, são literalmente inaceitáveis, e estão em crer que num Porto de outros tempos a situação não encerrava tão facilmente. Poderemos concordar que a estabilidade é essencial em futebol, mas com um treinador que já comprovou por diversas vezes que só tem capacidade para nos dar algumas alegrias a nível interno (este ano, provavelmente nem isso..) não é de todo suficiente para um clube como o Porto, naturalmente.

    Contudo, não concordo que partidas como esta resultem em choques entre Porto e os seus rivais internos (com o Benfica sempre em primeiro plano, pois claro), pois não apenas deixa transparecer que nos sentimos frustrados pela derrota, como também é totalmente incompreensível, pois estamos a falar de uma partida Europeia. De uma vez por todos apoiemo-nos quando toca a jogos europeus. Está na hora de colocar os olhos no Sporting, que de uma forma inteligente, digna, exemplar, tenta criar boas relações institucionais e não é odiado por ninguém. A rivalidade é boa e recomenda-se, mas de uma forma desportivista!

    Um abraço.

  11. Pedro Lucas diz:

    Caro Rui,

    Nisto do “quem atirou a primeira pedra” é tudo muito subjectivo, mas nunca uma claque do SLB foi receber a equipa adversária do FCP ao aeroporto como aconteceu no caso da Lazio em jogo disputado no Bessa. Famosas ficaram também as faixas “Obrigado Roma” e “7Up”. Não sei se é este o desportivismo que tanto se apregoa.

  12. Rui Zamith diz:

    Pedro,

    Não entendeste o alcance das minhas palavras. Se releres o meu comentário, entenderás que estava a fazer uma crítica generalizada a todos aqueles que, no rescaldo de uma partida europeia, iniciam discussões de mera rivalidade interna.

    Pude constatar agora que até foste tu quem iniciou a discussão ao trazer o Benfica para o tema, mas sinceramente nem levei isso em consideração, apenas fiz uma crítica justificada, pois sou o primeiro a não concordar com a falta de isenção, desportivismo, e as tais atitudes irresponsáveis de algumas claques nacionais.

    O JogodeÁrea foi e é desenvolvido com isso em mente. Discutir o futebol de uma forma aberta, mas sem a hipocrisia bem patente na maioria dos órgãos de comunicação social ou fóruns de discussão espalhados pela web.

    R

  13. Gustavo Devesas diz:

    Caro Pedro Lucas,

    Esse tipo de “manifestações” são e foram claramente infelizes.
    Convenhamos que esses exemplos foram feitos por claques… grupos que por si só, acolhem cada vez menos o respeito da sociedade em geral, sobretudo pelas suas facetas marginais e destabilizadoras.
    Por outro lado, como já por aqui referi, as claques quando orientadas com pés e cabeça, são capazes de organizar os mais belos conjuntos de coreografia ou até provocação aos rivais como o do 7UP entre tantos outros. Faz parte da nossa forma de estar como seres sociais que provocam uns e outros, resta que todos saibam onde começa e acaba a liberdade de cada um!

    Duas palavras ainda, o Fair Play podia e devia também partir dos intervenientes directos do espectáculo (jogadores, treinadores, etc.) que muitas vezes são os grandes responsáveis para a vergonha que depois se ouve e vê fora dos relvados.

    Um abraço

  14. Pedro diz:

    Só vos digo uma coisa:

    Viva o Futebol Clube do Porto!

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